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Diamante é um bom condutor

Existem dois tipos de condutividade nos Diamantes
Diamond Selector II, by Culty Japan
Diamond Selector II, by Culty Japan

A condutividade térmica é uma medida de quão bem um material conduz o calor.
A condutividade elétrica expressa o quão bem uma substância conduz eletricidade.

Um diamante tem os dois tipos de condutividade a térmica e a elétrica, e estas características é que podem ser usadas para ajudar a distingui-lo de outros materiais e identificar impurezas em um diamante genuíno.

O princípio dos Testadores de Diamantes, Diamond Selector é o de tirar proveito da capacidade térmica e elétrica do diamante para saber se o mesmo é de fato um diamante verdadeiro, seja ele um diamante bruto ou lapidado e cravado em uma jóia.
Diamond Selector III, by Culty Japan
Diamond Selector III, by Culty Japan

A alta condutividade térmica do diamante é usada por joalheiros e gemologistas que podem empregar uma sonda térmica eletrônica para distinguir os diamantes de suas imitações. Essas sondas consistem em um par de termistores alimentados por bateria montados em uma ponta de cobre fina.

Como funciona um testador de diamantes
diamond tester by presidium
Um termistor funciona como um dispositivo de aquecimento, enquanto o outro mede a temperatura da ponta de cobre: se uma pedra testada para um diamante, conseguir conduzir a energia térmica da ponta com rapidez suficiente para produzir uma queda mensurável de temperatura, ela será verdaeira.
Este teste leva cerca de 2 a 3 segundos.
No entanto, as sondas mais antigas serão enganadas pela moissanita, uma forma mineral cristalina de carboneto de silício introduzida em 1998 como uma alternativa aos diamantes, e  que tem uma condutividade térmica semelhante aos diamantes.

Diamantes, qualidades minerais únicas
A maioria dos diamantes são condutores térmicos extremamente eficientes, mas isolantes elétricos. O diamante conduz bem o calor como resultado das fortes ligações covalentes entre os átomos de carbono em um cristal de diamante. A condutividade térmica do diamante natural é de cerca de 22 W/(cm·K), o que torna o diamante cinco vezes melhor na condução de calor do que o cobre. A alta condutividade térmica pode ser usada para distinguir diamante de zircônia cúbica e vidro.
A Moissanite, que é uma forma cristalina de carboneto de silício que se assemelha ao diamante, tem uma condutividade térmica comparável. As sondas térmicas (diaomond tester) modernas podem diferenciar entre diamante e moissanita, à medida que a moissanita ganhou popularidade.

Condutividade elétrica dos diamantes
A resistividade elétrica da maioria dos diamantes é da ordem de 1011 a 1018 Ω·m.
A exceção é o diamante azul natural, que obtém sua cor a partir de impurezas de boro que também o tornam um semicondutor. Os diamantes sintéticos dopados com boro também são semicondutores do tipo p. O diamante dopado com boro pode se tornar um supercondutor quando resfriado abaixo de 4K. No entanto, certos diamantes azuis acinzentados naturais que contêm hidrogênio não são semicondutores.

Filmes de diamantes dopados com fósforo, produzidos por deposição química de vapor, são semicondutores do tipo n. As camadas alternadas dopadas com boro e com fósforo produzem junções p-n e podem ser usadas para produzir diodos emissores de luz ultravioleta (LEDs).
Junções de diodo pn e diodos emissores de luz UV (LEDs, em235 nm) foram capazes de deposição sequencial de camadas do tipo p (dopado com boro) e tipo n (dopado com fósforo). As propriedades eletrônicas do diamante também podem ser moduladas por engenharia deformação.

Condutividade térmica dos diamantes
Ao contrário da maioria dos isoladores elétricos, o diamante é um bom condutor de calor devido à forte ligação covalente e ao baixo espalhamento de fundos. A condutividade térmica do diamante natural foi medida em cerca de 2200 W/(m·K), que é cinco vezes mais do que a prata, o metal mais termicamente condutor.
Como o diamante tem uma condutância térmica elevada, ele já é usado na fabricação de semicondutores para evitar que o silício e outros materiais semicondutores sofram um superaquecimento.
Tecnologicamente, a alta condutividade térmica do diamante é usada para a remoção de calor eficiente em eletrônicos de alta potência. O diamante é especialmente atraente em situações onde a condutividade elétrica do material dissipador de calor não pode ser tolerada, por exemplo, para o gerenciamento térmico de micro-bobinas de radiofrequência (RF) de alta potência que são usadas para produzir campos de RF fortes e locais.

Diamond Selector III, by Culty Japan
Diamond Selector III, by Culty Japan.

Saiba mais sobre testadores de diamantes clicando no link a seguir:

Fonte:

Diamantes negros, carbonados

O que são diamantes negros e como eles se formam
Diamantes negros, carbonados
Carbonado, comumente conhecido como 'Black Diamond', é um diamante policristalino natural encontrado em depósitos aluviais na República Centro-Africana e no Brasil. O carbonado foi reconhecido pela primeira vez como uma forma de diamante policristalino já na década de 1840, quando foi descoberto e minerado no Brasil.

Desde então, foi encontrado em outros lugares, por exemplo, Venezuela, leste da Austrália e na região de Ubangui da República Centro-Africana, onde é conhecido como 'carbonos'.
Bornéu também o produz, mas em pequena quantidade.
Um material chamado yakutite, talvez relacionado, é encontrado na Rússia. Sua cor natural é preta ou cinza escuro e é mais porosa do que outros diamantes.
Diamantes negros, carbonados
Ao contrário de outros diamantes policristalinos naturais, o carbonado não tem inclusões derivadas do manto e seu valor de isótopo de carbono é muito baixo. Além disso, carbonado exibe forte luminescência (fotoluminescência e catodoluminescência) induzida por nitrogênio e por vacâncias existentes na rede cristalina. A análise da luminescência sugere que existiram inclusões radioativas no processo de formação do carbonado. Essas e outras características é que separam o carbonado de outros diamantes e têm levado a questionamentos quanto à origem do carbonado.

Geralmente é encontrado em massas escuras de forma poliédrica irregular, de cor preta, marrom ou cinza-escuro, com um brilho resinóide opaco; e quebrando com uma fratura granular, de cor mais pálida e, em alguns casos, muito parecida com a de aço de grão fino.

Por ser ligeiramente celular, sua gravidade específica é bem menor do que a do diamante cristalizado.

Diamante negro no Brasil
No Brasil é encontrado quase que exclusivamente no estado da Bahia, onde ocorre no cascalho ou cascalho diamantífero.
Garimpo de diamante negro (carbons) na Bahia em 1915
Garimpo de diamante negro (carbons) na Bahia em 1915.

Sérgio é o nome do maior diamante negro carbonado encontrado e o maior diamante bruto já encontrado. Foi descoberto por Sérgio Borges de Carvalho.
 Encontrado na Bahia em 1895, ele pesava 3.167 quilates.
Como outros carbonados, acredita-se que seja de origem meteorítica.
Sérgio, o maior diamante negro carbonado
Sérgio, o maior diamante negro carbonado.

O diamante Sérgio foi vendido primeiro por $ 16.000 e depois por $ 25.000 para Joalheria Kahn and Co. e enviado para G. Kahn em Paris, que o vendeu para I. K. Gulland de Londres em setembro de 1895 por £ 6.400. Lá, ele foi dividido em pequenos pedaços de 3–6 quilates (0,60–1,20 g; 0,021–0,042 onças) para brocas de diamante industriais.
O Sérgio foi quebrado em pequenos pedaços em Nova York e usado em brocas
na Cordilheira Mesabi, um vasto depósito de ferro em Minnesota, USA.

Usos e valor do diamante negro
brocas com pontas com diamantes de 2mm
Brocas com pontas com diamantes de 2mm.

Anteriormente de pouco ou nenhum valor, ele entrou em uso na introdução das brocas de diamante de Leschot e agora é extremamente valioso para montagem em coroas de aço usadas para mandrilamento de diamante. Não tendo clivagem, o carbono é menos sujeito a fratura na rotação da broca do que o diamante cristalizado.
anel de diamante negro
Anel com diamantes negros.

Não é para todos, e na joalheria ainda é pouco usado, mas nos últimos anos tem vindo a fincar mercado neste segmento sobretudo no mercado de jóias de alto luxo.

A origem do carbonado é polêmica.
Algumas hipóteses propostas são as seguintes:
  • Conversão direta de carbono orgânico sob condições de alta pressão no interior da Terra, a hipótese mais comum para a formação de diamante;

  • Metamorfismo de choque induzido por impacto meteorítico na superfície da Terra;

  • Formação de diamante induzida por radiação por fissão espontânea de urânio e tório;

  • Formação dentro de uma estrela gigante da geração anterior em nossa área, que há muito tempo explodiu em uma supernova;

  • Uma origem no espaço interestelar, devido ao impacto de um asteróide, em vez de ser lançado de dentro de uma estrela em explosão.

Origem extraterrestre
Apoiadores de uma origem extraterrestre de carbonados, como Stephen Haggerty, um geocientista da Florida International University, propõem que sua fonte material foi uma supernova que ocorreu pelo menos 3,8 bilhões de anos atrás.

Depois de coalescer e vagar pelo espaço sideral por cerca de um bilhão e meio de anos, uma grande massa caiu na Terra como um meteorito há aproximadamente 2,3 bilhões de anos, possivelmente se fragmentando durante a entrada na atmosfera terrestre e impactando em uma região que muito mais tarde se dividiria no Brasil e na República Centro-Africana, as únicas duas localizações conhecidas de depósitos de carbonado.

Propriedades incomuns
Os diamantes Carbonado são geralmente agregados porosos do tamanho de ervilhas ou maiores de muitos cristais pretos minúsculos. Os carbonados mais característicos foram encontrados apenas na República Centro-Africana e no Brasil, em nenhum dos lugares associados ao kimberlito, fonte das gemas de diamantes típicas. As análises de isótopos de chumbo foram interpretadas como documentando a cristalização de carbonados há cerca de 3 bilhões de anos. Os carbonados são encontrados em rochas sedimentares mais jovens.

Os grãos minerais incluídos nos diamantes foram estudados extensivamente em busca de pistas sobre a origem do diamante. Alguns diamantes típicos contêm inclusões de minerais comuns do manto, como piropo e forsterita, mas tais minerais do manto não foram observados no carbonado.

Em contraste, alguns carbonados contêm inclusões de minerais característicos da crosta terrestre: essas inclusões não estabelecem necessariamente a formação dos diamantes na crosta, porque embora essas inclusões crustais óbvias ocorram nos poros que são comuns nos carbonados, elas podem foram introduzidos após a formação do carbonado.

Inclusões de outros minerais, raros ou quase ausentes na crosta terrestre, são encontradas pelo menos parcialmente incorporadas no diamante, não apenas nos poros: entre esses outros minerais estão aqueles com composições de Si, SiC e Fe-Ni. Nenhum mineral distinto de alta pressão, incluindo o polimorfo hexagonal de carbono, lonsdaleita, foi encontrado como inclusões em carbonados, embora tais inclusões possam ser esperadas se carbonados forem formados pelo impacto de meteorito.

Os diamantes negros são diferentes de outras rochas coloridas porque não obtêm sua sombra de impurezas químicas, como nitrogênio, hidrogênio ou boro. Em vez disso, os diamantes negros devem sua cor a numerosas inclusões escuras (principalmente grafite), e sua opacidade é causada por uma estrutura “policristalina” que inibe a reflexão da luz.

Identificação de diamante negro carbonado
Diamantes negros, carbonados
Cor: normalmente preta, pode ser cinza, vários tons de verde e marrom às vezes mosqueado.
Hábito: cristalino policristalino
Fratura: Superfícies rasgadas irregulares
Dureza: 10 na escala de Mohs
Lustre: Adamantino
Raia (traço): branco
Gravidade específica: 3,52 ± 0,01
Densidade: 3,5-3,53 g/cm3


Fontes:

Lonsdaleíta, porque toda essa confusão

Pedra Lonsdaleíta, porque toda essa confusão?
Pedra Lonsdaleíta, porque  toda essa confusão
Bola de alta alumina ou Lonsdaleita?

Saiba o que esta por trás de toda esta confusão sobre
a pedra Lonsdaleíte e a Esfera de Alta Alumina

Só lembrando que o nome Lonsdaleíta foi em "homenagem" a Kathleen Lonsdale, uma cristalógrafa e que ao contrário do que muitos pensam, não foi ela quem descobriu a Londaleíta.
Kathleen Lonsdale, cristalógrafa
cristalografia é a ciência que tem como objeto de estudo a disposição dos átomos em sólidos.
É também a ciência experimental que estuda o cristal, ou cristais.
Kathleen Lonsdale usava métodos de difração de raios-X para elucidar estruturas cristalinas. Ela foi a primeira a usar métodos espectrais de Fourier enquanto resolvia a estrutura do hexaclorobenzeno.

Desvendando o mistério à volta da rara pedra Lonsdaleíta
O que Kathleen Lonsdale fez foi mostrar o modelo da estrutura cristalina da Lonsdaleíta.
Dame Kathleen Lonsdale, crystallographer.
Basicamente um indivíduo "esperto", olhou para o modelo da estrutura cristalina da Lonsdaleíta e pensou que aquela bola branca de ligação da estrutura fosse a tão rara pedra vinda de um meteoro.
fake lonsdaleite
Ai associaram aquilo a isto,
bola de alta alumina

Lonsdaleita, como já escrevemos em nosso artigo, é um alótropo de carbono, é uma forma rara e mais dura de diamante encontrada em meteoritos.

Estrutura cristalina de lonsdaleíta (diamante hexagonal)
Lonsdaleíta é chamado de diamante hexagonal por causa da sua estrutura cristalina, como no modelo da imagem acima;
e na imagem a abaixo vemos a estrutura natural do diamante hexagonal, conhecido como Lonsdaleíta. Entendeu?
A rede de diamante hexagonal é um arranjo de elementos ligados por tetraedro, dentro de uma célula unitária hexagonal. Enquanto o diamante convencional (também conhecido como diamante cúbico) existe dentro de uma célula unitária cúbica, o diamante hexagonal existe dentro de uma célula unitária hexagonal. Em ambos os casos, os elementos são ligados tetrahdralmente.


Então, o que confundiu o primeiro indivíduo que difundiu tal confusão foi o modelo da estrutura do cristal de lonsdaleíta.
Os cristais de grafite naturais refletem a estrutura do cristal hexagonal.
Os cristais de grafite naturais refletem a estrutura do cristal hexagonal.

Bola de alta alumina não é Lonsdaleíta.
Saiba mais sobre bola de alta alumina no link a seguir:

Espero que desta vez este assunto esteja elucidado.
OK?
ok, alumina balls

Envia este artigo para aquele seu amigo que gastou uma fortuna comprando uma esfera de alta alumina que é usada em tambores de moagem nas industrias siderúrgicas, de mineração e outras.

Fontes:

Lonsdaleíta, saiba o que é

Diamante lonsdaleíta
A lonsdaleita (diamante hexagonal) é um dos materiais mais recentes e raros pesquisados pelos cientistas e é caracterizada por propriedades surpreendentes. Uma das suas principais características é estar correlacionado com o diamante, no que diz respeito à composição química e estrutura cristalina, e com os meteoritos, devido ao seu mais conhecido processo de formação. Graças a essas propriedades, recentemente este material atraente chamado “Lonsdaleite Diamond” ou “Stars Diamond” começou a circular em alguns mercados de gemas e minerais preciosos.
O objetivo do presente artigo é puxar alguns fios e desvendar a Lonsdaleita, o que é, quais são as pesquisas e o que realmente é possível encontrar no comércio, se é que se podem ser encontrados, uma vez que o que se conhecem são muito mas muito pequenos.

Lonsdaleíta, o que é toda essa confusão?
Muito provavelmente você já tenha ouvido falar nela e até pensado em comprar um, mas não se engane com aquelas bolas brancas que vendem na internet como sendo o tão raro Diamante Lonsdaleite.
Porém, se você já comprou uma dessas bolas brancas muito duras nós vamos explicar porque é que você foi enganado.

O que é Lonsdaleíta?
Lonsdaleite (nomeado em homenagem a Kathleen Lonsdale ), também chamado de diamante hexagonal em referência à estrutura cristalina, é um alótropo de carbono com uma rede hexagonal, ao contrário da rede cúbica do diamante convencional. É encontrado na natureza em detritos de meteoritos; quando meteoros contendo grafite atingem a Terra, o grande calor e estresse do impacto transforma a grafite em diamante, mas retém a estrutura de cristal hexagonal da grafite.
Lonsdaleita foi identificada pela primeira vez em 1967 a partir do meteorito Canyon Diablo, onde ocorre como cristais microscópicos associados ao diamante comum.

A imagem acima é o que mais próximo se pode ter de idéia da Lonsdaleíta, no entanto não confunda, isto é apenas para uma comparação e se trata de um Tectito.

Lonsdaleita é translúcido, amarelo acastanhado e tem um índice de refração de 2,40–2,41 e uma gravidade específica de 3,2–3,3. Sua dureza é teoricamente superior à do diamante cúbico (até 58% a mais), de acordo com simulações computacionais, mas os espécimes naturais exibiram dureza um pouco mais baixa em uma grande faixa de valores (de 7–8 na escala de dureza de Mohs). A causa é especulada como sendo devido às amostras terem sido crivadas de defeitos de rede e impurezas.

Propriedades Físicas da Lonsdaleita
Lustre: Adamantino
Transparência: Transparente
Cor: Transparente amarelo acastanhado, acinzentado
Dureza: 7 - 8 na escala de Mohs
Dados de dureza: medido
Comentário: imperfeições na Lonsdaleita natural reduzem a dureza, o material artificial foi testado mais duro do que o diamante (> 10). "A Lonsdaleite é simulado para ser 58% mais duro que o diamante na face <100> e para resistir a pressões de indentação de 152 GPa, enquanto o diamante quebraria em 97 GPa. Isso ainda é excedido pela dureza da ponta do diamante IIa <111> de 162 GPa. ”
Densidade: 3,2 g/cm3 (medido) até 3,51 g/cm3 (calculado).

Como se forma a Lonsdaleita
lonsdaleita, sistema cristalino hexagonal
Sistema cristalino hexagonal da Lonsdaleíta.

Lonsdaleite, originalmente descreve a forma hexagonal do carbono e representa um dos polimorfos da série do carbono, incluindo o diamante e as fases do mineral grafite. Na verdade, a estrutura cristalina da Lonsdaleita é hexagonal e a composição química é C; por estes motivos também é denominado “diamante hexagonal”.
Este mineral foi descoberto pela primeira vez há cerca de 50 anos no meteorito de ferro Diablo Canyon; sua formação foi atribuída à transformação induzida por choque de grafite dentro do meteorito após o impacto com a Terra.

Sistemas cristalinos do Diamante e do Grafite.

Esses diamantes de impacto são agregados policristalinos compostos predominantemente por nanopartículas de diamante cúbico e hexagonal e grafite cristalina residual.

No entanto, essa definição é hoje fortemente discutida pelos cientistas:
Németh et al. (2014) hipotetizaram que “lonsdaleíta” não existe como um material discreto e demonstraram que é um diamante cúbico defeituoso e geminado. Ele também mostrou que outros polimorfos de carbono relatados podem ser explicados por falhas de geminação e empilhamento.
Por outro lado, Kraus et al. (2016)Turneaure et al. (2017) provaram a formação de lonsdaleíta (ao lado do diamante), como uma espécie separada, gerada por compressão de choque de grafite. A lonsdaleita também recebeu muita atenção por causa de suas propriedades mecânicas potencialmente superiores, como resistência à compressão, dureza e rigidez, que rivalizam ou excedem as do diamante cúbico. No entanto, essas propriedades excepcionais não foram provadas experimentalmente devido à incapacidade de sintetizar lonsdaleita como uma fase pura. Por exemplo, durante o processo de síntese dos diamantes nano-policristalinos (NPD), a gênese das lamelas de Lonsdaleita, fortemente associadas aos grãos de diamante cúbico, tem sido hipotetizada.

A lonsdaleíta é um material muito raro na Terra, encontrado como pequenos grãos associados a diamantes cúbicos e grafite em meteoritos de ferro, as camadas de um mesmo grão correspondentes a diamante, grafita e lonsdaleita só podem ser distinguidas por instrumentos muito sofisticados, capazes de trabalhar em escala nanométrica. Além disso, atualmente não é relatado um cristal puro massivo e relativamente grande (escala milimétrica) de lonsdaleita, nem natural nem sintético.

Lonsdaleita sintética
Além dos depósitos de meteoritos, o diamante hexagonal foi sintetizado em laboratório por compressão e aquecimento de grafite em uma prensa estática ou usando explosivos.
Lonsdaleita também foi produzida por deposição química de vapor, e também pela decomposição térmica de um polímero, poli (hidridocarbyne), à pressão atmosférica, sob atmosfera de argônio, a 1.000° C.

Locais onde ocorre a lonsdaleita
A lonsdaleita ocorre naturalmente em depósitos de diamante não-bólido na República Sakha. Material consistentes com Lonsdaleita foram encontrados em sedimentos com datas altamente incertas no Lago Cuitzeo, no estado de Guanajuato, México, pelos proponentes da controversa hipótese de impacto de Younger Dryas.
Lonsdaleita também foram encontrados ao redor do Evento de Tunguska e na cratera Popigai ambas na região da Sibéria, Rússia.
Nos EUA é encontrado no Canyon Diablo (cratera Barringer no Arizona), e em outras crateras ou áreas de 'impacto'.


Bola de alumina ou diamante Lonsdaleite?
bola de alumina ou diamante Lonsdaleite
Bola de alumina, erroneamente nomeada como Lonsdaleita.

Densidade da Lonsdaleíta: 3,2 a 3,5.
Diamante hexagonal extremamente raro.

Bola de Alumina: densidade de 3,65 até 3,85.
Esferas de moagem, muito usado por indústrias siderúrgicas.

Lonsdaleíta, saiba o porque de toda esta confusão?

    Quer saber mais sobre bola de alta alumina?
clica no link a seguir:


Fontes:

Quartzo Prasiotrino

Prasiotrino é uma variedade de quartzo
Quartzo Prasiotrino
Foi descoberto em 2008 no estado do Ceará, chegando a popularidade em meados de 2010 e ainda é considerada uma pedra rara e com pouco conhecimento.

Prasiotrino 
Ele oscila entre 3 a 4 cores alternando entre o verde do prásio, o roxo da ametista e o amarelo do citrino e o transparente do quartzo.
Embora hoje ainda não seja conhecido o potencial completo, destacaremos as características mais relevantes para que isso nos ajude a entendê-lo melhor.
quartzo prasiotrino bruto
O Prasiotrino, é um mineral considerado novo e foi descoberto muito recentemente (em 2008), em uma mina de ametista no Brasil, muito provavelmente nos rejeitos da Mina Maia, no Ceará, uma vez que este tipo de informação é novo e muito raro as infomações também são raras afim de não prejudicar o local e o seu garimpo exclusivo.

Formação natural de prasiotrino
Prasiotrino, é uma formação natural de Citrino, Ametista, Quartzo e Prásio, algo que ainda não havia sido produzido, e se destaca por três cores presentes, verde, amarelo e roxo.
formação do quartzo prasiotrino
Pertencente à família do Quartzo, a formação muitas vezes dentro tem listas triangulares perfeitamente formados por inclusões de Ametista (Violeta), Prásio (Verde) e Citrino (Amarelo) que se alternam com o Quartzo transparente que os contém, sendo que mais raramente é encontrado no popularmente conhecido, quartzo fantasma.
prasiotrino formação triangular
Devido a esta formação multicolor, esta particularidade o transforma em um Master Crystal na Gemoterapia, capaz de fundir terapeuticamente mais de 4 frequências em si.
Às vezes você verá nele as seguintes cores mais raramente,o quartzo rosa, muito fraco, ou quartzo azul também muito fraco. Geralmente as combinações mais habituais são mesmo as cores padrões de verde e roxo ou verde e amarelo.

Afloramento de quartzo na superfície
afloramentos de quartzo prasiotrino na superfície
 Em pedras e cristais de quartzo que se encontram em superfície as cores são menos intensa devido a ação do sol, sobretudo na cor roxa das ametistas, pedras com cores de melhor qualidade são encontradas mais a fundo no solo.

Prasiotrino vs Ametrino
prasiotrino brutoametrino bruto
Prasiotrino tem 3 a 4 cores distintas como explicado acima, verde, roxo e amarelo.
Ametrino/Bolivianita tem 2 cores distintas entre o roxo da ametista e o amarelo ou laranja do citrino.
Ametrino como gema existe apenas na Bolívia, vem da área de Ricón del Tigre, da mina de Anahí.

História do Prasiotrino
O Prasiotrino, como tal, aparece em 4 de junho de 2008, em alguns depósitos no Brasil, no estado do Ceará, onde a ametista era extraída para talhar. O restante dos materiais eram “descartado” e empilhado nos lixões do depósito. Enquanto Antonio V. FuentesAngels R Lukin descansavam em um monte de pedras descartadas, eles notaram um cristal diferente. Isso chamou a atenção de ambos. Era um quartzo "diferente", com cores que no mundo mineral ocorrem muito raramente em quartzo; verde e ouro. Eles se reuniram com Hugo Mol, mostrando-os um balde com quartzo dessa cor como uma “jóia” e disse que, como eram quartzo de novas cores, deveríamos dar-lhe um nome , para diferenciar de tantos outros quartzo, assim como o ametrino. Então, todos acabaram dando o nome de "Prasiotrino", porque fundia verde (prásio) e citrino (ouro). Nesse momento, a história do "Prasio-trígono" começou. Quanto às culturas do "passado", seria muito longo para contar. Nas cidades e pessoas que existem atualmente; era apenas mais um quartzo e, como disseram, era "descartado". Para algumas pesquisas que foram feitas sobre "navegadores" antigos, é provavelmente "La Piedra de Tarsis" , a pedra que representava a tribo de Benjamin. Faz parte do "peitoral judaico" e, portanto, parte das "pedras preciosas" que os navios de Salomão carregavam a cada três anos com os fenícios nas mãos do rei. Quanto a outros lugares onde ele apareceu, conhecesse alguns depósitos na África do Sul que mineram quartzo de várias cores, que podem ser comercializados como prasiotrinas. No entanto, a prasiotrina é muito mais do que uma pedra colorida.

História do Prasiotrino
Como personagem principal da história do prasiotrino, Chiquito também forma uma parte "básica"; Um descendente dos índios "Juca", que é quem, com seu amor por sua terra e suas "pedras", foi quem ensinou Antônio e Angels onde tirá-los e como tirá-los, com o devido respeito pela terra.
A história completa se encontra AQUI.

Conheça a pedra Prasiotrino
Deixamos algumas fotos abaixo para que você possa apreciar e conhecer a gama de cores desse mineral. Pedras brutas e roladas em diversos tipos de qualidades gemológicas.
pedras de quartzo prasiotrino bruto
quartzo prasiotrino bruto rolado
quartzo prasiotrino polido
quartzo prasiotrino bruto
quartzo prasiotrino bruto rolado
quartzo prasiotrino bruto

Prasiotrino lapidados
Como gema, pedras de qualidade AAA (cristalinas) ficam muito bonitas quando lapidadas e mostram as suas fantásticas cores.
pedra prasiotrino lapidada
Prasiotrino bruta e lapidada em gota.
prasiotrino lapidada em gota

Pedras para colecionadores?
Nem tanto. No Brasil ainda há poucoS conhecimentos, mesmo ela sendo uma pedra nativa não há muitos colecionadores deste tipo de pedra, mas se por acaso tenha ela na sua coleção, comenta aqui ou compartilhe este artigo nas suas redes sociais e seus grupos.
No exterior ela esta sendo muito falada, e vendida, principalmente em sites de Gemoterapia.

Notas:
O termo "prasiotrino" é somente um termo popular, cuja nomenclatura não é aceita ou quer mencionada pelo IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos), também não há referências nos seguintes institutos de mineralogia e gemologia a nível mundial.

Também não foi "nomeado" ou descrito na 
CNMNC da IMA, que é a Comissão que classifica os novos minerais, e ainda não se encontra descrito as composições minerais no Banco de Dados de Minerais do Projeto RRUFF em parceria com o IMA.

Fontes:

Colecionadores de pedras e minerais

Colecionar pedras e minerais
A coleta de minerais é o hobby de coletar, identificar e exibir sistematicamente espécimes minerais e pedras, preciosas ou não.
Colecionadores de minerais
Coleção de pedras parideiras - Portugal
Nos Estados Unidos e no Canadá a geologia amadora é conhecida como rockhounding, e é o estudo recreativo e o hobby de coletar rochas e espécimes minerais do ambiente natural.
A coleta mineral também pode fazer parte da profissão de mineralogia e especialidades geológicas aliadas. Colecionadores individuais geralmente se especializam, por exemplo, coletando exemplos de várias cores e formas.

Até 1 de agosto de 2017 haviam no mundo cerca de 5.272 minerais conhecidos, estudados e devidamente catalogados, sendo 208 produzidos artificialmente.

Motivações de um colecionador de minerais
Pedro Serra Minerais
Pedro Serra Minerais de Portugal
Coletores de minerais encontram uma variedade de razões para coletar minerais. Muitos minerais são incrivelmente bonitos e coletados por seu valor estético. Outros se reúnem para aprender mais sobre mineralogia, a indústria de mineração local e/ou a geologia local. Alguns simplesmente gostam de explorar a natureza e socializar e negociar com outros colecionadores de minerais. Colecionadores sérios irão longe e podem viajar grandes distâncias para encontrar o espécime certo.
Uma razão para o aumento da popularidade da geologia amadora é que uma coleção pode começar simplesmente pegando uma pedra.

A.F.S2 coletando pedras na praia por oficina70

Esta atividade não só é interessante mas é uma arte colecionar minerais.
Segundo um dos mais importantes mineralogistas norte-americanos, Frederick H. Pough, entre as ciências básicas somente a mineralogia é um passa-tempo educacional, pois combina os conhecimentos da Química, da Física e da Matemática. Podemos acrecentar também, fruto dessa atividade, a Geografia e o Turismo, pois ao coletar minerais para nossas coleções, invariavelmente, podemos nos deslocar aos mais remotos e longínquos locais do planeta, além de nos orientarmos através de mapas geográficos, relacionando assim, as localidades onde os minerais são encontrados.

Por que colecionar minerais?
Colecionar objetos é inerente à natureza humana. Quando crianças, colecionamos figurinhas, adesivos, chaveiros, entre outros objetos. Já quando adultos preferimos objetos mais valiosos como relógios, objetos de arte, moedas e selos. Dentre estas atividades, colecionar minerais se reveste em uma das mais gratificantes formas de coleções. Suas cores, formas e diversidade nos encantam. Tal atividade é bastante desenvolvida em países como os Estados Unidos da América, Itália, Japão, Alemanha e Rússia. 
Colecionadores de minerais
Embora o Brasil seja um país muito rico em minerais são poucos ainda os que se interessam por colecionar minerais, mas existem boas razões para se iniciar uma coleção. A primeira delas é a facilidade relativa de se conseguir uma grande quantidade de espécies, pois são substâncias que ocorrem livremente na natureza. Outro aspecto interessante é a possibilidade de se conseguir materiais formados fora de nosso planeta, como amostras derivadas de meteoritos e, até mesmo da Lua e de Marte, além de se conseguir objetos formados a bilhões ou milhões de anos. É também uma oportunidade de se manter contato constante com a Física, a Química, a Matemática e a Geografia, coisa que nenhum outro campo do conhecimento proporciona simultaneamente.

Como colecionar minerais?
Uma coleção sistemática de minerais abrange todas as formas e tipos de substâncias possíveis. São coleções que precisam de amplo espaço  afinal existem mais de 5.272 minerais conhecidos, e muitos exigem cuidados de especialistas e isto pode ter sempre um custo muito elevado, estando na maioria das vezes vinculadas à instituições de ensino e pesquisa e, companias mineradoras.

Colecionadores particulares de minerais
Já coleções específicas são aquelas iniciadas por particulares e podem abranger somente algumas das classes mineralógicas, como também se restringirem à grupos específicos de minerais.
Você pode colecionar minerais por motivos geográficos, por exemplo, como os de sua região, de seu estado ou de seu país. Pode colecionar as diversas variedades de quartzo, por exemplo. Você pode colecionar minerais brutos encontrados na natureza, ou comprar minerais e pedras roladas e polidas.
Ou então por classificação química, sistema cristalino, magnéticos ou por cores, isto reduz a grande diversidade de uma coleção mais ampla e completa e dá ênfase a algo mais específico tornando sua coleção mais organizada.
O tamanho das peças que vai colecionar também é algo com que deve ter atenção, uma vez que elas devem seguir um padrão de tamanho consoante ao espaço que você tem disponível para a sua coleção.
As amostras, tanto numa modalidade quanto na outra, podem variar desde peças avantajadas (maiores que 3 m de diâmetro) a amostras-de-mão, chegando até "micromounts", que são amostras diminutas, geralmente de minerais muito raros.
Você poderá organizar sua coleção desde pequenas caixas ou até prateleiras.
Você também pode colecionar fósseis ou então pode colecionar meteoritos, mas isto terá um custo muito mais elevado.

Coleta de minerais
Os primeiros geólogos amadores eram garimpeiros em busca de minerais valiosos e pedras preciosas para fins comerciais. Eventualmente, no entanto, mais pessoas foram atraídas para a geologia amadora para fins recreativos, principalmente pela beleza que as rochas e os minerais proporcionam.
Os locais ideais para coletas de minerais são pedreiras abandonadas, minerações em atividade e rejeitos de mineradoras.

Identificar e catalogar seus minerais
Nas catalogações de uma coleção de minerais são imprescindíveis as seguintes informações: nome da espécie, composição química, classe mineralógica, sistema cristalino e origem da procedência.
Proceda a identificação do seu mineral antes disto.
Compre e leia livros de mineralogia, esteja em contato com outros colecionadores, ou geólogos. Participe de feiras de minerais e grupos de minerais e garimpeiros nas redes sociais.
Há também muitos clubes e grupos que procuram espécimes e os comparam em grupos como hobby. Os centros de informações turísticas e as câmaras de comércio de pequenas cidades também podem fornecer informações locais valiosas. A Internet também pode ser uma ferramenta de busca útil, pois pode ajudar a encontrar outros geólogos amadores.

Onde Oficina70 efetua as pesquisa
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Nós pesquisamos em um dos maiores e melhores banco de dados de minerais que estão disponíveis na internet gratuitamente, o mindat.org tem sido um recurso insubstituível para todos os campos relacionados à geologia. Seu objetivo original era compartilhar informações sobre minerais, suas propriedades e onde elas são encontradas. Hoje, é o maior banco de dados público mundial de informações sobre minerais, apoiado em todo o mundo por voluntários que adicionam e verificam novas informações diariamente.
Há outros bancos de dados, mas nós sugerimos este para as suas pesquisas assim como o Wikipédia.

Equipamentos
ferramentas e geólogo amador e coletores de minerais
O equipamento principal do geólogo amador é o martelo de geólogo. Esta é uma pequena ferramenta com um ponto de escolha em uma extremidade e um martelo chato na outra. A ponta do martelo é para quebrar pedras, e a extremidade da palheta é usada principalmente para espreitar e cavar em fendas. A ponta da maioria dos martelos de pedra pode embotar rapidamente se for batida na rocha nua. Os colecionadores de minerais também podem trazer uma marreta para quebrar rochas duras.
Outra ferramenta eficaz é a lupa de geólogo 10X ideal para uma observação mais detalhada do mineral.

Locais para coletar minerais
Bons locais para um colecionador olhar são pedreiras, cortes de estradas, colinas rochosas, montanhas, córregos, afloramentos expostos, falhamentos geológicos, minas
abandonadas e/ou em atividade, a céu aberto ou subterrâneas.
Os falhamentos geológicos são excelentes locais para coleta de minerais, pois muitas dessas substâncias costumam cristalizar ao longo dos mesmos.
As coletas de minerais também são feitas em campo ao longo dos alinhamentos tectônicos (zonas demarcadoras dos grandes falhamentos geológicos).
As minas a céu aberto são excelentes pontos de coleta mas tome em atenção aos perigos de desabamento.
Outros locais favoráveis à coleta de minerais são os rejeitos das mineradoras, onde deve se dar atenção especial aos minerais supergênicos.
Também as minas subterrâneas fornecem excepcionais amostras para colecionadores, tanto em suas paredes, como principalmente nos planos de falha, mais uma ves tome especial atenção relativamente a minas abandonadas com risco de desabamentos.
Como a oficina70.com não dispõe de muito tempo livre para se dedicar à coleta de minerais na natureza, eu coleciono através do fascículo da coleção Minerais do Mundo da National Geographic, ou através de doações e compras de minerais daqueles mais difíceis de se obter.
Minha coleção tem cerca de 67 minerais e 72 pedras preciosas de pequenas dimensões, porém o diamante da minha coleção, foi o máximo que consegui, é um pequeno diamante carbonado.

Uma coisa leva à outra
Coleção de Pedro Serra - Minerais
Os ávidos colecionadores de rochas costumam usar seus espécimes para aprender sobre petrologia, mineralogia e geologia, bem como habilidades na identificação e classificação de amostras de rochas, e prepará-las para exibição. O hobby pode levar naturalmente a projetos de lapidação, e também ao corte, polimento e montagem de gemas e minerais em jóias. O equipamento necessário para isso inclui serras de rocha e polidores. Muitas belas variedades de cristais são normalmente encontradas em amostras muito pequenas, o que requer um bom microscópio para trabalhar e fotografar a amostra. Você pode também criar um site ou até mesmo uma loja e iniciar um negócio à volta dos minerais e manter-se economicamente disto. O hobby pode ser tão simples quanto encontrar belas pedras para um peitoril da janela ou se transformar em uma exibição detalhada e abrangente de qualidade de museu expondo-a na sua sala de visitas.
Compre pedras e minerais para coleção de:

Manutenção e limpeza da coleção
Coletores e colecionadores
Tenha sempre sua coleção limpa e organizada.
A limpeza após a coleta na natureza deverá ser feita usando uma escova de cerdas média apenas com água ou com ácido oxálico. ATENÇÃO ao uso de ácidos. ATENÇÃO também aos tipos de minerais, pois alguns não são laváveis pois são solúveis em água, outros podem ser tóxicos, por isto um conhecimento básico sobre minerais é essencial.

Leis de coletas de minerais e multas
Existem muitas leis diferentes em relação à coleta de rochas e minerais em áreas públicas, por isso é aconselhável ler as leis locais antes da prospecção. A coleta de rochas e minerais é proibida na maioria, se não em todos os parques e reservas nacionais.



Fontes: