oficina70.com: Pedras Preciosas
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Identificação de pedras preciosas por índice de refração

Índice de refração, ou IR é uma das assinaturas mais importantes de uma pedra preciosa. Medir o índice de refração é um dos primeiros passos na identificação de uma pedra preciosa, embora algumas gemas tenham índices de refração semelhantes, testes adicionais serão necessários para uma identificação definitiva.
Identificação de pedras preciosas por índice de refração IR
IR é a diferença entre a velocidade da luz no vácuo e a velocidade da luz na pedra preciosa. Quando a luz atravessa uma pedra preciosa, ela fica mais lenta porque uma pedra preciosa é mais densa que o ar. Isso faz com que o caminho da luz mude. A refração é a flexão da luz quando ela entra ou sai de uma gema. O ângulo de refração na pedra determina o seu IR. Pedras preciosas com um alto IR são mais brilhantes que aquelas com um baixo IR. O diamante tem um IR de 2,42; enquanto que o quartzo tem um IR de 1,54-1,55. O IR da maioria das gemas é facilmente medido usando um instrumento óptico simples conhecido como refratômetro.

O que é um refratômetro gemológico?
Refratômetro gemológico para pedras preciosas
É um instrumento utilizado para efetuar a medição do índice de refratividade de pedras preciosas através de seu brilho. Pode-se determinar se a gema é uniaxial ou biaxial, foto positiva ou foto negativa.

No mercado existem os Refratometro Gemológico Digital e o Refratometro Gemológico convencional, sendo que o primeiro é muito caro sendo usado por profissionais, já para aqueles em que o orçamento seja mais baixo o segundo também faz o trabalho do primeiro, porém sem a mesma rapidez.
Além do refratrômetro gemológico você irá precisar do líquido de refração e de uma tabela do índice de refração das pedras preciosas a qual segue a lista de mais de 140 principais variedades de gemas.

Gráfico de índice de refração
Gems with High Refractive Indices
Gemas com altos índices de refração, Esfalerita, Diamante e Hematita.
Algumas gemas são individualmente refrativas; eles têm apenas um índice de refração, mas a maioria é duplamente refrativa; eles têm dois índices de refração diferentes. Quando um raio de luz entra em uma jóia duplamente refrativa, ele é dividido em dois feixes, cada um viajando a uma velocidade diferente e em um caminho diferente através do cristal. A Birrefringência é uma medida da diferença entre os dois índices de refração em gemas que são duplamente refrativas, e varia de um mínimo de 0,003 a um máximo de 0,27. Muito poucas gemas são individualmente refrativas; na verdade, as únicas jóias conhecidas com essa propriedade são o diamante, espinélio e a granada.

Onde comprar:
Para comprar um refratômetro gemológico consulte sites como o Mercado Livre ou o AliExpress by China.

Refratômetro gemológico digital para identificar pedras preciosas

Clica no link a seguir para conhecer a lista dos índices de refração de mais de 140 variedades de gemas, organizadas em ordem decrescente.


Fonte:

Como garimpar diamantes usando peneira

Como garimpar diamantes usando peneira

Para encontrar diamantes pode usar uma peneira de tela.
 Se a malha da tela for mais larga, poderá usar um conjunto de tela cruzada.

Como usar uma peneira para garimpar diamantes
Como garimpar diamantes usando peneira
O uso da peneira no Garimpo é simples. Coloque os cascalhos de minerais dentro da peneira com um pouco de água e comece o processo de agitação através de movimentos circulares.
Como garimpar diamantes usando peneira
Esse movimento irá provocar a separação dentro da peneira dos materiais minerais, como o diamante. Os materiais minerais ficarão no fundo da peneira, aos poucos, vá separando os minerais, até que reste apenas os diamantes no fundo da peneira.
Como garimpar diamantes usando peneira

Use uma pinça para separar pedras suspeitas dentro da peneira ou então inverta a peneira jogando a areia no chão.
Como garimpar diamantes usando peneira

Este método de garimpo do diamante usa a densidade e a gravidade para estratificar os diamantes para o fundo, então a peneira é cuidadosamente invertida e qualquer diamante agora será visível próximo do centro.
Como garimpar diamantes usando peneira


Após ter encontrado pedras suspeitas, deverá proceder os testes de dureza de minerais:
http://www.oficina70.com/2017/09/escala-de-mohs-dureza-dos-minerais.html


Como identificar um diamante bruto:
http://www.oficina70.com/2015/01/como-identificar-um-diamante-bruto.html

Para apuração de cascalho coletado, deverá ser utilizado uma caixa com duas separação com água onde será utilizado 3 tipos de peneiras, a grossa, média e a fina.
Como garimpar diamantes usando peneira
O processo é da seguinte forma:
Colaca se uma pa do cascalho concentrado na peneira mais grossa e mergulhado na caixa o garimpeiro meche fazendo movimentos circulares para o material mais fino ir para o fundo da caixa e os possíveis diamantes se concentrarão no meio da peneira onde será jogado em uma banca para visualização, o diamante tem um brilho diferente das outras pedras, diamante é hidrofóbico ou seja, repelem a água e fica pouco tempo molhado devido a isto sendo mais fácil de encontrar, depois de passar todo o cascalho pela peneira grossa, será utilizado a média peirando o material que está no fundo da caixa, mergulhando do outro lado da caixa , fazendo o mesmo movimento.

Já para o garimpo de diamantes direto em rios, utilize peneiras médias ou finas.

Tipos de peneiras para garimpo:
As peneiras para garimpo de diamantes e pedras preciosas, são produzidas com materiais de alta qualidade, possuem aros de madeira, de alumínio ou de aço, com diâmetros que variam entre os 40cm a 60cm e em diferentes malhas em que as mais comuns são os seguintes modelos: 2 (11,46mm - Fio 18 1,24mm), 3.½ (6,02mm - Fio 18 1,24mm), 6 (3,52mm - Fio 22 0,71mm) e 14 (1,25mm - Fio 24 0,56mm). 


Minerais que podem ser encontrados no meio da peneira:
No centro deste concentrado de minerais pesados e escuros (satélites) encontra-se o diamante.
Os garimpeiros denominam satélites um ajuntamento de minerais característicos que o acompanham e o denuncia.
Como garimpar diamantes usando peneira

Os diamantes até nos aluviões ricos são raros e dificilmente podem ser encontrados através de testes. O prospector de diamante não procura a pedra diretamente, mas através de guias. Se achar esses guias, pode se abrir uma cata para encontrar alguns diamantes pequenos e se achar esses diamantes pequenos numa cata, poderá ter diamantes maiores numa pista de 50 metros.
Os garimpeiros de diamante conhecem os guias ou acompanhantes do diamante ou satélites, como prefiram falar.
Quando os encontram num cascalho, sabem que pode haver a preciosa pedra. Só que eles conhecem pela terminologia garimpeira.
Se o garimpeiro falar em esmeralda, cuidado, não é a belíssima pedra verde, trata-se somente do zircon.

Em todas as regiões de "cata", os garimpeiros usam termos curiosos para identificação dos acompanhantes do diamante, os satélites.

Alguns dos satélites (guias) mais importantes do Diamante:
Figado de galinha.--------Jaspe vermelho (Heliotropo)
Marumbé.--------------------Jaspe amarelo ou marrom
Palha de arroz.--------------Cianita
Chicória.-----------------------Granada piropo
Fundo.--------------------------Diamantes menores que um ponto
Ferragem.----------------------Rutilo
Fava.----------------------------Monazita (fosfato de Cerio)
Feijão preto.-------------------Goetita
Ovo de pomba.---------------Quartzo hialino rolado
Osso de cavalo.-------------Cianita
(Osso de cavalo e palha de arroz è a mesma coisa)
Cativo.---------------------------Martita
Pedra de Santana.-----------Pirita limonitizada
Pretinha.------------------------Turmalinitos
Pretinha reluzente.-----------Turmalina
Esmeralda.----------------------Zircão
Resina.---------------------------Estaurolita
Ilmenita.--------------------------Ilmenita magnesiana
No tapajós, observa-se grande quantidade de feijão preto e ovo de pombo e pouca chicória.

Onde comprar peneira para garimpar diamantes e pedras preciosas:
Onde comprar peneira para garimpar diamantes e pedras preciosas
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https://mercadolivre.com.br


Pedras preciosas ou semipreciosas

Quais são as pedras preciosas e quais são as semipreciosas?
As primeiras notícias sobre classificações de gemas foram em meados dos anos 1800, foram classificadas nas categorias de "pedras preciosas" e "pedras semipreciosas", e estes termos rapidamente se tornam populares e até hoje em dia são usados ​​em todo o mundo. A maioria das pessoas que vendem gemas e jóias estão familiarizados com os termos e até os usam. Estes termos permanecem em uso desde os materiais impressos até nas discussões de toda a indústria de pedras preciosas e jóias.
No entanto, muitas pessoas na indústria de jóias não gostam desses termos, e seu uso é controverso.

Quais são as "pedras preciosas"?
"Pedras preciosas" é um nome que geralmente é usado em referência a quatro tipos de gemas: diamantes, rubis, safiras e esmeraldas. Algumas pessoas incluíram opala, jade ou pérolas na classe "pedras preciosas", mas estas não receberam uso persistente e generalizado. Separar pedras em classes "preciosas" e "semipreciosas" levou muitas pessoas a acreditar que "pedras preciosas" são mais importantes e mais valiosas que as "pedras semipreciosas". Essa idéia tem sido apoiada pelo fato de que os diamantes, os rubis, as safiras e as esmeraldas representam mais de 98% do valor em dólares das importações de pedras preciosas dos EUA para o consumo relatado pelo serviço de Estudo Geológico dos Estados Unidos (U.S. Geological Survey).

Quais são as "pedras semipreciosas"?
Os nomes "pedras semipreciosas" e "pedras semi-preciosas" são utilizados para todas as variedades de pedras preciosas que não são categorizadas como "preciosas". Qualquer pedra preciosa adequada para uso em adornos pessoais seria incluída. As pedras semipreciosas incluem gemas formadas a partir de: ágata, âmbar, ametista, aquamarine, aventurina, calcedônia, crisololla, crisólase, citrina, granada, hematita, jade, jaspe, azeviche, kunzite, lapis lazuli, malaquita, pedra da lua, obsidiana, ónix, peridoto, rhodonite, sodalite, sunstone, olho-de-tigre, tanzanite, topázio, turquesa, turmalina e muitos outros materiais.

Algumas pessoas acreditam que a palavra "semipreciosa" é desonesta, irreverente, enganosa ou confusa, e que seu uso deve ser descontinuado. Talvez as pessoas que iniciaram essa classificação tiveram a intenção de lançar todas as gemas, mas algumas sob uma luz depreciativa?

Infelizmente, a eliminação da palavra "semipreciosa" do uso seria extremamente difícil. Ao longo dos últimos anos, dezenas de livros populares foram escritos com a palavra "semipreciosa" em seus títulos. Hoje, os termos aparecem repetidamente em inúmeros livros, revistas, páginas da web e outros documentos publicados por empresas da indústria de jóias, agências governamentais e instituições mais influentes na gemologia. Purgar esses termos de uso profissional seria difícil, mas, eliminando-os do uso comum seria quase impossível, até porque algumas pessoas realmente gostam desses nomes.

O "precioso" significa valioso, raro, bonito ou desejável?
A divisão de pedras preciosas nas categorias de "preciosas" e "semipreciosas" pode dar a algumas pessoas a idéia de que "pedras preciosas" são mais valiosas, mais raras, mais bonitas ou mais desejáveis ​​que as "pedras semipreciosas". Aqui estão alguns dos problemas de chamar algumas pedras "preciosas" com base em seu valor, raridade, beleza ou desejabilidade.

O problema "Valor"
Em 2004, a Aurora Australis Opal  foi vendida por US $ 1 milhão de dólares, um preço de mais de US $ 5500 por quilate. Cabochãos de Jade de alta qualidade de 8x10 milímetros pesam cerca de 2,5 quilates e podem chegar até aos US $ 25 mil. Gemas cortadas de berilo vermelho foram vendidos por mais de US $ 10.000 por quilate. Essas gemas têm valores muito maiores por quilate do que a maioria das "pedras preciosas" individuais vendidas no mercado dos Estados Unidos. Esses exemplos são evidências claras de que pedras semipreciosas podem valer muito dinheiro.

O problema da "Raridade"
Muitas pedras "semipreciosas" também são mais raras do que pedras preciosas. O berilo vermelho, a ammolita, o benitoíto, a sílica gema, a granada demantóide, o granada tsavorita e inúmeras outras gemas são encontrados em menor número de locais e produzidos em quantidades menores do que muitas das chamadas pedras "preciosas". Elas são incrivelmente raras em comparação, mas isso não lhes garantem o termo "precioso".

Os problemas de "beleza" e "desejabilidade"
A beleza e a conveniência são ambas as propriedades baseadas na opinião do observador. Seria interessante apresentar excelentes espécimes de diamante, rubi, esmeralda, safira e opala para uma seção aleatória de pessoas e perguntar-lhes quais, em sua opinião, são as mais bonitas ou desejáveis. É possível que a opala, tipicamente considerada como uma "pedra semipreciosa", vença ou coloque mais do que as "pedras preciosas" fora desta pesquisa de opinião.

Uma consideração de "Grau"
Além disso, as palavras "preciosas" e "semipreciosas" não consideram a "classificação" das pedras. A clasificação ("grade") é uma medida geral de qualidade e comercialização de pedras preciosas que considera a cor, clareza e preço potencial. Alguns rubis, safiras, esmeraldas e diamantes são de um grau que lhes dá um preço muito baixo, muitas vezes baixo o suficiente para que um grande número de pedras semipreciosas sejam mais valorizadas.

Por estas razões, os termos "pedra preciosa" e "pedra semipreciosa" são arbitrários e sem sentido. Se os termos desaparecessem repentinamente da linguagem de gemas e jóias, não haveria perda de precisão na comunicação comum. E ao mesmo tempo, um pouco de confusão desapareceria com eles. Por essa razão, os termos devem ser eliminados, mas eles estão tão arraigados na indústria e no uso do dia-a-dia que eliminá-los seria essencialmente impossível.

Concentre-se no que te apela
Uma pessoa interessada em comprar um item de jóias não deve ser influenciada pelos nomes "preciosos" ou "semipreciosos". Em vez disso, eles devem se concentrar no que as pedras preciosas atraem para eles, se se adequam ao uso pretendido, e tem um preço que eles estão dispostos a pagar. Os nomes "preciosos" e "semipreciosos" são designações antigas e arbitrárias que nunca foram realmente significativas.

Todas as gemas são "preciosas"
Uma pedra preciosa é um mineral ou outro material natural, que possui a beleza e a durabilidade necessárias para uso como adorno pessoal ou objeto ornamental. Algumas pessoas acreditam que qualquer pedra que atenda a esta definição deve ser considerada algo especial e "precioso".

Nota:
Quase todas as pedras roladas/polidas correspondem à definição de "pedra semipreciosa", mas, ao mesmo tempo, são belos exemplos de criações naturais sendo que, cada uma delas poderia ser considerada uma "pedra preciosa".

Alguns exemplos de pedras semipreciosas:

Fontes:

Gemas de A a Z - ÁGATA

Bem-vindo à seção de gemas, um guia de referência informacional das melhores pedras preciosas.

Existe cerca de 130 espécies minerais classificadas como pedras preciosas (gemas), no qual apresentaremos aqui uma seleção das mais procuradas e apreciadas.

Ágata
A ágata é uma variedade de Quartz com forma e faixas microcristalinas de grão fino. Os belos padrões de cores e as bandas tornam esta pedra preciosa translúcida muito única. Os ágatas podem ter vários estilos e padrões distintivos, mas cada Ágata é único em seu próprio hábito, sendo que não ágatas iguais. 
A ágata é o tipo mais variado e popular de calcedônia, com muitas variedades por conta própria. Embora o padrão em cada Ágata seja único, a localidade de uma Ágata proporcionará semelhanças no estilo e cor das faixas, oferecendo assim vários nomes com um prefixo geográfico. Alguns exemplos são Ágata Laguna (de Ojo Laguna, México) ou Ágata de Botswana (de Botswana). Outros nomes de variedades usaram cores ou padrões específicos, como Ágata de Fogo, Ágata de Olho ou Ágata Musgo.

A ágata geralmente se forma em nódulos arredondados ou botões que precisam ser cortados e abertos para mostrar o padrão interno escondido na pedra. A maior parte da ágata esta em seu estado natural. Os espécimes devem ser polidos para mostrar a beleza total. Grande parte da Ágata vendida para colecionadores foi tratada, sob a forma de pedras roladas ou pedras polidas. As formas mais populares de Ágatas comercializadas incluem nódulos ou geodos cortados no meio em duas secções transversais polidas, ou placas finas de seções transversais dos nódulos ou geodos.
A formação de Ágata é mais frequentemente da deposição de camadas de vazios de enchimento de sílica em vesículas vulcânicas ou outras cavidades. As camadas se formam em etapas com algumas camadas fornecendo uma nova cor alternadamente. Uma vez que as cavidades são de forma irregular e única, cada Ágata forma seu próprio padrão com base na forma da cavidade original. Quando uma cavidade é completamente preenchida, ela forma uma massa sólida de Ágata, mas muitas vezes é apenas parcialmente preenchida, deixando um vazio oco que geralmente possui crescimento de Quartz cristalino em sua camada interior. Esta é a causa da formação de Ágata no revestimento exterior da maioria dos geodos.

Não muita rara mas curioso, é a ágata com água dentro, conhecida como Ágata Enhydros, pois no seu interior encontra-se nódulos contendo bolhas de água presas. A água pode ser vista do lado de fora do nódulo quando mantida na luz. Também conhecida como Ágata Enhydritica.

Ágata é muitas vezes tingida para melhorar suas cores. Isto é especialmente feito com as  Ágatas do Brasil. As cores neon brilhantes, como azul brilhante e vermelho, raramente são naturais.

A ágata tem o nome do rio Achates (agora conhecido como o rio Dirillo) na ilha da Sicília, na Itália, cujas águas superiores eram uma fonte antiga desta pedra preciosa.

Variedades
Existem vários nomes de variedades de Ágata que geralmente são usados por colecionadores e revendedores, mas também há uma abundância de nomes de variedades que são inventados pelos concessionários para descrever uma localidade ou outro hábito. 
Uma outra nota sobre as variedades de Ágata é que uma Ágata pode ser legitimamente classificada em mais de uma variedade. Por exemplo, uma Ágata pode ser tanto um Ágata de Laguna como um Ágata da Fortificação.

Variedade mais rara de ágata:
(most rare variety of agate is a geometric agate from brazil)
Ágata geométrica - Diferente de todas as demais formas, esta possui lados completamente planos naturalmente e algumas ôcas com superfícies planas interna e externamente.
(rare brazilian geometric agate found in Paraiba)
Encontrada na Paraíba, ainda estão sob estudos, mas muitos colecionadores, artistas e museus já começam a busca por exemplares que variam de 3 a 14 lados, variando de apenas alguns gramas até 19 quilos e 800 gramas já retirada com lados polidos naturalmente.

Estas ágatas únicas foram descobertas no Brasil em 1974. Elas têm formas geométricas naturais e provavelmente foram formados no espaço entre um trabalho de látex de placas de calcita. Elas foram minados várias vezes na década de 1970 e nenhum material novo foi produzido desde então.

Variedades mais comuns:
Ágata rendada azul - Ágata com faixas azuis claras em um padrão laçado ou ondulado.
Ágata de Botswana - Ágata do país africano de Botswana, com grandes linhas paralelas de branco, roxo ou pêssego.
Ágata Brecciada - Ágata com fragmentos quebrados naturalmente cimentados juntos; parece semelhante à brecha.
Ágata Condor - Ágata de San Rafael, Argentina, muitas vezes com cores vivas.
Ágata Crazy Lace - Ágata com torção de várias cores.
Ágata Dendrítica - Calcedônia Translúcida com inclusões tipo árvore ou de samambaias. A Ágata Dendrítica não é tecnicamente uma Ágata verdadeira, pois falta os padrões de bandas exibidos em Ágatas.
Ágata de olho - Ágata com anéis concêntricos e concêntricos perfeitamente arredondados.
Ágata de fogo - Forma de ágata ou calcedônia que é iridescente com um jogo de cores ou "fogo" semelhante ao de Opal. Os ágatas de fogo geralmente têm bolhas botrioidais incluídas em seu interior. O jogo de cor é causado por inclusões de Goethite ou Limonite.
Ágata Fortificação - Ágata com um padrão em que todas as bandas se conectam entre si, fazendo com que se assemelhe a uma fortaleza medieval (ou seja, fosso imaginário e paredes que cercam o castelo).
Agata iris - Ágata iridescente rara que exibe cores espectrais em uma base translúcida incolor ou branca.
Ágata Laguna - Forma bem conhecida de Ágata colorida com bandas muito densas de Ojo Laguna, Chihuahua, México.
Ágata Musgo - Calcedônia contendo inclusões densas de Hornblende verde que fazem com que o padrão pareça com musgo. Ágata de musgo não é uma verdadeira Ágata, pois não possui os padrões de bandas da Ágata.
Ágata Sagenite - Ágata com inclusões acíclicas ou apontadas de vários minerais. Essas formações de cabelo são muitas vezes organizadas em formas tipo explosões.
Ágata pele de cobra (Snakeskin) - Ágata com uma camada semelhante a uma escala que se assemelha à pele de uma cobra. Também se refere a uma Ágata avermelhada com pequenas bandas concêntricas pretas.
Ágata Ovo de trovão - Nódulo arredondado cheio de ágata no centro. O termo Thunder Egg é geralmente reservado para tais nódulos encontrados em Oregon, mas o termo também pode abranger nódulos similares de outros locais.

Variedades em que o nome geralmente não é aceito:
Ágata Geode - Uma camada grossa de Ágata que envolve uma cavidade em um geode que geralmente é revestida com uma camada de pequenos cristais de quartzo.
Ágata Jasper - Opaca e multicolorida Jasper com faixas; também pode se referir a uma única pedra com uma combinação de Agata e Jasper.
Ágata petrificada - Madeira Petrificada na forma de Ágata, com padrões de bandas.
Ágata Agua Nueva - Ágata da localidade mexicana de Agua Nueva. Ágata Água Nueva é conhecida por suas formações de faixas roxas e cor-de-rosa.
Ágata da nuvem - Ágata cinzenta com manchas borradas e neblina de inclusões.
Ágata de Coyamito - Ágata de Rancho Coyamito, México, que muitas vezes tem bandas avermelhadas.
Ágata Dryhead - Ágata de Montana com faixas laranja e acastanhada.
Ágata Enhydros - Nódulo de ágata contendo bolhas de água presas. A água pode ser vista do lado de fora do nódulo quando mantida na luz. Também conhecido como Ágata Enhydritica.
Ágata de Fairburn - Forma de Ágata de Fortificação de Fairburn, Dakota do Sul.
Ágata fóssil - Ágata que se forma como uma substituição de material orgânico, como madeira e conchas.
Ágata Uva - Esférulas de Ágata ou Calcedônia agrupadas em um hábito botryidal, semelhante a um cacho de uva.
Ágata do Lago Superior - Ágata da região do basalto do norte de Michigan, perto das margens do Lago Superior.
Ágata da paisagem - Ágata que se assemelha a uma paisagem cênica, como as formações de montanha.
Ágata de renda mexicana - Ágata consistindo de bandas finas em um padrão laçado ou ondulado.
Ágata de Moctezuma - Ágata da Estacion Moctezuma, no México, conhecida por cores pastel.
Ágata azul de Mojave - Ágata com uma cor azul clara ou azul-cinza do deserto de Mojave, na Califórnia.
Ágata de Nipomo - Ágata com inclusões de Marcasite encontradas em Nipomo, San Luis Obispo Co., Califórnia.
Ágata Snakeskin de Oregon - Ágata branca ou cremosa ou Calcedônia com uma "pele" enrugada ou quebrada, parecida com a pele de uma cobra; encontrado no Oregon.
Ágata pluma - Ágata com inclusões em padrões de pena.
Ágata de Queensland - Forma distinta de Ágata de Agate Creek, em Queensland, Austrália.
Ágata do arco-íris - Ágata iridada que exibe umas placas finas de efeito multicolorido.
Ágata Sweetwater - Ágata com padrões em forma de estrela de inclusões de óxido de manganês, encontrado no rio Sweetwater, Wyoming. Ágata de Sweetwater não são verdadeiras ágatas, pois falta os padrões de bandas, mas é uma forma de Ágata de Musgo.
Ágata de tubo - Ágata com formações semelhantes a tubos que às vezes são vazias.

Fontes:

Pietersita a pedra multicolorida

Pietersite, a pedra que muda de cor
Uma Pietersite multicolorida áspera, ou seja, na forma natural cristalizada, converge em vários tons de cores, porém, quando polida ela perde a fratura e consequentemente o poder de conversão e diversidade de refração das cores.
A forma mais rara de pietersite é a de cristal bruto sendo que a maioria das pedras são cortada em cabochão para uso comercial.

Pietersite é o nome que se dá a este agregado (geralmente mesclado) de cor azul escuro, cinza, azul acinzentado, laranja, castanho, dourado ou avermelhado, composto principalmente de olho de falcão e olho de tigre.

Foi descoberto na Namíbia por um homem chamado Sid Pieters em 1962. Ele registrou sua descoberta na Grã-Bretanha e a descoberta só foi publicada em 1964, e nomeou-a de Pietersite em sua homenagem, claro.
Durante muitos anos, acreditava-se que este material só fosse encontrado na Namíbia.


Mas, em 1993, um material semelhante foi descoberto na província de Hunan, embora os espécimes não tenham chegado ao mercado até 1997.
Agora acredita-se que a mina na China tenha fechado sendo que a produção na Namíbia é limitada tornado-a uma "gema" bastante difícil de se encontrar no mercado.

Veja e compare o mineral de Pietersite nos seguintes sites:
https://www.gemrockauctions.com/auctions/pietersite-rough-575-carats-breathtaking-279601

Porém há quem confunda um pouco a Pietersite com uma outra pedra que pertence ao ramo da família do olho de tigre chamado riebeckite, mais nomeadamente o magnesio-riebeckite como a da foto abaixo.
Magnesio-riebeckite (azul), esferalerita (castanho dourado), lennilenapeite (castanho cinza) e abaixo calcie (branco) encontrada em Franklin, New Jersey, USA. Da coleção de foto de Robert A. Boymistruk.
O olho de tigre é o que os geólogos se referem como um pseudomorfo, um mineral que muda para outro. O olho de tigre começou sua vida como a crocidolita mineral, uma forma de amianto. Como o quartzo substituiu a crocidolita, tomou a forma do mineral fibroso e isso é o que causa a causalidade nas pedras preciosas dessa família.

Pietersite da China
Ao contrário dos olhos de tigre, a superfície de uma gema pietersita parece bastante caótica, com riscas e cores em todas as direções. Isso ocorre porque durante a formação do cristal, os materiais que a compõem foram quebrados, rodaram de cada lado, e depois foram reformados e cimentados juntos por quartzo. Pedras e cristais que atravessam esse processo são referidos como brecciados.
As cores Pietersite incluem tons de azuis, vermelhos enferrujados, dourados e castanhos. O azul varia de um azul bebê a uma tonalidade azul escuro da meia-noite.
Já na pietersita chinesa, geralmente ocorre em tons de ouro, segmentos de cor vermelha e azul, que às vezes também incluem um marrom dourado profundo.

Corte da Pietersita para uso na joalheria
Pietersite é mais comum e quase exclusivamente cortado e lapidado em cabochão (cabochons) para pingentes.
Isso ocorre porque um corte alto e redondo é necessário para maximizar o efeito de conversão. A orientação do corte é crítica com pietersite, pois deve ser cortada exatamente paralelamente ao comprimento das fibras.



Veja fotos da Piersite em cabochão:
https://www.pinterest.pt/haroldsunken/pietersite/?lp=true

Pietersita é uma variedade de calcedônia sendo sua fórmula:
SiO2
Calcedônia com fibras embutidas de minerais anfíboles com diferentes graus de alteração. Cores azul-cinza, marrom e amarelo. As fibras causam uma tendência semelhante à observada nos olhos de tigre, mas o olho de tigre não é feito de calcedônia, é quartzo macrocristalino.

Conheça as variedades de Pietersite:

Como identificar minerais no seu estado bruto

Uma das dificuldades enfrentadas pelos colecionadores de minerais que não são geólogos ou engenheiros de minas é a identificação das peças de sua coleção. Alguns minerais são bastante comuns na natureza e no comércio, sendo por isso bem conhecidos dos colecionadores. Outros, porém, são muito procurados não pela beleza, mas pela raridade, e podem não ser de fácil identificação.



Quando a peça é adquirida por compra obviamente já vem identificada. Mas, infelizmente, muitas lojas não oferecem segurança nesse aspecto, pois às vezes não sabem exatamente o que estão vendendo, ou sabem mas não escrevem o nome corretamente. Isso é comum em muitas das lojas no Brasil.

O que fazer?
Há dois caminhos: um é procurar alguém que entenda do assunto, como um geólogo ou pelo menos um colecionador muito experiente; outro é o próprio colecionador tentar identificar o mineral, com o uso de manuais, dicionários ou guias de mineralogia.

Serviço de identificação de minerais gratuito:
O Museu de Geologia do Serviço Geológico do Brasil (museugeo@cprm.gov.br), em Porto Alegre (RS) oferece serviço gratuito de identificação de minerais e faz doação de minerais e rochas a escolas.

Tentar identificar minerais é uma tarefa que pode ser difícil, mas que será cada vez mais fácil à medida que se for adquirindo experiência. Nas orientações a seguir, vamos tratar da identificação de minerais no estado bruto (não lapidados) e sem uso de equipamento ou análises sofisticadas.

A identificação pelas propriedades físicas
A identificação de minerais pelo exame a olho nu utiliza as propriedades físicas das pedras e, uma exceção, o comportamento quando atacado pelo ácido clorídrico (também chamado de ácido muriático) diluído e a frio.
São muitas as propriedades a examinar, como veremos a seguir. Os livros de mineralogia geralmente apresentam os minerais classificados pela composição química, iniciando com os elementos nativos (ouro, prata, diamante, enxofre etc.), que são os quimicamente mais simples, passando a seguir para os de composição cada vez mais complexa (sulfetos, cloretos, sulfatos, carbonatos, silicatos e assim por diante). Essa maneira de apresentação é racional, mas pouco prática quando se trata de determinar uma espécie desconhecida. Para isso, são preferíveis aquelas que agrupam os minerais de acordo com uma ou duas propriedades físicas e então, levando em conta outras características, vão reduzindo o leque de possibilidades, até chegar a uma só espécie ou a pelo menos algumas poucas.

Equipamento para determinar as propriedades físicas dos minerais
Antes de descrever as propriedades dos minerais, é importante saber o equipamento que todo colecionador deve possuir. São coisas simples e baratas.

- Canivete ou outra lâmina de aço;
- pequena (poucos centímetros) placa de porcelana branca fosca (não esmaltada);
- ímã (pequeno), preso a um fio fino e bem flexível, como uma linha de costura;
- lupa que aumente 10 vezes (menos do que isso é pouco, mais do que isso é desnecessário). Use a lupa perto do olho e aproxime o mineral dela até vê-lo com nitidez;
- frasco com ácido clorídrico diluído a 10% (90% de água). Esse ácido é vendido em lojas de material para construção sob o nome de ácido muriático. Ver qual é a concentração e acrescentar água se necessário.

É importante também possuir pelo menos alguns dos minerais da Escala de Mohs, como quartzo, fluorita, calcita e ortoclásio. O que é e como se usa a Escala de Mohs você verá adiante, quando ler sobre a dureza dos minerais.

Se puder comprar uma lâmpada de luz ultravioleta, o colecionador terá não apenas um recurso adicional para identificação de seus minerais, mas também um ótimo passatempo, pois testar a fluorescência de minerais e outras substâncias é uma atividade que encanta pelas surpresas que proporciona.

As propriedades físicas dos minerais
São muitas as propriedades físicas usadas na identificação dos minerais. Cada espécie, porém, tem aquelas que lhe são mais típicas. Para algumas, é fundamental a cor (ex.: malaquita, azurita); para outras, densidade, cor e brilho (galena, por exemplo); algumas têm como propriedade diagnóstica o magnetismo (ex.: magnetita, pirrotita) ou a clivagem (calcita, micas etc.). A prática ensina o que cada espécie tem de mais característico.

Cor - alguns minerais têm cor variável (minerais alocromáticos), mas outros têm sempre a mesma cor (minerais idiocromáticos) e isso ajuda muito na sua identificação. A pirita é sempre amarela e a malaquita, sempre verde. Já o quartzo pode ser incolor (cristal de rocha), amarelo, laranja, vermelho (citrino), preto (mórion), roxo (ametista), rosa, cinza, branco etc.

A cor deve ser observada numa superfície fresca, como a de uma fratura recente. A cor de alguns minerais altera-se facilmente. A bornita é rosada, mas após poucos minutos em contato com o ar adquire belas cores azul-escura e púrpura. A calcopirita é amarela, mas também adquire facilmente cores vermelha, azul e púrpura misturadas. Nos dois casos, as cores surgem por oxidação e aparecem apenas na superfície. Quebrando o mineral, vê-se a cor verdadeira.

Dureza - o mineral que risca outro tem dureza maior (ou igual) que a do que foi riscado. Assim, o quartzo risca os feldspatos, a apatita, a fluorita etc. e é riscado pelo topázio, pelo coríndon e pelo diamante. A apatita é a substância que forma o esmalte dos nossos dentes e nada é mais duro que ela no nosso organismo. Ortoclásio é um dos vários tipos de feldspato. Coríndon é uma espécie mineral que tem duas variedades famosas, o rubi e a safira. O diamante risca não só todos os outros minerais da Escala de Mohs, mas todos os minerais conhecidos. E sua dureza (10,0) é muito maior que a do coríndon (9,0).


É importante lembrar que a dureza 4,0 não é o dobro da dureza 2,0, assim a apatita não tem metade da dureza do diamante. Nessa escala, a dureza não tem um crescimento uniforme e entre aos valores 9,0 e 10,0 a diferença é muito maior que entre 7,0 e 8,0 ou entre 3,0 e 4,0, por exemplo. A Escala de Mohs é, pois, uma escala de dureza relativa. Existem escalas de dureza absoluta, mas para usá-las são necessários equipamentos sofisticados.

É fundamental também saber que alta dureza é alta resistência ao risco, mas não alta resistência à fratura, torção ou deformação. O mineral difícil de quebrar, torcer ou amassar tem alta tenacidade, não alta dureza. O diamante tem dureza altíssima, mas baixa tenacidade. O jade, ao contrário, tem alta tenacidade, mas dureza apenas média (entre 6,0 e 7,0).

O aço, como o de um canivete ou tesoura, tem dureza em torno de 5,0. O vidro também tem dureza em torno de 5,0. Minerais que são riscados pela unha humana têm dureza inferior a 2,0. A maioria das pedras preciosas tem dureza 7,0 ou maior.

Para fazer o teste de dureza, escolha uma superfície do mineral a ser testado que não esteja alterada (superfície fresca). Não é necessário um risco grande, 2 ou 3 mm são o suficiente. Após friccionar o material de dureza conhecida contra o mineral, remova as partículas que ficaram soltas para ver se ele realmente foi riscado. As partículas podem ser não do mineral que está sendo testado, mas do mineral de dureza já conhecida.

Conheça mais sobre a Escala de Mohs e a dureza dos minerais clicando no link a seguir:

Transparência - minerais de brilho metálico são opacos (cromita, calcopirita, pirolusita) e a maioria das gemas são transparentes (ametista, citrino, turmalina, topázio, granada) ou pelo menos translúcidas (quartzo rosa, ágata). O mineral é translúcido quando permite passar a luz, mas não se pode ver através dele com nitidez.

Hábito - alguns minerais costumam ser encontrados como cristais bem formados. Ex.: pirita (cubos e outras formas), quartzo, berilo (prismas com seis faces verticais), granadas (grãos de 12, 24 ou 36 faces). Outros raramente formam belos cristais (rodonita, rodocrosita, ouro etc.).

A morfologia dos cristais é descrita em todos os manuais de mineralogia, que chamam essa propriedade de hábito. Minerais como o crisotilo têm sempre hábito fibroso, mas a calcita pode formar cristais com hábitos (e cores) bem variados.

Clivagem - é a tendência que têm alguns minerais de quebrar sempre em determinadas direções. Ex.: mica, topázio (uma direção), calcita (três direções). Conforme essa tendência seja mais ou menos acentuada, a clivagem é perfeita, boa, regular, má, etc.

Observando os cristais que têm clivagem, pode-se ver fissuras em uma ou mais direções, indicativas de planos onde há tendência a quebrar. Minerais como o quartzo não possuem nenhuma direção de clivagem, ou seja, a tendência de quebrar é a mesma em todas as direções.

Densidade - há minerais muito leves, como a epsomita (densidade 1,70), e outros muito pesados, como o ouro (19,30). Os escuros e de brilho metálico costumam ser pesados. Os claros e transparentes costumam ser leves (o diamante e a barita, porém, são claros, mas relativamente pesados). Qualquer pessoa dirá que a galena (densidade 7,5) é pesada. Mas a densidade de espécies como a fluorita (3,18) e o topázio (3,55) chama a atenção de pessoas com experiência no manuseio de minerais.

Saiba como identificar a densidade de um mineral fazendo o teste de gravidade específica clicando no link a seguir:

Fluorescência e fosforescência - fluorescência é a luminosidade emitida por uma substância quando está sob a ação de uma radiação invisível, como raios X ou luz ultravioleta. Um cristal de calcita colocado num ambiente escuro e sob a ação de luz ultravioleta deveria permanecer escuro, uma vez que essa luz é invisível aos olhos humanos. Entretanto, ele fica alaranjado, pois é fluorescente. Uma opala cinza-azulada sob a ação da mesma luz fica verde-clara.

Um estudo completo sobre a fluorescência nos minerais brutos estão nos links a seguir:
Se ao cessar o efeito da radiação invisível a luminosidade persistir, ainda que por poucos segundos, diz-se que a substância é fosforescente. Outros minerais fluorescentes são, por exemplo, a fluorita (daí vem a palavra fluorescência), a willemita, a franklinita e muitos diamantes.

Magnetismo - alguns minerais são atraídos por um ímã de mão, o que ajuda na sua identificação. Dois exemplos são a magnetita (daí vem a palavra magnetismo) e a pirrotita. Para ver melhor se o mineral é magnético, amarre o ímã num fio fino e flexível e aproxime-o, assim pendurado, do mineral.

Saiba mais sobre minerais magnéticos clicando no link a seguir:

Reação ao ácido clorídrico
Há substâncias que sob a ação de uma gota de ácido clorídrico diluído a 10% e a frio dão uma efervescência, liberando dióxido de carbono. Exemplos disso são a calcita, o coral, as pérolas e a maioria das conchas. Como a calcita é um mineral muito comum, vale a pena ter esse ácido sempre à mão.

Cuidado:
uma gota de ácido clorídrico diluído não afeta sua pele, mas pode furar sua roupa.

Outras propriedades dos minerais
Há várias outras propriedades úteis na identificação de minerais. Entre elas estão radioatividade (ex. monazita), flexibilidade (ex. cobre, prata), elasticidade (ex. micas), sabor (ex. halita, calcantita), odor (ex. enxofre) e fratura(que pode ser serrilhada, irregular etc.).

Conheça minerais com cheiro clicando no link a seguir:

Conheça os minerais com sabor clicando no link a seguir:

Fontes:

Como identificar minerais comuns, o Quartzo

Como os minerais são os blocos de construção das rochas, é importante que você aprenda a identificar as variedades mais comuns.
Os minerais podem ser distinguidos usando várias características físicas e/ou químicas, mas, como a química não pode ser determinada prontamente no campo, os geólogos usam as propriedades físicas dos minerais para identificá-los.

Estes incluem características como a forma do cristal, dureza (em relação a uma lâmina de aço ou a unha do dedo), cor, lustre e raia/rastro, (a cor quando um mineral é moído em pó). Geralmente, as características listadas acima só podem ser determinadas se os grãos minerais estiverem visíveis em uma rocha. Assim, a chave de identificação distingue as rochas em que os grãos são visíveis e aqueles nos quais os componentes minerais individuais são muito pequenos para se identificar.

As descrições abaixo usam vários termos ou números para descrever a forma do mineral, a dureza, a aparência após a quebra ou outros atributos.

Oficina70.com traz uma série de artigos que te ajudarão a identificar um mineral em campo, na antureza.

ATENÇÃO:
Quando for sair em busca de minerais, siga as regras de boa conduta e respeito pela natureza e evite multas e apreenção de ferramentas e minerais.

Quartzo
Os minerais cristalinos são geralmente Quartzo
O quartzo é o segundo mineral mais abundante da Terra (aproximadamente 12 % vol.), perdendo apenas para o grupo de feldspatos.
Possui estrutura cristalina trigonal composta por tetraedros de sílica (dióxido de silício, SiO2), onde cada oxigênio fica dividido entre dois tetraedros.

Existem diversas variedades de quartzo, alguns chegando a ser considerados pedras semi-preciosas sendo que a lista de alguns deles esta no fim deste artigo.

O quartzo é um mineral extremamente comum, e sua aparência brilhante e cristalina detecta a atenção de muitos colecionadores. O quartzo tem uma dureza de 7 na escala de Mohs e demonstra qualquer tipo de fratura quando quebrada, nunca a superfície plana de clivagem. Não deixa uma marca notável em porcelana branca. Tem um brilho vítreo ou brilho.

O quartzo leitoso é quartzo branco
A cor branca vem do gás de dióxido de carbono preso dentro da estrutura de quartzo. O quartzo leitoso geralmente é maciço, mas os cristais bem bem formados também são comuns. Nas montanhas de Huachuca, quartzo leitoso ocorre um material de enchimento em fraturas (veias minerais). Todo o quartzo tem uma dureza de 7 na escala de dureza Mohs e pode facilmente arranhar o vidro. O quartzo leitoso é brilhante e translúcido. O quartzo não tem clivagem e quebra com uma fratura que varia de concoidal a irregular.

Quartzo rosa
O quartzo rosa é uma variedade de quartzo maciço e translúcido com uma cor rosa. Não tem clivagem, quebra com uma fratura conchoidal, e tem uma superfície brilhante. Dependendo da qualidade, pode ser usado como uma pedra preciosa ou uma pedra de jardim decorativa.

Ametista é quartzo roxo
Pode ocorrer como cristais de quartzo bem formados em geodes ou cristais deformados em uma veia mineral. Se a qualidade for alta o suficiente, a ametista é usada como uma pedra preciosa. O brilho da ametista geralmente é vítreo (brilhante).

Os minerais duros e vítreos sem cristais podem ser um tipo diferente de quartzo, chamado chert.
Todos os tipos de quartzo são cristalinos, mas algumas variedades, chamadas "criptocristalinas", são feitas de cristais minúsculos não visíveis aos olhos. Se o mineral tiver uma dureza de 7, fraturas e um brilho vítreo, pode ser um tipo de quartz chamado chert. Ele é mais comumente marrom ou cinza.

"Flint" é uma variedade de chert, mas é categorizado de muitas maneiras diferentes. Por exemplo, algumas pessoas podem se referir a qualquer chert preto como pederneira, enquanto outros só podem chamá-lo de pederneira se tiverem certo brilho ou foram encontrados entre certos tipos de rocha.

Variedades do Quartzo
Sendo o mineral mais comum na natureza, existe um número impressionante de designações diferentes. A distinção mais importante entre tipos de quartzo é entre as variedades macrocristalinas (com cristais individuais visíveis a olho nu) e criptocristalinas (agregados de cristais apenas visíveis sob grande ampliação).

Variedades cristalinas:
Cristal de rocha ou quartzo hialino
Citrino
Quartzo fumado ou Enfumaçado
Quartzo morion
Quartzo rosa
Quartzo verde
Ametista ou Quartzo roxo
Quartzo amarelo
Cristal branco
Quartzo azul
Quartzo olho-de-falcão
Olho-de-tigre
Olho-de-gato
Quartzo sagenítico

Variedades criptocristalinas fibrosas (calcedônias):
Calcedônia
Ágata
Carneliana ou cornalina
Sárdio
Crisoprásio ou crisoprase
Heliotropo ou heliotrópio
Ônix
Ágata muscínea ou ágata musgo
Madeira petrificada
Plasma (mineral)

Variedades criptocristalinas granulares:
Sílex
Jaspe
Prásio

Saiba como limpar e polir cristais de quartzo:
http://www.oficina70.com/2018/03/como-limpar-e-polir-cristais-de-quartzo.html

Museu do Quartzo:
Visite o Museu do Quartzo

Fontes:

Como identificar minerais

Identificar minerais é como jogar um esporte. Você recebe um conjunto específico de princípios ou regras a seguir. Para ser bom em um esporte como o basquete, por exemplo, não se deve apenas conhecer as regras, mas deve-se também praticar. Os mesmos conceitos se aplicam à identificação de minerais. Depois de conhecer as diretrizes, você deve aplicar o que aprendeu e desenvolver uma habilidade para isso.
Considerando que até 1 de agosto de 2017 haviam 5272 minerais no mundo, sendo 208 produzidos por atividades humanas, onde 29 são minerais carboníferos.

Mas antes, o que é um mineral?

Existem cinco requisitos que devem ser cumpridos para que uma substância seja considerada um mineral:

· ocorrer naturalmente

· ser inorgânico
· sólido
· com composição química definitiva
· com uma estrutura de cristal ordenada

"Ocorrer naturalmente" significa que foi criado na natureza. "Inorgânico" significa que não é feito por um organismo. "Sólido" significa que não é um líquido ou gás à temperatura e pressão padrão. "Composição química definitiva" significa que todas as ocorrências desse mineral possuem uma composição química idêntica em um intervalo limitado específico. "Estrutura de cristal ordenada" significa que os átomos em um mineral estão dispostos em um padrão sistemático e repetitivo.

História dos Minerais
A identificação mineral e a coleta de pedras preciosas remontam ao início do império greco-romano, início da China e da antiga Babilônia. O primeiro documento gravado sobre este tema remonta a 77 dC com o filósofo grego Plínio o Ancião. Ele não só discute seu amor para com as pedras preciosas ou outros minerais, mas também muitas de suas propriedades.

Em 1556 Georgius Agricola (considerado o pai da geologia como ciência) escreveu De Re Metallica ("Da natureza dos metais") e De Re Fossilium ("Os fósseis naturais"), que realizaram um estudo sistemático de minerais e suas diversas propriedades. A mineralização baseada em sua estrutura cristalina e propriedades ópticas foi fundada no século XVII com a invenção do microscópio.

Material de que vai precisar:
· Lupa (10X)
· Martelo de geólogo
· HCL (ácido clorídrico)
· Livro de Mineralogia
· Placa de cerâmica não vidrada
· moeda de cobre
· Imã
· Pedaço de vidro (2x2 polegadas)
· 1 prego
· Canivete
· Bloco de anotações
· Lápis ou caneta
· Luz UV
· 1 clip de papel
· Escala digital barata
· 1 copo de plástico (prefiro usar uma xícara pequena)
· Agua

Descrição das Ferramentas Necessárias: Lupa: um dispositivo usado como um microscópio de mão. Martelo de geólogo: é um martelo que tem uma cabeça plana em um lado da extremidade e uma picareta do outro lado. HCL (ácido clorídrico): um ácido que reage após o contato com certos minerais devido à composição química do mineral. Livro Mineralogia: usado para procurar um mineral com base em seu conjunto específico de propriedades. Placa de raspagem cerâmica: uma placa densa usada para observar minerais sob a forma de energia. Escala digital: balança usada para pesar geralmente menos que 300 gramas.

Escolha o seu Mineral
O primeiro passo neste processo é a escolha de um mineral.

Pegue no bloco de notas e um lápis para que você possa registrar as propriedades do seu mineral com base em:
· Cor
· Dureza
· Brilho
· Gravidade específica
· Traço
· Cheiro
· Sabor
· Magnetismo
· Efervescência
· Clivagem / Fractura

1: cor
A cor pode ser essencial na identificação mineral, mas também pode ser bastante complicada. Os especialistas usam cores o tempo todo, mas apenas porque têm uma prática suficiente na identificação de minerais e geralmente conhecem as exceções para os minerais comuns. Se você é iniciante, use cor para ajudar a identificar, mas não dependa somente disso.
A cor é bastante confiável em minerais opacos e metálicos. Por exemplo, Galena sempre tem uma cor metálica cinza azulada e a pirita (ouro do tolo) é sempre um metálico de latão ao amarelo.
Para os minerais que são transparentes ou translúcidos, a cor geralmente não é um bom indicador. A cor é o resultado de impurezas. Quando se trata de identificar por cor e gravá-lo em seu bloco de notas, tente ser o mais preciso possível. Pode até ajudar a relacionar a cor com um objeto mais comum que está associado a uma cor específica como por exemplo um vermelho a caminhão de bombeiro vermelho ou mirtilos.

2: dureza
Para esta etapa você precisará:
· moeda de cobre
· 1 faca
· 1 pedaço de vidro (2x2 polegadas)
· usar a sua unha
 Escala de Mohs clica para abrir
A dureza de um mineral pode realmente ajudar a reduzir suas escolhas quanto ao mineral que você está testando. A Escala Mohs de dureza é o que os geólogos usam. A maioria dos minerais que você encontrará será entre 2 e 7.
Se um mineral pode ser arranhado com um centavo de cobre, mas não pode arranhar o vidro, então o seu mineral tem uma dureza entre 3-6.

3: Brilho
O brilho de um mineral é muito essencial para a identificação mineral. Isso pode ajudar a reduzir o tipo de mineral, seja um sulfeto, um carbonato, um silicato, etc. O brilho é a forma como a luz se reflete no mineral. Certifique-se de estar em uma área bem iluminada para medir com precisão o brilho.

Os principais tipos de brilho incluem:
· Metálico: com a aparência de um metal polido
· Submetálico: tendo o olhar de metal que é embotado por intemperismo
· Não metálico:
Adamantine: tem um olhar duro e brilhante de um diamante
Resinente: com um olhar de amarelo, laranja escuro ou marrom que é ligeiramente reflexivo
Vitreous: tendo o olhar de vidro
Perolado: tem a aparência de uma pérola
Gorduroso: tendo a aparência de uma superfície revestida de óleo
Maçante: termuma superfície de aparência simples
Terra: com a aparência de solo ou argila
Sedoso: com a aparência de fibras finas e paralelas

4: Gravidade específica
Para esta etapa você precisará:
· Escala digital
· Copo de plástico cheio de água
· Clipe de papel
· Lápis
· Papel

O teste da grvidade específica (densidade relativo ou peso específico) é a relação do peso de um mineral quando comparado com o peso de igual volume de água. Para isto, o mineral deve ser pesado imerso em água e ao ar.

Para saber mais sobre este teste clica no link a seguir:
http://www.oficina70.com/2017/10/como-identificar-um-mineral-por.html

5: Traço
Para esta etapa, você precisará de uma placa de cerâmica não vidrada para rascunho.
A raia de um mineral é a cor do mineral quando está em pó.
Isso pode ser produzido raspando um mineral através da superfície de uma placa de raia, ou algo mais duro dependendo da dureza do seu mineral. A cor do mineral em forma de pó pode ser um indicador melhor do que a sua cor original. Quando você conseguir alcançar uma raia em pó de seu mineral, grave sua cor (tente ser o mais específico possível). Alguns minerais como a hematita podem ser de cor preta, mas podem ter uma raia marrom-avermelhada.

Tabela de minerais por cor do traço/risca:
http://geomuseu.ist.utl.pt/RG2009/TabelasIdentMineral.pdf

6: Cheiro
Uma vez que você já efetuou uma série de testes no seu mineral agora é um bom momento para cheirá-lo. Alguns minerais que contêm enxofre, por exemplo, têm um cheiro muito distinto (ovos podres). Tente relacionar o cheiro do mineral com outros odores comuns, como ovos podres, alho, almôndegas, etc.

Para cheirar corretamente o mineral, coloque o nariz perto do traço em pó e sinta o cheiro. Tenha cuidado para não cheirar demais, ou você vai sugar o pó no nariz. Isso pode ser potencialmente perigoso, dependendo do mineral, pois há minerais tôxico.

Para saber mais sobre minerais com cheiro clica no link a seguir:
http://www.oficina70.com/2017/10/minerais-com-cheiro.html

7: Sabor
Por mais estranho que pareça, alguns minerais podem ser facilmente identificados pelo seu gosto. Agora isso pode não ser uma boa idéia e só deve ser usado em circunstâncias específicas. Minerais que são translúcidos ou transparentes são bons candidatos para uma prova de sabor. Halite, por exemplo, tem um sabor muito salgado. É constituído por sódio e cloro (NaCl), que também é referido como sal de pedra.

Para saborear o mineral simplesmente molhe o dedo com saliva e encoste-o no mineral, depois toque com este mesmo dedo a ponta da sua língua. Este teste deve ser feito assim para reduzir os riscos de contaminação caso você tenha encontrado um mineral tôxico.

Para saber mais sobre minerais com sabor clica no link a seguir:
http://www.oficina70.com/2017/10/minerais-com-sabor.html

8: Magnetismo
Para esta etapa, você precisará de um ímã.
Alguns minerais que contêm ferro ou outros metais podem gerar uma força eletromagnética. A magnetita, por exemplo, é fortemente magnética e seu indicador de propriedade chave é o fato de ser magnético.
Use um pequeno ímã e execute-o através do mineral. Se o íman é atraído para o mineral, então seu mineral é magnético.
Use preferencialmente um imã de neodímio.

Para saber mais sobre minerais magnéticos clica no link a seguir:
http://www.oficina70.com/2017/09/minerais-magneticos.html

9: Teste "Ácido"
Para esta etapa, você precisará de HCl (ácido clorídrico).
Alguns minerais, especificamente o grupo carbonatos, contêm carbonato de cálcio composto (CaCO3). Pegue o seu frasco HCl e deixe cair uma pequena gota no mineral. Se reage então faz parte do grupo carbonato.

10: Clivagem / Fractura
Para esta etapa, você precisará de um martelo de pedra o chamado martelo de geólogo.
Todos os minerais têm uma estrutura de cristal específica e quando o estresse suficiente é aplicado, o mineral irá romper em certos planos de fraqueza. Pegue o seu martelo e tente quebrar uma peça do seu mineral. Se ele rompe de forma plana, então ele tem clivagem. O número de planos de clivagem difere de mineral para mineral. Alguns têm 1 ângulo de clivagem, 2 ângulos de clivagem, 3 e 4 ângulos de clivagem.

Tipos de clivagem:
· Perfeito: produz superfícies lisas
· Imperfeito: produz superfícies que não são suaves
Pobre: menos regular

Alguns minerais não se separam facilmente dos seus planos de clivagem. Esse tipo de quebra é chamado de fratura. As fraturas minerais também podem ser usadas como indicador.

Tipos de fratura:
· Conchoidal: a superfície da fratura é uma curva suave, muitas vezes em forma de tigela (comum no vidro)
· Áspero/rugoso: produz bordas irregulares afiadas
· Desigual: a superfície é áspera e irregular
· Fibroso: a superfície mostra fibras ou estilhaços

11: outras propriedades menores
Para esta etapa você precisará:
· Luz UV
· Lápis
· Papel

Existem algumas propriedades que não são comuns em muitos minerais. Essas propriedades podem ser um indicador chave sobre o que é exatamente o seu mineral.

Esses incluem:
· Birefringência: baseia-se na estrutura cristalina de um mineral e como a luz é transmitida por ele. Isso só funciona se o mineral for transparente ou translúcido. Um mineral comum que exibe birrefringência é a Calcita.

Para determinar se o seu mineral tem birrefringência, faça o seguinte:
1. Pegue um lápis e desenhe uma linha em uma folha de papel.
2. Pegue o seu mineral e coloque-o na folha de papel onde você riscou a linha.
3. Se duas linhas aparecerem quando o mineral estiver na parte superior, seu mineral é birrefringente.

· Fluorescência: alguns minerais emitem luz visível quando expostos à luz ultravioleta.
12: Aplicar os dados
Agora que você testou e gravou com sucesso todas as suas propriedades minerais, é hora de abrir seu livro de mineralogia e correlacionar seus dados com a informação disponível. Boa sorte!

Solução de problemas
Um fluxograma mineral irá ajudá-lo a entender como relacionar seus dados com um livro de mineralogia.

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