oficina70.com: Garimpo
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Tipos de veios de ouro

Tipos de veios de ouro nas minas
gold veins
Veio de ouro é o afloramento de rochas e geralmente contêm muito frequentemente minerais de minério de ouro. Num processo de formação de veios é mais comum os veios de ouro que não são visíveis a olho nu, porque geralmente estão sempre junto com um transportador mineral, como quartzo, sulfetos, calcita, gossans e alguns minerais de argila. E a espessura dos veios varia de poucos centímetros a quatro metros, e o comprimento pode atingir várias centenas de metros e se estender até uma profundidade de mais de 1.500 m. Alguns depósitos de veios de ouro são caracterizados por baixa sulfização e mineralogia constituída por quartzo, pirita, galena, calcopirita e esfalerita são menores. Em alguns lugares, os sulfetos são acompanhados por calcita e alguns minerais de prata. Observou-se que os veios podem estar na transição entre o ouro-quartzo-sulfeto e o ouro-metal-base-carbonato, mas também distinguem-se de cada um, por diferentes mineralogias e geologia ambiental.
quartzo hidrotermal com veio de ouro
        Depósitos de veios formados a partir de fluidos hidrotermais que se elevam através da crosta até a superfície. Este líquido, geralmente é feito pelo magma, movendo-se através da crosta terrestre. Em geologia, um veio é um elemento mineral que foi cristalizado e contido na rocha e a forma da ranhura é diferente da cor da base da pedra. Os veios são formadas quando os elementos minerais trazidos por uma solução aquosa armazenada na massa rochosa através da precipitação e do fluxo hidráulico envolvidos são geralmente devidos à circulação hidrotermal.

veio de ouro em uma mina do quadrilátero ferrífero em MG
       A maioria dos veios são considerados como o resultado do crescimento de cristais em fraturas planares na parede da rocha, com o crescimento de cristais na cavidade da parede, e formam cristais que se projetam para o espaço aberto. Estes são alguns métodos no processo de formação de algumas veias.

Mas a geologia é muito rara para um espaço aberto significativo permanecer aberto no grande volume de pedra, especialmente a poucos quilômetros abaixo da superfície.


Veios de quartzo na aparência da cor é um pouco diferente, principalmente leitoso de cor branca e, por vezes, é muito grande e mais escuro e mostra a inclusão de fluidos ou gases que podem ser derivados de ácido carbônico em abundância nas profundezas da terra.

Estes são alguns exemplos de veios de ouro contidos em uma mina:
veios de ouro
 Claramente visível camada de ouro amarelo junto a fendas entre o osso da cavidade da rocha cinzentas brancas coloridas.

veios de ouro
A direção da linha é de veios de cor dourada para cinza e cunha de cor acastanhada na parede lateral.
veios de ouro
  Este veio contêm elementos minerais de ouro e prata, mas têm poucos depósitos minerais de minério de ouro.
veios de ouro
veios de ouro
Uma cor um pouco enegrecida no lado da parede de rocha na cunha por uma parede de pedra de cor acastanhada tem teor de ouro de minério, mas não é visível quando vista a olho nu. Para poder ver, precisa-se da ajuda de um microscópio ou de uma lupa.

Alguns estudos sobre mineralizações e veios auríferos no Brasil:
veio de ouro no quartzo em uma mina de Apiaí-SP
Formação de veios quartzo auríferos da Mina Morro do Ouro, Apiaí, SP
http://www.teses.usp.br
https://revistas.ufpr.br/geociencias

Caracterização estrutural dos veios auríferos da região de Cuiabá, MT
https://www.researchgate.net/publication

Inclusões Associadas aos Veios de Quartzo Auríferos da Costa Sena e Diamantina - MG
http://horizon.documentation.ird.fr

Mineralização Aurífera de Lages-Antônio Dias, Ouro Preto - MG
http://repositorio.unicamp.br

Filitos Carbonosos do depósito do Morro do Ouro, Paracatu, MG
https://core.ac.uk/download/pdf

Veios de Quartzo e Inclusões Fluidas nos Depósitos de ouro da Faixa Móvel Aguapeí
http://www.ppegeo.igc.usp.br
https://repositorio.unesp.br

Nota da Oficina70:
Nós não temos que ser um geólogo para procurar ouro e há muitas pessoas sortudas por aí que têm colecionado e ganhado a vida com a prospecção de ouro. Isto apenas requer que nos familiarizemos com certos elementos que estão associados ao ouro, por exemplo, a rocha que contém depósitos de ouro.

Abaixo está uma coleção de fotos de vários sites para mostrar um exemplo de rochas potenciais contendo depósitos ou veios de ouro.

Para estudar mais profundamente os detalhes científicos da geologia do ouro e suas rochas, há uma abundância de informações on-line para fornecer a idéia básica sobre a formação do elemento ouro e suas associações.

Abaixo estão algumas amostras de pepitas de ouro que são encontradas em áreas como principalmente rios, leitos secos de rios, areias pretas de rios ou de praias, cavernas, etc.
exemplos de pepitas de ouro nativas

Isto é só uma idéia para não esquecer se é ouro ou outra coisa quando tropeçar em cima de algo parecido com eles.

Hoje eu trouxe uma importante informação de que a formação de ouro ocorre também em veios de grandes rochas ou pedras e não só na forma de pepitas. No entanto, nem todas as rochas costumam ter depósitos de ouro, e apenas certas rochas do tipo a possuem sendo o caso mais comum a ocorrência de veios de ouro no quartzo. Este é um senso comum e básico para se familiarizar com os tipos de rochas que normalmente possuem depósitos de ouro.

Se você esta atrás de suas primeiras gramas de ouro, nos aqui queremos te ajudar a ter êxito e por isto dispomos de vários assuntos sobre o ouro sua formação e tipos de solo e minerais que estão associados ao ouro.
native gold
Para ter acesso a muito mais informações sobre o ouro nativo, no início do site dispomos de cabeçalho com vários assuntos, escolha neste caso, a do "ouro nativo" e clica no artigo que quer estudar.

Fonte:

Como testar e identificar ouro bruto

Identificar o ouro não é tão difícil como muitas pessoas pensam
pepita de ouro

Garimpar ouro, seja profissionalmente ou por lazer, se trata basicamente de procurar flocos, pepitas ou pó em ouro escavando o solo com a ajuda de água ou escavando partes de alojamento de ouro nos rios.
Veios auríferos podem sofrer erosão de um rio, fazendo com que o pó de ouro caia na água e acumule-se em suas margens.
ouro em pó na areia preta
As pessoas costumam usar bateias, caixa de eclusa (sluice box) ou recipientes planos para coletar os depósitos de um rio em busca de pó de ouro. De acordo com o site Gold Fever Prospecting, entre 95 e 98% do ouro do planeta está na forma de pó, não em pepitas.


Você pode ter lidado com ouro de tolo ou pedras brilhantes que eram douradas na cor e as confundiu com ouro. Tais itens são um pouco diferente em aparência em comparação com o ouro bruto real.

O ouro é aleatório em formato e mede desde pequenos pedaços à grandes e arredondadas pepitas que é mais difundido, sendo assim é mais fácil identificar ouro bruto quando se refere a uma imagem de ouro refinado ou pepitas de ouro, sendo que flocos de ouro ou ouro em pó pouco conseguem identificar.

Entretanto, só porque parece ouro e está no mesmo lugar, não significa que é. Muitas pessoas não fazem ideia do que procurar, e mesmo que encontrem ouro, podem acidentalmente jogá-lo fora.
ouro em pó na bateia
Existem alguns testes simples para identificar flocos de ouro e pepitas quando os encontrar, já o pó de ouro muito provavelmente um iniciante facilmente o jogará fora por falta de conhecimentos.

Classificação do ouro, pó, pepita e flocos:
classificação do ouro, pó, pepita e flocos
O ouro é frequentemente classificado e rotulado de acordo com seu tamanho.
O sistema comumente usado para classificar as diferenças de tamanho do ouro é normalmente realizado com o uso da tela de malha. "Malha" significa o número de aberturas contidas ao longo de uma polegada linear de tela ou tela metálica. Por exemplo, uma tela rotulada “10 mesh” conteria 10 aberturas por polegada linear, ou 100 aberturas por polegada quadrada. "Vinte-malha" teria 20 aberturas por polegada linear, ou 400 aberturas por polegada quadrada, e assim por diante.
ouro fino ou ouro em flocos
“Ouro grosseiro” ou “pepitas” são aceitos como quaisquer peças de ouro que não passem por uma tela de 10 malhas.
Peças de tamanho médio de ouro, flocos e assim por diante, são da faixa de 10-20 mesh. O "ouro fino" é do tamanho da malha de 20-40.
"Farinha de ouro" ou "pó" inclui todas as peças que são menores que 40 mesh, incluindo as partículas de tamanho microscópico.

Identificação caseira de ouro bruto
pepita de ouro presa na calha sluice box
Avalie a cor da substância. Ouro bruto possui um amarelo-bronze e é brilhante.
Segure a substância sob a luz. Ouro de verdade possui uma superfície brilhante que reluz quando misturada a luz, mas não cintila nem bruxuleia como o ouro de tolo que reflete a luz e cria um efeito de glitter. Ouro de verdade é de um amarelo brilhante de camada metálica.

Sinta a textura da objeto. O ouro bruto tem uma camada suave e o ouro de tolo é entalhado devido à sua estrutura de cristal. A camada do ouro bruto pode possuir corcovas e elevações, mas ele é claramente metálico em sua textura e não cristalizado.

Perfure o ouro com um alfinete. O ouro é extremamente macio e maleável, por isso, se ele rachar ou se estilhaçar, não é ouro de modo algum.
Ouro é um metal macio e maleável que pode ser dobrado facilmente, ao contrário de outros minerais que quebram ao serem martelados. Acerte o ouro firmemente com um martelo para checar se ele fica machucado mas sem quebrar, porém não recomendo isto, pois se for uma pepita ou um floco de ouro ele terá melhor valor devido a estar em estado natural, execute este teste a menos que quera depois fundir o ouro.
pepita de ouro bruta vale mais
As pepitas de ouro são raras e, consequentemente, mesmo uma pequena pepita em estado bruto vale uma vez e meia a duas vezes o preço do ouro em cotação.

Se tiver uma pepita, tente arrastá-la em um espelho. O ouro real é mais macio que o vidro espelhado e não deixará nenhuma marca no espelho.

pepita de ouro encontrada na Bahia
Teste as pepitas e os flocos de ouro com um ímã. Se o ouro for atraído pelo ímã, não é verdadeiro, mas provavelmente ouro de tolo a pirita, que contém ferro.

Coloque o ouro em ácido nítrico. Ouro bruto não dissolve ou mancha. Contudo, o ouro de tolo também não é afetado por esse ácido, mas os outros métodos de identificação acima ajudarão a determinar se o objeto é ou não ouro de tolo.

ATENÇÃO:
Tenha cuidado ao usar ácido nítrico.
É necessário precaução, como usar óculos e luvas de proteção além de estar em local bem ventilado.

Nota:
detector de ouro by ParáDetectores
Pepita e flocos de ouro podem ser detectadas com um detector de metais razoável, mas o ouro em pó não, a menos que este esteja acumulado.

Três das maiores pepitas de ouro do mundo foram encontradas no Brasil, em Serra Pelada (Pará), e estão expostas, em estado natural, no Museu de Valores do Banco Central do Brasil, em Brasília.

Fontes:

Como aprender a encontrar e garimpar ouro

Como encontrar e garimpar ouro
Se você procura ouro como hobby ou é um garimpeiro sério querendo ficar rico, antes que seja possível garimpar, é necessário encontrar um local promissor.
How to Learn and to Find Gold mine
A regra geral para encontrar ouro é que onde ele foi encontrado antes será encontrado novamente. Garimpeiros amadores geralmente garimpam o ouro com bateias, enquanto as pessoas que pretendem encontrar ouro em maiores quantidades utilizam caixas de prospecção, as chamadas "sluice box", para mover mais material do córrego. Independentemente do método utilizado, o garimpeiro precisa primeiro entender onde o ouro pode ser encontrado em um córrego.

Localizar ouro em um curso de água pode ser complicado; requer pesquisa, paciência e persistência. Aprenda a ler a geografia e a geologia de uma área e a colocar essa informação em prática para escolher um lugar onde há maior probabilidade de encontrar ouro e aumentar suas chances de uma excursão bem sucedida.
Então antes de sair para procurar ouro você deverá reunir o máximo de informação sobre como e onde encontrar ouro.

Para garimpar ouro em um rio será necessário ter atenção a alguns pontos, são eles:
How to Learn and to Find Gold mine
Escolha um rio ou córrego que produziu ouro no passado. 
O ouro, ao longo da história, tem sido procurado em muitos córregos, rios e riachos em muitos lugares do mundo. Concentre os esforços de garimpo em córregos com históricos de terem ouro.
Procure por um curso de águas calmas abaixo de corredeiras que esteja em movimento constante, como cachoeiras e corredeiras.
O ouro é levado junto com as correntes rápidas e, então, afunda para o fundo do córrego quando alcança águas mais calmas
Geralmente depois de uma grande chuvada em zonas onde há ouro em rochas de quartzo mineralizado a água pode levar consigo também pequenas partículas de ouro ou pepitas.

Confira os morros ao redor em busca de sinais de quartzo e mineralização. Tanto o ouro quanto o quartzo começam a sua formação como veias dentro das rochas maiores. Lembre-se, o ouro estará presente apenas em uma área rica em minerais.
Aprenda quais os minerais que estão associados ao ouro.
How to Learn and to Find Gold mine
Sabendo que o ouro é muito denso, ou seja, muito pesado, localize partes do rio que sejam profundas o suficiente para submergir completamente a sua bateia.
O ouro é pesado, portanto se assenta profundamente na areia e nos sedimentos no fundo do rio. Cave bastante na areia em lugares onde o ouro se assenta.
Também analise a força da correnteza. É necessário um fluxo de água constante e que mova os sedimentos rio abaixo, mas não tão rápido que interfira no seu trabalho.

Encontre um lugar promissor olhando os recursos naturais do rio. Grandes troncos de árvores, barras de cascalho, pedras grandes, musgo e curvas no rio são locais privilegiados para garimpar. Cave nas rachaduras de rochas submersas. O ouro cai nas rachaduras à medida que a corrente o empurra junto com outros materiais do córrego.
How to Learn and to Find Gold mine
Faça algumas garimpadas de teste no local escolhido. Nas curvas de rios procure por areia preta conforme garimpa, pois o ouro não aparece onde não há areia preta. Se não tiver sorte nas garimpadas iniciais, siga em frente e tente em outro local.

Se houver uma barragem, garimpe a montante, ou seja, rio acima, pois o ouro não fluirá através da barragem.
Para verificar suas descobertas, leve um pedaço de vidro quando for garimpar. Se encontrar um material que parece ser ouro, esfregue-o no vidro. Sabendo que o ouro nativo é macio o ouro verdadeiro não deixará nenhum arranhão. Caso não tenha consigo um pedaço de vidro, então basta um material pontiagudo e espetar numa pepita e observar se este perfurou facilmente. Ou então faça o teste da mordida.

No entanto, não recomendamos nenhum teste que danifique ou faça marcas em uma pepita de ouro maior ou então uma pepita com uma beleza e forma natural rara, pois uma pepita de ouro em seu estado natural pode valer um pouco mais do que o peso do ouro em cotação no mercado atual, isto porque colecionadores de minerais podem pagar mais por ter uma pepita de ouro nativa.

Nem sempre o que reluz é ouro
How to Learn and to Find Gold mine
Sempre que procurar ouro dê também atenção às pedras, principalmente as mais pesadas que podem ficar no fim da peneirada ou no fundo da bateia, pois pode ser que você nem encontre ouro sendo o mais provável que encontre uma bela gema preciosa.
Dê atenção também para pedaços de quartzo que podem conter ouro.

Onde esta e como o ouro se movimenta
Ambientes de deposição de ouro
Ouro primário:
O ouro que pode ser encontrado em veios, ou disseminado no solo.
Ouro secundários:
Depósito eluvial de ouro, depósito coluvial de ouro e depósito aluvial de ouro.
A considerar e de grande potencial econômico no futuro esta o depósito de praia e oceânico de ouro.

Encontrando ouro fácil
Conhecendo mais sobre o ouro, você deverá entender onde é que o ouro vai estar antes de sair a procura dele, você deverá estar ciente de que o ouro é um mineral denso, portanto, pesado, então ele vai sempre procurar um local mais fundo e é ai que você deve procurar.

Avisos:
Verifique se é permitido garimpar na área que pretende visitar.
Sempre obtenha permissão antes de garimpar uma propriedade privada.
Em alguns lugares existem reivindicações territoriais ao longo de córregos; portanto, não garimpe em locais reivindicados.
Verifique se o local não é uma área protegida.
A maioria das terras públicas permite o garimpo amador, mas ainda assim é uma boa ideia verificar as leis do local onde planeja garimpar.
Jamais arrisque sua vida por tentar encontrar algo de que não tenha certeza de que haja lá.
Não saia sozinho para desbravar montanhas ou minas abandonadas, mesmo assim, mantenha informado para algum familiar que saiu para determinado local, sem precisar informar o que foi fazer exatamente. 

Fonte:

Como batear e separar o ouro da areia da praia

Como batear ouro na praia
como achar ouro
Encontrar ouro de aluvião em uma praia é incomum, mas não impossível.
Praias podem conter ouro de aluvião, mas a praia tem de ser localizada em uma área produtora de ouro. Para encontrar essas áreas, contate um órgão regulador, que possui as informações sobre locais para pesquisa de ouro em áreas particulares ou tente na foz de rios conhecidos por terem ouro de aluvião.

ATENÇÃO:
Consulte sempre a tábua de marés e execute sua busca pela areia preta em períodos de marés baixas para sua segurança.
Tábua de marés no Brasil
Tábua de marés em Portugal e Europa

Encontre uma praia onde haja ouro de aluvião
como achar ouro
Identifique praias próximas a montanhas ou rios conhecidos pela produção de ouro. A água pode carregar o ouro da montanha rio abaixo para a praia e muita desta areia poderá se depositar na foz destes rios junto ao mar.

Procure pela areia negra
como achar ouro
Esta é uma mistura magnética de minerais que possuem qualidade arenosa. Se a praia tiver areia preta, isso pode indicar a presença de ouro de aluvião. Não confunda areia preta com areia suja. Você pode pegar areia preta com um imã.
Muito provavelmente caçadores de ouro de praias com seus detectores de metais que correm a areia não vão detectar os pequenos grãos de ouro, deixando este trabalho para os garimpeiros amadores.

Compre equipamento apropriado
como achar ouro
Botas (galochas) e luvas de borracha protegem as mãos do prospector enquanto esse move água e areia. Um kit de batear deve incluir uma bateia, um classificador para remover rochas e detritos maiores, uma pisseta e uma pinça para segurar o ouro. Compre pinças e uma lupa para olhar e pegar as pedras menores de ouro, se não tiver essas ferramentas no kit poderá arranjar formas semelhantes para o ajudar na recolha do ouro. Uma pá pequena poderá ajudar a recolher a areia.

Limpe o equipamento
Lave a bateia com detergente de louça e uma bucha. As ferramentas novas têm óleo do processo de fabricação. Limpe para assegurar que o óleo não faça o ouro flutuar para fora. Sim, o ouro flutuará em uma bateia que não esta limpa e tem resíduo de óleo, fugindo da bateia.

Bateie a areia para separar o ouro
como achar ouro
Encha a bateia com areia preta da praia. Remova as pedras maiores. Emerja a bateia na água e sacuda para trás e para frente. Leve a bateia ao topo da água e movimente bem para a água lavar a areia como uma onda. Continue a balançar a bateia, movendo-a para trás e para frente. A terra deve ser lavada e o ouro afundado no fundo da bateia.
Para o processo se tornar mais rápido use um imã para separar os fragmentos ferrosos da areia preta como explicado no título a seguir.

Limpe o ouro
Pegue o ouro de aluvião sugando-o da bateia com uma pisseta. Assegure-se que a pisseta esteja parcialmente cheia de água. Transfira o ouro para um recipiente transparente.

Como remover ouro em pó da areia negra
Os depósitos de areia negra, compostos de materiais de metais pesados como ferro e hematita, são comuns em áreas onde é encontrado ouro. Mineradores amadores tipicamente consideram a presença de areia negra como um indicador de depósitos de ouro. As próprias areias podem conter pequenas partículas de ouro, chamadas de ouro em pó, e as areias são processados ​​com frequência para a extração de ouro. Esse processamento requer exames e o uso de um forte ímã industrial, geralmente de neodímio e que pode ser comprado em uma loja de ferragem.

Use um ímã para recuperar o ouro em pó da areia negra
Seque a areia que contém o ouro fino, colocando-a em uma panela de metal e aquecendo-a usando um fogareiro portátil. Use fogo médio por 15 a 20 minutos e execute a tarefa em uma área ao ar livre com boa ventilação. Desligue o fogo e deixe a areia esfriar.
Poderá secar a areia ao sol se preferir, mas isto exige um pouco mais de paciência.

Use um pedaço de 15 cm² de tela (pode ser aquelas de janela) para peneirar as partículas finas, colocando a areia seca na tela e apertando levemente sobre uma tigela pequena. Coloque os materiais que não passaram pela tela em uma folha de papel e utilize uma pinça para remover as partículas maiores do ouro a partir dos materiais que eram demasiado grandes para passar pela tela.

Peneire os materiais finos novamente, usando um coador de cozinha que tenha uma malhagem inferior à da tela de janela. Coloque as projeções maiores em uma folha de papel e remova quaisquer flocos visíveis de ouro.
como achar ouro
Coloque os materiais finos que passaram as duas seleções em uma folha de papel. Passe um forte ímã sobre a areia para separar a areia negra restante. Ela contém impurezas metálicas que vão ficar no ímã que passa, deixando o ouro no papel. Remova as areias conforme elas enchem o imã, repetindo o processo até que o ouro seja tudo o que permanece no papel.

Utilize um pequeno funil para transferir o ouro em pó processado para um pequeno frasco com uma tampa fechando-o bem.

Concentradora de ouro ciclone
Você pode também usar uma bacia concentradora de ouro para fazer este serviço para você.
Como batear e separar o ouro da areia da praia
Procure por uma em sites como o OLX ou compre no site do Mercado Livre.

Como batear e separar o ouro da areia da praia
Caso ache esta bacia concentradora de ouro cara poderá fazer uma em casa, veja como clicando no link a seguir:

Fontes:

Onde achar ouro de aluvião

Lugares para procurar por um aluvião de ouro
Onde achar ouro de aluvião

Conforme a água se move de locais altos para locais mais baixos, o fluxo leva junto materiais sólidos. Nos pontos em que o fluxo de água diminui, esses materiais se acumulam lentamente, formando os chamados depósitos de aluvião. Em regiões em que o ouro surge naturalmente, a força de erosão da água frequentemente carrega pequenos pedaços de ouro para encostas de montanhas e cânions. Quando um aluvião se forma nessas áreas, o ouro é um material frequentemente encontrado. Apesar de aluviões de ouro surgirem em locais diferentes, algumas regiões são mais produtivas do que outras.
Onde achar ouro de aluvião
Depósitos de ouro são mais comumente encontrados dentro ou perto de correntes e rios.

Curva de rios
Onde achar ouro de aluvião
No ponto em que a corrente do leito de um rio vira, a velocidade da água diminui. Devido ao peso do ouro, a corrente deve mover-se rapidamente, para carregá-lo. Isso significa que a maioria dos depósitos de ouro surge durante grandes eventos relacionados à água, como depois de grandes temporais e nas inundações que as águas geram. Garimpeiros podem encontrar aluviões de ouro não somente em leitos, mas também em bancos de cascalhos e outras áreas mais altas, que ficam sob a água quando a corrente sobe.

Bancos de areia e de cascalho
Onde achar ouro de aluvião
Bancos de areia e de cascalho são depósitos por contra própria. Essas áreas são fáceis de se enxergar em rios lentos. Em muitos locais, um garimpeiro de ouro pode caminhar dentro do rio para garimpar em áreas com bancos de areia e cascalho. Os garimpeiros podem encontrar ouro mais próximo da superfície no lado acima da lateral de um banco, onde a corrente deposita o ouro após uma inundação. No entanto, é possível encontrar ouro em qualquer parte do banco. A superfície do leito do rio em frente a um banco também pode conter ouro, pois ele é mais pesado do que outros materiais e assentará na água lenta antes que os outros sedimentos.

Cachoeiras
Onde achar ouro de aluvião
Nos chamados turbilhões de cachoeiras. Cachoeira é a parte de um rio em que um desnível brusco no leito fluvial causa a queda de um grande volume de água. Se no leito acima desta cachoeira o solo tiver ouro, então é possível que quando detritos e o ouro levados pelas correntes de uma chuva forte desçam rio abaixo fiquem pressos ai. Quando o ouro encontra uma cachoeira ou cascata que é, digamos, uma cachoeira menor, é possível que no turbilhão de cachoeriras fundas e não nos rasos, possam conter o ouro no fundo da fosa da cachoeira. Alguns garimpeiros procuram pepitas de ouro ai, porém é muito PERIGOSO devido a quantidade de água, à força da água na queda desta cachoeira ou aos repuxos da água no turbilhão. Geralmente as propções pela procura de ouro nestes locais são feitos em época de seca do rio.

Áreas amplas
Onde achar ouro de aluvião
Quando um rio se alarga, o fluxo de água diminui, o que permite aos sedimentos se assentarem e criarem depósitos. Essas áreas podem criar regiões rentáveis para o garimpo, sendo que o acesso ao material pode ser difícil, por estar em depósitos sob a água. Devido à dificuldade de trabalhar nessas áreas, garimpeiros amadores tendem a estender o tempo de trabalho. Outra vantagem que essas regiões oferecem é que os trabalhadores podem localizar áreas amplas em uma corrente, antes de visitar o local, com auxílio de mapas on-line e impressos, isto para áreas previamente estudadas e catalogadas.
Locais que nunca foram estudados deverão ter uma atenção melhor de quem esta na procura de ouro. 

Outros locais onde você poderá achar ouro
Onde achar ouro de aluvião
Garimpeiros podem encontrar sedimentos provenientes de inundações presos na vegetação ao longo da corrente. Esses sedimentos podem conter ouro. As bases de quedas d'água frequentemente causam erosão, com o tempo, criando uma depressão. Durante períodos em que o nível da água está baixo, um garimpeiro pode ser capaz de procurar nos sedimentos do leito de um rio sob uma cachoeira e encontrar ouro. Qualquer obstrução em uma corrente diminuirá o fluxo de água e poderá criar um depósito. Por exemplo, é possível encontrar pequenos depósitos em frente a pedras grandes, suportes de pontes e toras de madeira submersas.
O ouro também pode se encontrar nos locais onde a água da chuva que veio de uma área mais acima conhecida por ter ouro passou. Geralmente nestes caminho há barreiras naturais em que pepitas de ouro podem ter sido retido. Use um detector de metais ou um detector iônico para procurar ouro em locais secos.

Praia
Onde achar ouro de aluvião
O ouro de aluvião, ou seja que desce com as águas do rio podem dar ao mar.
Alias, o mar é o maior depósito de ouro do mundo mas a sua obtenção é um trabalho difícil, aliás, impossível até ao dia de hoje. Sendo prevista a sua prospção quando a maior parte das reservas naturais de ouro se esgotarem em terra.
Onde achar ouro de aluvião
Toda a areia e consequantemente ouro que não foi obstruido no caminho de um rio vão para até ao delta ou foz de praia onde este rio deságua. Procure nestas áreas por areia preta, retire uma amostra e observe com uma lupa, ou então use o sistema de bateia para verificar se há ouro nesta areia e se é ou não viável para você separá-lo da areia.

Poderá separar este ouro fino através do método de garimpo de adesão oleofílica, ou seja usando uma bateia untada com óleo, mas será preciso experiência extra para o fazer.
Onde achar ouro de aluvião

Outros links para tornar seu conhecimento sobre o ouro nativo maior e melhor para quando sair no terreno estar um passo à frente de outros garimpeiros amadores.

Bom estudo e boa sorte, SUCESSO

Fonte:

Tipos de depósitos de ouro encontrados no Brasil

Distribuição aurífera no Brasil
Conheça os 6 principais tipos de depósitos de ouro encontrados no Brasil

1.
Depósitos de ouro associados a ambientes Vulcano-Sedimentares do tipo Greenstone Belt
O ambiente GREENSTONE BELT constitui seqüência de rochas vulcânicas e sedimentares afetadas por metamorfismo de baixo grau, e em geral de idade arqueana ou paleoproterozóica, distribuídas em escudos Pré-cambrianos. No Brasil representam o principal ambiente geológico para ouro. Mais de 60% do território brasileiro é constituído por escudos pré-cambrianos que contem seqüências desse tipo de depósito com depósitos cujas reservas somam mais de 1000t de ouro.tipo de terra que tem ouro

O principal e mais tradicional GREENSTONE BELT produtor de ouro no Brasil é o do Rio das Velhas no Quadrilátero Ferrífero contendo as importantes minas de Morro Velho, Raposos, Cuiabá, etc.
No greenstone belt do Rio Itapicurú, Bahia, a principal jazida em operação é a de Fazenda Brasileiro encaixada em xistos máficos dentro de zonas de cisalhamento preenchidas por veios de quartzo-carbonático. Situação semelhante se da na jazida Mina III no greenstone belt de Crixás em Goiás.

Ambientes do tipo greenstone belt também, são identificados na província de Carajás e todos apresentam mineralizacões de ouro. No entanto, o principal produtor é o Grupo Itacaiúnas de grau metamórfico mais elevado. As principais jazidas são a do Igarapé Bahia e a do Salobo onde o ouro ocorre associado ao cobre.

Seqüências vulcano-sedimentares foram identificadas na região Centro-Oeste e definidas como arcos magmáticos mais recentes, no Neoproterozóico, com características bastante diversas dos greenstone belt mais típicos arqueanos. No entanto, estas são também produtoras de ouro tendo como exemplo as jazidas do Posse, Zacarias e Chapada na região de Mara Rosa.

2.
Depósitos de ouro associados à Meta-Conglomerados da idade paleoproterozoica
Trata-se de um depósito clássico no mundo tendo como padrão os tradicionais depósitos de ouro associado ao urânio e a pirita nos membros basais da bacia de Witwatersrand na África do Sul, responsáveis por aproximadamente 1/3 da produção de ouro anual no mundo. A mineralizacão e do tipo stratabound e estratiforme já que se relaciona a horizontes sedimentares específicos. Os meta-conglomerados são caracteristicamente do paleoproterozóico e repousam sobre embasamento arqueano, geralmente em proximidade com ambientes greenstone belt, que supostamente serviram como fonte do ouro depositado nos meta conglomerados.

No Brasil este tipo de deposito ocorre associado à meta-conglomerados da Formação Córrego do Sitio na região de jacobina, Bahia, e Formação Moeda, no Quadrilátero Ferrífero. No entanto os depósitos econômicos situam-se apenas em Jacobina, representados pelas minas de Canavieiras e João Belo que conjuntamente apresentam reservas da ordem de mais de 300 t de ouro e uma produção acumulada da ordem de 20 t.

3.
Depósitos de ouro associados a Itabiritos
Este tipo de depósito, genericamente denominado de Jacutingas, tem um caráter regionalizado já que ocorrem exclusivamente associações às formações ferríferas do supergrupo Minas na região do Quadrilátero Ferrífero e adjacências. São depósitos em geral de pequena tonelagem podendo, no entanto atingir altos teores que no caso da mina Gongo Soco pode variar de 20 a 34gAu/t. Este ouro é por vezes extraído como subproduto do minério de Ferro e tem como característica peculiar à ocorrência de Paládio formando uma liga com o ouro.

4.
Depósitos de ouro associados a sequências Metassedimentares de naturezas diversas
como achar ouro
Depósitos desse tipo são definidos como aqueles associados aos ambientes predominantemente metassedimentares cuja contribuição vulcânica, quando presente, e subordinada. Essas seqüências são principalmente de idade Proterozóico.

Em Paracatu (MG) o depósito do Morro do Ouro apresenta um dos mais baixos teores do mundo, da ordem de 0,6gAu/t, porem com reservas originais com mais de 100t de Au.o depósito esta encaixado em metassedimentos plataformais de idade Neoproterozóica e é compostos de filitos grafitosos ritmicamente intercalados com sedimentos clásticos e químicos onde o ouro ocorre em finas vênulas de quartzo. Depósitos com características semelhantes ocorrem na região do Rio Guaporé (MS) como o deposito de São Vicente, associado ao Grupo Aguapeí do Mesoproterozóico.

Na região dos Carajás os depósitos de Águas Claras, com aproximadamente 20t de ouro e o deposito de Serra Pelada encaixam-se em formações metassedimentares.

5.
Depósitos de ouro associados a intrusões graníticas e vulcânicas ácidas
A principal área onde foi identificado este tipo de deposito, encontra-se na região do Rio Tapajós e na região de Peixoto de Azevedo (MT). Estas duas regiões são tradicionais produtoras de ouro aluvionar em garimpos. No entanto, mais recentemente uma série de depósitos primários tem sido identificados em associação com rochas graníticas intrusivas anorogênicas do Mesoproterozóico, como a Suíte Maloquinha, na região do Tapajós e Suíte Teles Pires em Peixoto Azevedo.
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Os vulcanismos ácidos que acompanharam essas intrusões também são mineralizados e caracterizam um ambiente de vulcanismo continental. Esses depósitos geralmente ocorrem na forma stockworks ou veios de quartzo. No Tapajós ocorrem também depósitos associados a intrusões graníticas do paleoproterozóico assim como mineralizacões associadas a seqüências vulcano-sedimentares, no entanto as reservas mais significativas ate o momento reportadas referem-se apenas aos depósitos aluvionares.

6.
Depósitos de ouro aluvionares
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Rio Tapajós: bancos de areia mineralizados, draga flutuante de extração e o garimpo ‘Porto Rico’
As jazidas aluvionares são numerosas contendo mais de 100 cadastradas segundo o PNPO. As reservas conhecidas em cada depósito são, no entanto, em geral pequenas.Algumas exceções se restringem a áreas em que a mineração e conduzida por empresas organizadas como no rio Jequitinhonha (MG), onde são reportadas cerca de 15,6t de ouro como subproduto do diamante; Apiácas (MT) com 33t e Periquitos (RO) com 21,1t. As jazidas aluvionares foram as que mais produziram ouro no Brasil entre 1965 a 1997 com um total de aproximadamente371t seguida pelos depositos em ambiente tipo greenstone belt com 257t. Deve-se considerar que em muitos casos o ouro em aluvião tem sua fonte primaria relacionada às seqüências do tipo greenstone belt.

As principais regiões produtoras em aluviões estão concentradas na região Amazônica e atualmente são trabalhadas por garimpeiros. A produção oficial apresentada entre 1965 e 2001 na região do Rio Tapajós e de 130t; na região de Peixoto de Azevedo (MT) 50,4t; Alta Floresta (MT) 55,3t; e nos aluviões do Rio Madeira (fronteira AM e RO) alcançou 120t.

--- Os depósitos aluviais são muito retrabalhados e mutáveis devido à erosão fluvial. Depositados durante as secas ou nos locais de remansos quando cai a energia da corrente do rio, vão ser, em seguida, erodidos pela força da água da cheia ou pela mudança do curso do rio. Estruturas de estratificação cruzada de canal cut and fill são formadas assim. Normalmente são depósitos clásticos mal classificados e mal selecionados, de cascalho, areias e lamas, ambiente de aglomeração de metais pesados como o ouro.

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