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Áreas kimberlíticas e diamantíferas no Estado do Mato Grosso

Corpos Kimberlíticos e Diamantíferos do Estado do Mato Grosso
variedade de diamantes de Sorriso, Mato Grosso
Este artigo faz parte do:
PROJETO DIAMANTE BRASIL - ESTADO DO MATO GROSSO

O Mato Grosso, com 117 intrusões, é o segundo estado brasileiro com maior quantidade de corpos com afinidade kimberlítica conhecidos. Com poucas intrusões isoladas, estas rochas estão preferencialmente agrupadas em quatro campos kimberlíticos, sendo eles Campo Kimberlítico Juína (CKJ), Campo Kimberlítico Paranatinga (CKP), Campo Kimberlítico Traíra (CKT), e Campo Kimberlítico Jauru (CKJA). Sendo que três corpos kimberlíticos, denominados Traíra-2, 3 e 6, que estão localizados no sudeste do estado do Amazonas e próximos à divisa com Mato Grosso.
Mapa de diamantes do estado do Mato Grosso
Ocorrências de diamantes no estado de Mato Grosso está representado pelas linhas pontilhadas no mapa acima.
O CKJ é o mais importante em termos de quantidade de corpos e de potencial diamantífero, de acordo com os dados até agora conhecidos. Ele está localizado no NW do estado, a SW da cidade de Juína, e é composto por 52 corpos com idades que variam de 80,1 a 94,6 Ma (milhões de anos). A maior parte dessas intrusões está encaixada em
 rochas sedimentares permo-carboníferas da Formação Fazenda da Casa Branca (Bacia dos Parecis; Siqueira), na porção meridional do Cráton Amazonas. Outros corpos do campo CKJ ocorrem encaixados em granitos e gnaisses do embasamento paleoproterozoico da Província Geocronológica Rio Negro - Juruena. É importante destacar que as intrusões kimberlíticas encaixadas nas rochas sedimentares paleozoicas da Bacia dos Parecis desenvolveram completamente seus depósitos piroclásticos extrusivos, ao contrário das intrusões no embasamento cristalino. Em mapas de sinal analítico (magnetometria) estas rochas produzem pouco contraste.

O CKP é constituído por 40 intrusões que estão localizadas a N-NW da cidade de Paranatinga, região central do estado. Estudos isotópicos de U-Pb em zircões mantélicos, recuperados de kimberlitos de Paranatinga, indicaram que a formação desses minerais ocorreu no Barremiano (122,6 - 126,3 Ma). Esse estudo corrobora as idades de 120 - 121,1 Ma para o kimberlito Batovi-9, deste mesmo campo. Os corpos do CKP estão encaixados em arenitos finos a médios com estratificação cruzada de pequeno porte e seixos esparsos da Formação Utiariti (de idade cretácea) na Bacia dos Parecis, bem como no embasamento neoproterozoico, representado por rochas da Formação Diamantino do Grupo Alto Paraguai, composta por folhelhos, argilitos, siltitos e arcóseos. Em mapas de sinal analítico alguns corpos exibem grande contraste com as rochas sedimentares encaixantes.

Depósito de plácer de diamantes
Mapa dos campos kimberlíticos de Juína e Paranatinga, os campos com o maior número de corpos de diamantes do estado do Mato Grosso.
Observe os rios onde ocorem diamantes de pláceres, ou seja, depósito natural por concentração, normalmente nas curvas de rios, de minerais com importância econômica como ouro e diamantes. No mapa eles estão marcados com traços brancos. 
Mapa de diamantes do estado do Mato Grosso
Mapa de diamantes do estado do Mato Grosso
Porém quando sair em busca de diamantes neste tipo de depósitos fique atento a outros minerais que são por vezes encontrados em plácer, são eles: estanho, platina, nióbio, tântalo, zircônio, ouro, elementos terras raras e claro, diamantes.

Vale ressaltar, que no domínio do campo CKP são encontrados importantes garimpos de diamantes.
O CKT, por sua vez, é formado por 14 intrusões, das quais três (Traíra-2, 3 e 6) localizam-se no estado do Amazonas e as demais no extremo noroeste do Mato Grosso. Todos esses corpos estão encaixados em ortoconglomerados, quartzo arenitos e arenitos arcoseanos da Formação Palmeiral (neoproterozoica), da bacia homônima.
O CKJA é composto por nove intrusões localizadas no SW do estado de Mato Grosso. Tais corpos estão encaixados em rochas da Formação Utiariti (Cretáceo) ou do embasamento cristalino pré-cambriano, representado pelas seguintes unidades: (i) Granito Sararé (906 Ma Ar-Ar), sendo este um biotita-muscovita monzogranito róseo, maciço, localmente porfirítico e cataclástico; (ii) Suíte Intrusiva Santa Helena (1422-1456 Ma U-Pb), composta por sienogranitos e monzogranitos porfiríticos foliados com fases aplito-pegmatíticas tardias, tonalito e granodioritos subordinados, em parte gnaissificados; e (iii) Complexo Alto Guaporé (1740 Ma U-Pb), constituído por paragnaisses (parcialmente migmatizados), ortognaisses granodiotíricos e tonalíticos, gnaisses migmatíticos, e subordinadamente anfibolitos, xistos e quartzitos. Mais recentemente, a intrusão kimberlítica Jacaré-1, deste campo, foi datada por Felgate (2014) em 242 ± 10 Ma pelo método U-Pb em perovskita.

Outros corpos catalogados que não configuram campos kimberlíticos são: Areado-1, também denominado Tamboril por Weska, Areado-2, Barreiro-1, Maciço-1 e Serra MT-1. Os três primeiros ocorrem intrusivos em rochas da Formação Aquidauana (Permo-Carbonífero), composta por arenitos médios a grossos, conglomerados, siltitos, folhelhos, arenitos finos laminados e diamictitos, em configuração de ambiente fluvial, lacustre e glacial. O corpo Maciço-1 também ocorre encaixado em rochas dessa formação, porém próximo ao contato com litologias da Formação Paredão Grande (83,9 Ma), que é composta por basalto alcalino, rochas piroclásticas e diques de diabásio. Outro corpo isolado, denominado Serra MT-1, é intrusivo em metassedimentos da Formação Fortuna, unidade basal do Grupo Aguapeí (Mesoproterozoico), composta por metaconglomerados oligomíticos com seixos de quartzo e quartzitos em matriz sericítica, ligados a ambientes de leques aluviais e fluviais entrelaçados (braided).
(...)
diamantes recuperados de placeres do Morro do Chapadão no Mato Grosso
Diamantes recuperados do Morro do Chapadão no Mato Grosso
Para mais informações sobre mapas, áreas e tabelas de diamantes no estado de Mato Grosso, acesse os link a seguir:

Dúvidas sobre diamantes, moissanite e zircônia

Quer saber se o seu lindo diamante é de fato real ou falso?
Dúvidas sobre diamantes, moissanite e zircônia
Um diamante de lapidação brilhante redondo colocado num anel.
Existem inúmeras estratégias, métodos e dicas úteis para discernir se o seu diamante é genuíno, uma pedra preciosa diferente, ou simplesmente um sintético falso, como zircônia cúbica ou moissanite. Pode ser extremamente difícil diferenciar o que é real a olho nu, mas existem maneiras mais confiáveis ​​de avaliar as propriedades de um diamante verdadeiro.

Muito das vezes as pessoas confiam cegamente em certificações de terceiros, ou na palavra de alguém, a abordagem mais óbvia é um teste objetivo, como o conhecido teste feito com um Testador de Diamante. Os amantes e investidores de diamantes, entendem os sérios riscos e custos associados às fraudes desenfreadas nesta indústria, por isto investem em bons equipamentos de testar diamantes, pois os seus olhos podem e vão te enganar.

⚠ NÃO seja enganado!

Perguntas e problemas comuns relacionados com Diamantes

Os testadores de diamante realmente funcionam?
SIM! Eles trabalham baseados na ciência. Existem algumas metodologias diferentes para testar um diamante real. Uma delas é monitorar a taxa na qual o calor é transferido através da pedra, e o outro teste principal é aplicado com base na condutividade elétrica, e não no calor.
Compre equipamentos fiáveis, estes geralmente são os testadores de diamantes caros, mas são mais fidedígnos.

Como você pode saber se um diamante é real?
Fora do exame das propriedades químicas com um testador de diamantes, a verificação é certamente uma ciência incompleta. Alguns dizem para colocar sua língua na pedra, e se ela ficar fria ao toque por tempo suficiente, é real. O mesmo princípio se aplica ao embaçamento da pedra, criando um efeito de espelho.
Pássaros de uma pena voam juntos, por isto a maioria das pedras preciosas não são colocadas dentro de produtos baratos ou inferiores. Se algo parece bom demais para ser verdade, é provável que seja. Você pode usar uma lupa de inspeção de joalheiro para verificar imperfeições, qualidade de cor e clareza.

Pode moissanite passar teste de diamante?
O laboratório criou o teste de diamantes como real?
Sim e Não. Sim, na maioria dos testadores, porque eles não testam a condutividade térmica e elétrica. Moissanite faz um trabalho muito bom em mascarar-se como um diamante, com propriedades extremamente semelhantes, como dureza, clareza (embora as pessoas acreditem que tem iluminação mais brilhante) e pegada térmica. Embora o Diamond Tester seja uma solução de 90%, há também um testador "especial" que testa propriedades duais (condutividade térmica e elétrica). Para uma solução completa, você pode querer um Moissanite Tester.

Diferença entre um diamante e uma zircônia cúbica.
O peso é uma dádiva reveladora. Zircônia cúbica é mais pesada. É claro que os testadores de diamantes serão capazes de afirmar enfaticamente se é um diamante real ou não.

Os diamantes flutuam ou afundam na água?
Os diamantes afundam na água a um ritmo acelerado. Isto é importante porque se você deixar cair um falso em um copo de água, ele afundará mais lentamente ou poderá até flutuar.

Diamantes repelem a água?
Os diamantes são naturalmente lipofílicos e hidrofóbicos, o que significa que a superfície dos diamantes não pode ser molhada pela água, mas pode ser facilmente molhada e colada ao óleo. Esta propriedade pode ser utilizada para extrair diamantes usando óleo ao fazer diamantes sintéticos.

Como identificar um diamante sintético?
Diamante sintético produzido pelo método de HFCVD (hot-filament Chemical Vapour Deposition).
Dúvidas sobre diamantes, moissanite e zircônia
Gema incolor de diamante cultivado por deposição de vapor químico.
Diamante sintético produzido pelo método HPHT (high-pressure high-temperature).
Dúvidas sobre diamantes, moissanite e zircônia
Diamantes sintéticos de várias cores desenvolvidos pela técnica de alta pressão a alta temperatura.
Uma lâmpada / fonte de luz Ultra Violeta de Onda Curta pode ser usada para determinar se um diamante é real. Coloque o diamante contra um fundo preto e brilhe a luz perto da gema. Se ele é azul, então é um verdadeiro diamante. Outras cores podem ser falsos positivos, então um testador ainda é a escolha óbvia.

O que é um diamante moissanita?
Dúvidas sobre diamantes, moissanite e zircônia
Anel de moissanite
Moissanite é estranhamente semelhante a diamantes para o olho destreinado. Na verdade, você precisa de um testador especial, um sistema de duas partes para verificar, porque suas propriedades de calor e propriedades químicas são quase idênticas. Moissanite não é verdadeiramente claro comparado a um diamante. É um pouco mais suave que um diamante em relação à dureza. Possui superfícies refletoras que criam uma aparência estética superior aos diamantes em algumas opiniões.
Sua dureza é muito alta, com valor igual a 9,25 ainda assim é menor que a de um diamante que tem um valor de 10 na escala de Mohs.
Os grandes cristais de moissanite são comercializados como imitações de diamante, embora sua composição seja bem diferente.
Moissanita é composto por carboneto de silício.
Diamante é composto por carbono puro.

Como você lê um testador de diamantes?
Cada testador de diamantes requer configuração individuais, alguns mais complicados que outros, mas na maioria das vezes eles são muito intuitivos de usar. Simplesmente remova a tampa e coloque a ponta no centro da pedra. Um sinal rítmico indica diamante, luzes vermelhas indicam diamante, nenhum sinal sonoro e nenhuma luz vermelha = sintética. Um sinal sonoro constante significa que você está tocando metal ou outro material e deve se soltar, limpar a pedra e prosseguir novamente.
Teste sempre sua pedra com o testador a 90º de inclinação segurando-o firmemente sobre a pedra. No manual de instruções deve conter um desenho que figura bem isto.

Como testar rapidamente se um diamante é real ou uma farsa?
Se você respirar ou bafejar sobre a pedra, a condensação do embaçado na pedra se dispersará quase imediatamente sendo que em uma pedra falsa o embaçado permanecerá na pedra por mais tempo. Usando uma lupa, você pode inspecionar visualmente. Os diamantes têm imperfeições (eles foram formados na terra sob intensa pressão e circunstâncias), e podem ter dentro de si pedaços ou traços de outros elementos minerais ou naturais conhecidos como inclusões, então os que são perfeitos e límpidos são típicos de um sintético.

Qual é o melhor diamante falso para comprar?
Moissanite é o vencedor claro. Embora a maioria dos leigos esteja ciente da zircônia cúbica, os diamantes moissanita são uma alternativa mais barata, embora puristas, e amantes do diamante evitam todo e qualquer material sintético, já que não são “finitos” e não têm valor como um diamante natural.

Qual a diferença entre um moissanite e um diamante?
É muito mais difícil do que a maioria imagina, pois são quase idênticas. Se você dependesse simplesmente de um testador de diamantes, ou de uma inspeção visual sem a ajuda de uma lupa, você poderia ser enganado. No entanto, aproveite fazer o teste de respiração por embaçamento, teste de água, teste de luz ultravioleta e inspeção visual em conjunto com um testador de diamante. Vários testes nunca são demais em se tratando de um diamante verdadeiro.

Moissanite é tão bom quanto um diamante?
Esta é uma questão de preferência pessoal. Alguns realmente preferem as propriedades de luz reflexiva da moissanita. Para o dia-a-dia, um diamante se sustenta melhor, porque é simplesmente mais duro e mais durável, baseado na escala de Mohs, com um 10,0 (sendo conhecido como o material mais duro). Em termos de valor e raridade, um diamante é muito mais valioso, o que é aparente na precificação, onde a moissanite é substancialmente mais barata.

Diferença entre diamantes criados em laboratório e diamantes reais.
Os diamantes criados em laboratório têm distinções visuais e invisíveis que permitem que um olho experiente use uma lupa para identificar um falso, baseado em nenhuma imperfeição, peso (os zircões cúbicos são mais pesados), os diamantes afundam mais rápido (mais densos). Os diamantes transferem calor rapidamente, e é por isso que um testador de diamantes é uma maneira objetiva de identificar verdadeiros diamantes de gemas sintéticas.

Pode-se ver através de um diamante real?
Dúvidas sobre diamantes, moissanite e zircônia
Diamante bruto
Não. A luz de refração deve evitar que você veja claramente o que está do outro lado de um diamante. Existe um teste de jornal, onde se você segurar um diamante solto sobre o texto, não poderá ver a impressão através do diamante. Se montado, você não poderá ver a montagem claramente.

Quanto vale um diamante real?
Varia muito, sendo o fator primário o tamanho do quilate, seguido pela qualidade (clareza, grau, matiz, corte, raridade, etc).

Os diamantes cultivados em laboratório são mais baratos?
Os sintéticos são mais baratos, mas alguns não são tão baratos como seria de esperar. Isso faz sentido a partir de um custo de oportunidade e ponto de vista de mercado. Se o preço é 2-3x menor e a qualidade é comparável, muitos optam por comprar produtos sintéticos. Existe uma matriz de valor de custo, e uma vez que os sintéticos se tornam muito mais baratos, porções maiores da população optarão por eles, mas os verdadeiros aficionados de diamantes compram pelo valor intrínseco, raridade e autoconhecimento ao verdadeiro.

A moissanita é uma zircônia cúbica?
brilhante de zircônia cúbica
Brilhante de zircônia cúbica
Não, embora ambos sejam réplicas sintéticas produzidas em laboratórios para fazer tentar subjulgar um diamante que ocorre naturalmente, uma zircônia cúbica é inferior em todas as métricas comparada à moissanita. É uma graça salvadora, e a sua aceitação foi generalizada em termos de disponibilidade e preço significativamente menor do que o moissanite.

Um diamante pode quebrar?
O diamante era anteriormente a substância mais dura da Terra, destronada por Lonsdaleite, formada por meteoritos. O diamante não se quebrará quando simplesmente cair, mas poderá ser esmagado/quebrado se for pisado ou sob pressão intensa (martelo, etc), seja intencional ou acidentalmente com ferramentas.
Por isto não confunda Tenacidade com Dureza no diamante, veja mais sobre isto:
http://www.oficina70.com/2015/01/como-identificar-um-diamante-bruto.html

Os diamantes simulados valem a pena?
Beleza e valor estão nos olhos de quem vê. Se você está comprando um diamante por seu valor natural e intrínseco, então um sintético é contra-intuitivo. No entanto, se você deseja replicar a aparência de um diamante real em um orçamento menor, moissanite ou zircônia cúbica são certamente as opções.

Os anéis de moissanite duram?
Como os diamantes são, em sua maioria, visuais versus funcionais, a moissanita dura “para sempre” o mesmo que um diamante real. Um diamante ainda é mais duro que os sintéticos.

Como você julga a qualidade de um diamante?
A qualidade de um diamante é obtida através de quatro caracteristicas, os chamados
 4 C’s do Diamante.
Em inglês essas variáveis chamam-se:
Carat, Color, Clarity e Cut.

São essas características que tornam um diamante mais valioso que outro.
Carat – Quilate (peso do diamante)
Color – Cor (cor do diamante)
Clarity – Pureza (pureza do diamante)
Cut – Talhe (lapidação do diamante)

Conclusão: não são os diamantes impressionantes?
A maioria das pessoas só conhecem diamantes em um nível superficial.
Se você veio aqui para aprender um pouco mais sobre diamantes, testes e produtos, você pode se orgulhar de saber que faz parte de um grupo que realmente entende o verdadeiro valor dos diamantes REAIS.

Nós amamos diamantes e queremos que você deixe o seu feedback nas mensagens abaixo para que possamos aprender e a gostar sempre mais e mais de diamantes.

Tenha um ótimo dia! Caça feliz pelo próximo grande diamante.

Fonte de imagens:
https://commons.wikimedia.org

Como testar e encontrar diamantes brutos

Como testar e encontrar diamantes brutos
Diamantes podem ser encontrados em pelo menos 13 países, soltos em rios e praias ou envoltos em rocha ou outro material. Olhar nos lugares certos e saber o que procurar pode render um diamante cru. Os diamantes têm características específicas que os diferenciam de outras gemas e os testes podem confirmar se o que você encontrou é na verdade um diamante ou não.

Familiarize-se com diamantes em seu estado natural. Os diamantes vêm em muitas formas, incluindo um cubo, plano e irregular, e podem ter muitas faces ou lados. Eles também podem ter muitos tipos de superfície diferentes, como fosco. Além de ser incolor, os diamantes podem ser encontrados em uma variedade de cores, incluindo marrom, verde, rosa, vermelho, azul, preto e laranja.

Procure por diamantes soltos em riachos, mares e praias.
Alguns países com depósitos conhecidos de diamantes são o Canadá, África do Sul, Brasil, Angola e o Gana.

Use métodos de garimpo para isolar os diamantes em bruto.
Como testar e encontrar diamantes brutos
Coloque pedras ou areia em uma bateia rasa ou tela de caixa e com movimentos circulares espalhe água em volta para que os materiais mais leves sejam lavados, deixando as gemas e pedras mais pesadas.
Use uma pinça para pegar o seu achado e coloque-o em um recipiente para guardar e depois fazer testes caseiros a fim de saber se estas pedras soltas se tratam mesmo de diamantes.

Se você mora nos Estados Unidos, visite o Parque Estadual Crater of Diamonds no Arkansas, neste local se encontra a única mina pública de diamantes do mundo. Se você encontrar um ou mais diamantes eles são seus, porém, para entrar e procurar deverá pagar um taxa de entrada, mas pode valer a pena.

Teste para ver se sua pedra repele a água.
Se isso acontecer, é uma indicação de que você pode ter um diamante.

testador de diamantes diamond tester III
Use um testador de condutividade térmica (diamond tester) em uma superfície plana e limpa de sua pedra para testar a rapidez com que o calor é conduzido. Os diamantes dispersam o calor muito mais facilmente do que a maioria das outras pedras preciosas.

Observe os diamantes brutos sob um microscópio ou com uma lupa de joalheria de 10x. As áreas de cristal podem ser arredondadas e podem ter pequenos triângulos recuados. Os diamantes cúbicos podem ter marcas semelhantes junto com paralelogramos ou quadrados. Os diamantes terão a aparência de serem revestidos com uma película fina de vaselina.

Execute um teste de risco (traço).
A melhor maneira de fazer isso é esfregar o diamante suspeito em um corindo - rubi ou safira. Os diamantes são classificados com uma dureza de 10, e rubis e safiras com uma dureza de 9. Se você encontrou um diamante, ele irá arranhar a placa de corindo. Você também pode usar um lápis com um pedaço muito pequeno de corindo na ponta e esfregá-lo contra a peça que você encontrou para ver se ele vai arranhar.

Teste de gravidade específica.
Coloque a pedra que você encontrou em uma solução com uma gravidade específica de 3,52. Se for um diamante, flutuará. O topázio incolor também flutuaria, mas tem uma classificação de dureza mais baixa, o que o descartaria como um diamante.

Nota:
Há no mercado para venda, mas é muito difícil de serem encontrados, líquidos para testar a gravidade específica de cada mineral incluindo o diamante, eles são chamados de Heavy Liquids, traduzidos para líquidos pesados que são usados na indústria de mineração e por gemologistas e geólogos.

Atenção para as pedras que se parecem com os diamantes:
pedras que se parecem com os diamantes

Lista de pedras que se parecem com os diamantes:
http://www.oficina70.com/2018/01/lista-de-pedras-que-se-parecem-com.html

Fonte:

Como encontrar ouro usando uma bateia

Como encontrar ouro com a bateia
  Antes, saiba o que é uma bateia:
Uma bateia é um utensílio usado na mineração em pequena escala, geralmente em depósitos de sedimentos em cursos de água, para a obtenção de concentrados de minérios metálicos, sobretudo os preciosos, como o ouro ou diamante. Ao colocar-se uma pequena quantidade de sedimento na bateia e adicionar-se alguma água, procede-se à agitação da mistura através de movimento aproximadamente circular. Tal agitação, conjugada com a diferença de densidade entre os minérios metálicos e os restantes sedimentos, permite efectuar a separação daqueles.


gold panning in usa

Existem diferentes técnicas, desde as mais básicas (praticamente gratuitas) até as mais avançadas como com o uso de detectores de metal e outros dispositivos.

Então você será o único a decidir qual método vai usar na hora de procurar ouro.

Batear ouro no rio é simples
O batear ouro é uma técnica manual de separar o ouro de outros materiais. Bateias largas e rasas são cheias de areia e cascalho. A bateia é submergida em água e agitada, separando o ouro do cascalho e outro material. Como o ouro é muito mais denso que outros minerais, ele rapidamente se deposita no fundo da bateia. O material de panorâmica geralmente é removido dos fluxos e o tipo é chamado de depósitos de colocação.


O garimpo de ouro é a técnica mais fácil e rápida para procurar ouro, mas não é comercialmente viável para extrair ouro de grandes depósitos, exceto onde os custos de mão-de-obra são muito baixos.

Essa técnica é baseada no uso de um tipo de prato, cujo nome é bateia, onde utilizando-se de movimentos constantemente e circulares a terra e a areia são lavadas.

O procedimento é muito básico e não requer experiência, então qualquer um pode fazê-lo.



A operação é simples, com uma bateia você separará qualquer material do ouro, que, sendo mais denso, sempre permanecerá no fundo.



A técnica consiste em adicionar pouco a pouco cascalho e terra à bateia e, ao lavá-la, os materiais menos densos (mais leves) subirão à superfície do prato, enquanto metais densos, como o ouro, permanecerão abaixo.

Deve-se ter um certo conhecimento de onde possa haver ouro para poder ir à sua busca e assim obter êxito.

Procure nos rios entre os cascalhos ou então onde numa interseção do rio haja areia preta.

Separando os materiais maiores
Para separar os maiores materiais são usados classificadores para remover pedras maiores.
O recipiente é preenchido quase completamente com cascalho e alguns centímetros são introduzidos na água.
Comece a mover a bateia primeiro para cima e para baixo e, em seguida, em um círculo para que o conteúdo comece a girar para dentro. Desta forma, a lama e a terra sairão pelas bordas da bateia.
Repita estes passos continuamente para remover os materiais mais grossos e densos que ficarão no fundo da bateia.

 Agora é a vez de lavar o cascalho e a areia fina
Coloque a bateia na água como se quisesse pegar a água.
Movimente a bateia da mesma forma que antes com o nível da água acima das bordas , pouco a pouco os sedimentos vão estagnar.
Repita o processo continuamente até que você tenha uma grande quantidade de areia dentro da bateia, que será principalmente areia preta.
Aos poucos, adicione água para continuar retirando os sedimentos de areia que são mais leves.
Incline a bateia em sua direção para que você possa detectar ouro ou alguma poeira ou pepita no fundo da bateia.
Se necessário, use um imã embaixo da bateia para reter esta areia preta e separar o ouro.
Repita esse processo constantemente até recolher as pepitas de ouro com uma pipeta ou uma garrafa aspiradora, colocando-as com muito cuidado em uma pequena garrafa de vidro ou tubo de ensaio.
Repita o procedimento sempre que for necessário.

Conheça quais são as melhores bateias para garimpar ouro
http://www.oficina70.com/2017/12/melhores-bateia-para-garimpar-ouro.html

Treinamento antes de por em prática o garimpo de ouro com a bateia

Tente praticar algumas vezes somente com areia, isso pode levar tempo até que se ganhe alguma experiência, mas será de grande valia quando for garimpar a sério.

Você pode começar em sua própria casa com elementos que contenham chumbo para separá-los das amostras e dominar a técnica.

A quantidade de material que você vai processar vai depender da sua habilidade e não só, mas da concentração de ouro que existe no lucal que escolheu para garimpar (esta última característica é a mais importante, não adianta ser um especialista em um lugar onde não há nada de ouro). Por isto, antes de ir garimpar ouro, será necessário conhecer, digamos, o terreno.

Algumas dicas úteis de onde garimpar ouro com bateia
Um dos truques mais usados ​​é olhar sobre rochas ou argilas que estão no rio, já que o pó de ouro dissolvido se acumula gradualmente em torno desse conglomerado, de modo que a probabilidade de acumular pepitas é maior.

Certifique-se de que a água tenha uma altura maior que 17cm, caso contrário, a corrente arrastará materiais sólidos que levarão mais tempo para removê-los.

A velocidade da água tem que ser lenta já que para o ciclo de lavagem continuar a corrente tem que tirar a areia fazendo o ouro e outros minerais mais densos permanecer no mesmo lugar.

Escolha entre uma bateia de plástico ou metal.
O primeiro é para pessoas sem experiência pelo seu conforto e cor, geralmente preto para detectár o ouro melhor visualmente.

Esta técnica é perfeita para aquelas pessoas que querem saber como encontrar ouro enterrado sem um detector de metal e outras coisas e que podem ser muito mais caras.
Uma bateia é ligeiramente o utensílio mais usados por iniciantes para se encontrar mais facilmente o ouro.

AQUI tudo sobre o ouro nativo (na natureza).
http://www.oficina70.com/p/como-identificar-ouro-em-uma-pedra.html

Onde comprar bateia:
BRA
POR

Como fazer bateia caseira para garimpar ouro

Bateia feita com chapa de ferro fundido


Bateia muito usada em países asiáticos e em alguns locais da Russia e Ucrania.

Outros métodos para garimpar ouro
http://www.oficina70.com/2017/01/metodos-e-tecnicas-artesanais-de.html

Fontes:
https://en.wikipedia.org/wiki/Gold_panning

Como usar o testador de diamantes JEM-II GemVue

Instruções de como usar um testador de diamantes JEM-II
testador de diamantes JEM-II GemVue
O JEM-II GemVue ™ Diamond Tester mede com precisão a condutividade térmica da pedra preciosa para determinar se é um diamante ou uma pedra semelhante ao diamante. Este testador de diamante NÃO identificará Moissanite sintético que tem uma condutividade térmica semelhante a um diamante.

O JEM-II é equipado com um alerta de metal, projetado para reduzir a possibilidade de uma leitura falsa positiva causada pelo toque no metal que segura a pedra. A calibração é fácil com o volume do medidor de nível para combinar pedras de diferentes tamanhos e pode distinguir pedras tão pequenas quanto 0,2 ct. Pode ser conectado com um adaptador A/C para uso interno em longo tempo, mas NÃO INCLUÍDO. Este modelo também é equipado com uma luz ultravioleta para testar a reação fluorescente das pedras.

Instruções para usar o Diamond Tester:
Instruções para usar o Diamond Tester
1. Deslize e abra a tampa da bateria na direção da seta.
2. Insira a bateria de 9V.
3. Deslize o botão de energia até alcançar a seleção “Diamond”.
4. A lâmpada de "alimentação" ficará vermelha e a lâmpada adjacente "pronta" piscará em verde.
5. Aguarde cerca de 30 segundos para testar a sonda para aquecer.
6. Uma vez que a lâmpada “pronta” pisca um verde sólido e faz um sinal sonoro muito curto, o ciclo de energização está completo.
instruções para usar um testador de diamantes

7. Verifique se o medidor de nível de LED está aceso até a segunda coluna (se não, ajuste o controle de volume até que a luz da barra esteja na segunda coluna), agora você pode começar a testar.

Teste:
Sempre limpe corretamente a pedra antes de testar.
Remova com cuidado a tampa protetora da ponta da sonda.
Segure o verificador de diamantes com a mão direita, com o dedo indicador tocando o painel condutor de eletricidade na parte de cima do testador de diamantes.
como usar um testador de diamantes
Pressione a ponta da sonda em um ângulo RETO (veja o exemplo na foto acima) no topo da pedra. Não pressione o testador para uma pedra em um ângulo inferior a 90 graus.
CUIDADO: Demasiada força pode partir ou dobrar a ponta da sonda!
JEM-II DIAMOND TESTER
Ao testar pedras que já estão montadas em jóias, segure a jóia com a mão esquerda.
Para pedras soltas, os melhores resultados ocorrem quando a pedra é colocada na base de teste. Segure a base de testes com uma mão.

Interpretando os resultados do teste:
Se o LED acender até a zona vermelha acompanhado com um som de (beep-beep-beep), a pedra que está sendo testada é um diamante.
Se o LED acender apenas na zona verde e / ou amarela, a pedra é semelhante mas não é um diamante.
Se a ponta da sonda entrar em contato com o metal, o testador de diamante emitirá um bipe contínuo.
As temperaturas de teste recomendadas estão entre 17.78°C a 30°C (64°F - 86°F).
Ao testar pedras pequenas (0,5 ct e abaixo), recomenda-se removê-las de suas jóias, isto se isto for possível, para deixá-las esfriar até a temperatura ambiente e, em seguida, colocá-las na base de testes para se efetuar testes adequados. Além disso, ao testar pequenas pedras (0,5 ct e abaixo), o controle de volume terá que ser aumentado para a terceira barra para garantir leituras precisas.
O JEM-II emite sinais sonoros e visuais. Consulte a tabela abaixo para interpretar esses sinais.
Aguarde até que a luz "READY" esteja verde entre cada teste.

Este sinal indica o seguinte resultado:
1. Som de bip (bip bip bip): Diamante
2. Uma ou mais barras vermelhas na caixa do medidor de nível acendem (quanto maior a pedra, mais barras vermelhas acendem): Diamante
3. Nenhum sinal sonoro: Simulante de Diamante
4. Nenhuma barra vermelha ascende: simulador de diamante
5. Som de zumbido contínuo: Alerta de Metal (retire a ponta da sonda da pedra ou do metal , depois volte a tocar apenas a pedra.)

Usando a luz ultravioleta:
como usar a luz ultra violeta
Antes de começar a usar a luz ultravioleta, queremos enfatizar que a luz ultravioleta pode ser perigosa se usada de maneira descuidada.

As informações fornecidas pela lâmpada ultravioleta podem ser uma pista importante na identificação de gemas. Ele mostrará imediatamente se a pedra fluoresce ou fosforece. Embora raramente seja um teste conclusivo, pode ser uma maneira rápida e fácil de confirmar seu diagnóstico quando usado em conjunto com outros testes. Pesssoas mais instruidas logo conhecerão uma pedra apenas pela luz UV.

Saiba como a luz UV incide sobre os diamantes:

Aqui estão algumas regras a seguir ao usar a luz ultravioleta:
Nunca olhe diretamente para a luz ultravioleta.
Evite a exposição contínua da luz ultravioleta à sua pele.
Não ligue a lâmpada UV até que tudo esteja na posição correta para o teste.
Sempre que possível, use óculos de proteção ou óculos uv.
Limpe a pedra e/ou a jóia na qual a pedra pode ser colocada.
Certifique-se de estar em um ambiente escurecido não reflexivo. Quanto mais escuro o ambiente, melhores serão os resultados.

Procedimento de teste:
Segure a lâmpada diretamente sobre o item a ser examinado, SEM LIGAR A LÂMPADA UV.
Coloque a lâmpada UV o mais perto possível da pedra. Quanto mais próxima a pedra estiver da lâmpada, mais fácil será ver qualquer tipo de reação à radiação UV.
Agora, ligue a lâmpada.
Veja a pedra de várias direções diferentes para obter melhores resultados.
Desligue a lâmpada UV.

Instruções adicionais:
JEM-II DIAMOND TESTER INSTRUCTIONS
O testador de diamantes foi projetado para detectar o nível de humidade normal na mão do usuário, portanto, se a pele estiver muito seca ou o usuário usar luvas, ela não funcionará adequadamente.
Ao testar pedras em um ambiente de metal, segure a peça na sua mão esquerda.
Ao testar pedras soltas, coloque a pedra testada na plataforma de teste de metal. Segure o testador em sua mão direita e a placa de teste em sua mão esquerda.
Testar repetidamente a mesma pedra aquecerá a pedra até que um diamante natural não leia mais DIAMANTE. Se isso acontecer, espere pelo menos três minutos para a pedra esfriar.
Após o uso, desligue sempre o testador de diamantes e guarde-o no estojo.
Evite expor o testador a poeira e humidade. Como o testador contém circuitos elétricos precisos, nunca tente abrir nada, exceto a tampa do compartimento da bateria.

Manutenção:
Se o testador de diamantes não for usado por um longo período de tempo, as baterias devem ser removidas do testador.
SEMPRE coloque a capa protetora na ponta da sonda de teste quando não estiver em uso.
Caso a luz vermelha fique fraca, substitua a bateria.

Especificações:
JEM-II usa uma bateria de 9 volts ou um adaptador AC (não incluído) 110V-240V
O tempo de aquecimento da sonda é de cerca de 30 segundos.
Tempo de trabalho: cerca de 5 horas de uso contínuo.
Temperatura de trabalho: entre 17.78°C a 30°C (64°F - 86°F)

Onde comprar testador de diamante:

Fonte:

Testador de diamantes diamond selector II

Diamond Selector II
Diamond Selector II by Culti Corporation Japan

Este é o aparelho de testar diamantes mais famoso e mais conhecido do mundo, mas também o mais copiado e falsificado.
 Culti JAPAN
O único testador de diamantes fabricado no Japão.
O nome mais confiável por muitos e muitos anos.

Não que não existam aparelhos bons denominados como "diamond selector II", mas vamos falar da marca pioneira destes aparelhos, a Culti Japan, e que hoje fabrica testadores de diamantes tão bons quanto o selector II, como foi a geração III e agora com o "diamond selector IV".
Esteja atento para os aparelhos genuínos e para os falsos, isto pode ser decisivo na hora de testar uma pedra como se trata-se de um diamante.

Vamos mostrar aqui o que precisa saber para conhecer mais sobre o aparelho testador de diamantes original mais vendido no mundo para não ser enganado ao comprar um testador de diamantes fake ou de baixa qualidade.
Desde o princípio de sua fabricação até aos dias de hoje o Diamond Selector II da Culti Japan sofreu apenas algumas mudanças estética no grafismo e na tecnologia no seu interior, no mais continua igual.
A marca "Culti" no lado inferior direito é o que dá logo nas vista, sendo que os modelos mais recentes incluem o nome deste fabricante e a sua logo.

Conheça algumas pequenas diferenças entre o Culti original e as imitações:
fake and original
Cor diferente do led do volume. No testador original da Culti JAPAN a cor do led máxima do volume deve ser azul para os aparelhos novos e branco para os mais antigos, e a luz for vermelha então é uma imitação.

fake and original´s
Cor diferente do parafuso. O parafuso genuíno deve ser preto.

fake and genuine
Cor diferente do gancho da bateria. O gancho genuíno deve ser branco.

fake and genuines
A ponta elétrica é quase a mesma. Como algumas partes elétricas importantes são diferentes, o desempenho da imitação é inferior ao genuíno.

O Testador e o Diamante
O diamante talves seja uma das pedras preciosas mais imitadas por materiais artificiais ou por outras pedras que se pareçam como um diamante desde há muitos anos. Porém com os avanços tecnológicos o desenvolvimento de testadores de diamantes estão cada vez melhores e mais fiáveis, com propriedades e capacidades cada vez mais fiáveis para distinguir diamantes originais e não falsificações. Embora a maioria destes testadores fosse acessíveis apenas para algumas pessoas que trabalhavam na área até um um certo período de tempo, com a massificação e com seus grandes volumes de produção asseguraram que no presente muitas pessoas possam ter acesso a estes tipo de equipamento. Quase todos os modelos são concebidos para o uso pretendido, o de testar pedras brutas encontradas na natureza afim de serem testadas para saber se realamente se tratam de diamantes, sendo uma das formas mais rápidas para as pessoas saberem se ficam ou não ricas ao encontrar uma pedra de diamante, algo que é meramente ilusório, uma vez que apenas 10% dos diamantes encontrados valcançam valores extraordinários. Devido ao grande volume de produção e de diferentes marcas, estes aparelhos se tornaram populares sendo que muito de nós pensamos em ter um, porem a qualidade de muitos destes aparelhos não é das melhores e quem comprou um bem baratinho vai se arrepender rapidinho quando for levar as suas pedras de diamantes analisadas e atestadas por estes tipos de testadores até uma loja de penhor ou para algum joalheiro comprar de certeza vai ter uma decepção.
É por isto que se você for testar muitas pedras ou então for trabalhar muito com isto o melhor é pagar 10x mais por um aparelho muito melhor como um da Presidium, por exemplo.

Ou então compre testadores de diamantes das gerações futuras a este modelo, como os:
Diamond Selector III
Diamond Selector III by Culti JAPAN

 Diamond Selector IV
Diamond Selector IV by Culti JAPAN

ATENÇÃO:
Se você quer mais qualidade, então pague mais por isto:
testador de diamante fake
testador de diamante selector fake

Fonte e direitos de:

Diamante carbonado

Diamantes carbonados 
Amostras de carbonado coletadas entre Bangui e Berbérati (República Centro-Africana)
Amostras de carbonado coletadas entre Bangui e Berbérati (República Centro-Africana)
O nome diamante carbonado foi cunhado no Brasil no século XVIII, e é chamado  internacionalmente  como "carbonado diamonds". Eles só ocorrem no Brasil e na República Centro-Africana.

Diferenças entre diamantes tradicionais e diamantes carbonados:
Os diamantes tradicionais são minerados a partir de rochas vulcânicas chamadas kimberlitos. Eles também podem ser extraídos de fontes secundárias, chamadas aluviões, que se formam quando os kimberlitos são desgastados pela ação dos agentes naturais e fazem com que os diamantes soltem-se da rocha original (matriz) e se acumulem, principalmente em cursos d'água.

Essa formação é praticamente idêntica em todas as minas ao redor do mundo. Mas nenhuma delas é compatível com a formação dos diamantes carbonados. Todas as minas de diamante do mundo em conjunto produziram cerca de 600 toneladas de diamantes convencionais desde 1900. Mas nenhuma delas produziu um quilate sequer de diamantes negros.

Recentemente segundo alguns pesquisadores, os diamantes carbonados foram formados em explosões de estrelas chamadas supernovas. Quando chegaram à Terra, eles eram do tamanho de asteróides, medindo até um quilômetro de diâmetro.

As principais hipóteses sobre as origens dos diamantes carbonados:
As teorias sobre a gênese do carbonado se dividem em cinco categorias:
1. Impacto meteorítico;
2. Crescimento e sinterização na crosta ou no manto;
3. Subducção;
4. Implantação de íons radioativos de substratos de carbono;
5. Extraterrestre.

Diamantes negros, ou carbonados, origem extraterrestre:
Se "os diamantes são para sempre," então parece que, em relação ao planeta Terra, eles também "o são desde sempre".
Geólogos descobriram que os chamados diamantes carbonados, ou diamantes negros, não se originaram na Terra, mas no espaço exterior.

Cientistas de duas universidades norte-americanas, em 2007, descobriram que esse tipo muito específico de diamante e que não é encontrado em nenhuma mina na Terra, tem uma origem extra-terrestre.

"Elementos traço críticos para uma origem 'ET' são o nitrogênio e o hidrogênio," afirma Stephen Haggerty, um dos autores do artigo que descreve a descoberta. A presença de hidrogênio nos diamantes carbonados indica que eles foram formados em um ambiente rico nesse gás, no espaço interestelar.

Diamantes carbonados no Brasil
Carbonados são diagnosticados como diamantes desde a década de 1840, quando começaram a ser lavrados nos depósitos aluvionares da Chapada Diamantina, Bahia. Os portugueses catalogaram os diamantes negros com o nome de carbonados, pensando que eram umas pedras com baixo valor. Nas décadas seguintes, o interesse econômico pelo material fez que, por diversas vezes, sua produção significasse 60-70% de toda a produção brasileira de diamantes. Em 1905, foi encontrado em Lençóis o maior de todos os carbonados, pesando 3.167ct. Designado de "Carbonado do Sérgio", ele é o maior diamante bruto já encontrado no mundo, com peso superior em 61ct ao famoso "Cullinan" da África do Sul (3.106ct), de modo geral considerado o primeiro.

Carbonados ocorrem como indivíduos granulares, mais ou menos porosos e geralmente de coloração preta/cinzenta, amarronzada ou avermelhada, devido a uma fina película (pátina) que recobre os grãos (Figura 2). Constituem agregados policristalinos (indivíduos na faixa de 0,01-0,001mm, Orlov, 1973), mostrando dimensões totais inconstantes até 8cm de diâmetro, como no "Carbonado do Sérgio". 
Diamante carbonado
A superfície de fratura de um carbonado revela, mesmo sob baixos aumentos, os cristalitos de diamante e os poros abundantes presentes (Figura 3).
Diamante carbonado
A densidade de amostras da Chapada Diamantina/Rio Macaúbas varia entre 3,10-3,40, inferior à do diamante monocristalino cujo valor (teórico) é 3,515. Essa densidade baixa é devida a sua porosidade maior (até 5%), como também pela riqueza de inclusões "leves", tais como quartzo, ortoclásio e caulinita, junto a outras menos abundantes como rutilo, zircão, óxidos de ferro, fosfatos e ligas metálicas complexas.

Controvérsias e discusões sobre o modelamento dos diamantes carbonados:

Carbonado, uma variedade policristalina do diamante, tem sua gênese alvo de intensas controvérsias. A discussão das principais hipóteses propostas para a questão, em associação com o enquadramento geológico das sequências pré-cambrianas que portam o material na serra do Espinhaço, parece favorecer uma dessas hipóteses. Na mesma, os microcristais que compõem o carbonado se formariam ordinariamente no manto, seriam trazidos para a crosta junto com os diamantes monocristalinos encontrados nessas sequências e, em estágio posterior, se agregando num ambiente sedimentar rico em material radioativo.

Modelamentos genéticos do carbonado:
Além da "sugestão" precursora de Robinson (1978), quatro principais modelamentos mais elaborados quanto à gênese do carbonado são encontrados na literatura, são eles:
1. A hipótese de Smith e Dawson (1985);
2. A hipótese de Kaminsky (1991);
3. A hipótese de Ozima et al. (1991) e Kagi et al. (1991, 1994) e
4. A hipótese de Haggerty (1995).

Leia mais sobre estes modelamentos detalhadamente no link a seguir:
http://www.scielo.br/pdf/rem/v57n1/v57n1a07.pdf

Mais sobre diamantes carbonados no site da GIA:

Segue oficina70.com