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Diferentes tipos de detectores de metal

Detectores de metal já existem há muitos anos.
metal detector, 1919, used to find unexploded bombs in France after World War 1

Em seus primeiros anos, eles foram desenvolvidos como uma forma de detectar explosivos. No entanto, o primeiro detector de metais foi inventado por Alexander Graham Bell in1881. Desde então, o conceito de como eles funcionam permaneceu praticamente inalterado. Eles trabalham nos conceitos de eletricidade e magnetismo. O refinamento desta tecnologia ao longo dos anos levou ao desenvolvimento dos diferentes tipos de detectores de metal atualmente existentes.

Oscilação de Freqüência (BFO)
Diferentes tipos de detectores de metal
Este é um dos mais básicos detectores de metais. O conceito por trás de como funciona é muito fácil de entender. Este detector de metais é considerado fraco e é a opção mais usada na maioria das lojas de eletrônicos. Tem a capacidade de encontrar objetos localizados até 60cm abaixo do solo. Todos os detectores de metal usam uma bobina de cobre enrolada em torno de um anel de ferro ou aço. Os detectores de metal possuem um anel grande que é conectado à base do detector. Além disso, tem outro pequeno anel anexado ligeiramente maior. As bobinas são conectadas a osciladores que podem gerar uma freqüência.

No entanto, ambas as bobinas operam em uma freqüência diferente. Essa diferença é o que os alto-falantes conectados ao detector de metais detectam. Eles produzem um zumbido constante audível que pode ser ouvido pela pessoa que usa o detector. Quando a bobina de base se depara com um objeto metálico, a interação do eletromagnetismo causa uma interferência na transmissão de freqüência. Essa interferência é o que é usado como prova da existência de um objeto de metal.

A simplicidade dos circuitos de detecção tornou possível para amadores para fazer seus próprios detectores de BFO em casa ou comprá-los a custos muito baixos. A tecnologia ainda é usada, porque é muito mais barato produzir um BFO do que um VLF ou um IP que são mais avançados, mas não tem o nível de controle e precisão que os outros modos de detecção proporcionam.

Detectores de Frequência Muito Baixa (VLF)
Este é um dos detectores de metal mais populares atualmente em uso. Este tipo de detector pode ser altamente preciso e sensível. Também tem um par de bobinas, que funcionam juntas. A primeira bobina é o transmissor, geralmente emitindo uma corrente elétrica intensa. A segunda bobina é nada mais que um receptor que escolhe o sinal da bobina principal e amplifica-o várias vezes.

A bobina do transmissor funciona em looping um campo magnético acima e abaixo do solo. Este campo geralmente se estende por cerca de 60cm abaixo do solo. O campo geralmente fica assim até se deparar com um objeto de metal. Quando isso acontece, o objeto desenvolve uma corrente magnética. Esta corrente então interfere com o loop magnético perfeito trnsmitindo para o chão. Assim, a bobina secundária pega a interferência. Esta bobina amplia e envia para um sistema de áudio conectado ao detector de metais. Assim, é capaz de dizer se existe um objeto no solo. A beleza deste detector é que cada objector de metal gera uma frequência diferente.

Objetos altamente magnéticos, como aço ou ferro, geram um campo muito poderoso. Este campo é bastante distinto e alguns detectores têm a tecnologia para indicar isso. Como resultado, não se perde horas infinitas desenterrando objetos inúteis. Além disso, pode detectar objetos com um pulso magnético muito baixo. Isso inclui objetos preciosos como ouro. Em última análise, esse é o objetivo de comprar um detector de metais. Como resultado, seria contraproducente não investir em um detector de metais tão bom. Com este tipo de detector de metais, tem-se uma chance maior de descobrir coisas preciosas enterradas no subsolo.

Indução de pulso (IP)
diferentes tipos de detectores de metal
Esta é uma das mais recentes inovações na detecção de objetos metálicos. Militares e seguranças geralmente usam esse tipo de detector para detectar armas escondidas nos pontos de controle de segurança. No entanto, a tecnologia não é muito eficiente na diferenciação dos diferentes tipos de metais.

Esta tecnologia baseia-se na teoria simples da ecolocalização, semelhante a um sonar, como o de morcegos ou os usados em submarinos. Por exemplo, se alguém fizer um som em uma sala acolchoada, a maior parte do som será perdida. Se eles repetissem o mesmo em uma sala cheia de superfícies duras, eles experimentariam um eco muito poderoso. É assim que funciona a indução de pulso. O detector geralmente depende de uma bobina ou de várias bobinas que funcionam como uma. Isso é diferente de outros detectores que dependem de duas bobinas complementares trabalhando juntas. Além disso, o detector funciona enviando uma pequena rajada de corrente poderosa através da (s) bobina (s).

Este pulso então desaparece e o campo magnético se inverte rapidamente. Isso gera uma corrente elétrica curta, que então desaparece. A geração atual é usada para gerar um relatório sobre os objetos presentes no solo. Se houver um objeto magnético enterrado no solo, ele interferirá na corrente gerada. Este modelo funciona bem porque o movimento pulsante permite detectar apenas os sinais que gerou. O maior impedimento para o uso de detectores de metal é o ruído do ambiente. Embora seja mais preciso na detecção de objetos, é muito difícil diferenciar esses objetos. Este tipo de detector continua sendo um dos tipos mais caros de detectores atualmente existentes.

Detectores IP vão ofuscar detectores VLF em áreas de solo altamente mineralizado ou de sal, como praias, porque seu circuito de controle pode ignorar essas barreiras. Detectores de IP são os mais populares para a pesquisa em profundidade pois o sinal será transmitido muito mais profundo do que os detectores VLF.

Detectores de Metal Industriais
Esses são os tipos de detectores de metal mais usados ​​para fornecer segurança. Por razões óbvias, esses detectores não podem ser usados ​​para encontrar tesouros. O detector industrial mais comum é o detector de porta. Este detector é encontrado na maioria dos aeroportos e edifícios. Ele segue a linha dos princípios básicos do eletromagnetismo.

O que procurar em detectores de metais?
Para a maioria dos amadores, eles geralmente procuram o preço como principal consideração. No entanto, isso não deve ser o caso. A diferença de preço entre um detector eficaz e um brinquedo não é muito grande. Pode ser uma ótima maneira de transformar um hobby em um ofício sério se você tiver um bom detector de metais.

Detector de metais
e fontes:

Como fazer pesquisa e prospecção mineral para o ouro

 “Sem pesquisa mineral, não há mineração”.
Para fazer prospecção mineral no Brasil siga todos os seguintes passos burocráticos ou então procure um laboratório de análise de rochas ou ainda se preferir, contrate um profissional Geólogo ou Técnico em Geologia para efetuar uma inspeção na sua propriedade.

Uma lista de laboratórios de análises de rochas e minerais segue no final deste artigo.

Este artigo só descreve a prospecção de solo a fundo para produção comercial de minerais, para prospecção de superfície (hobby) ou utilizando detectores de metais não é preciso documentação com resalvas se for em propriedade alheia. 

Amostras de minerais acondicionadas em uma folha de papel A4 e respectivas procedências. 
1. Turmalina - MG, 2. Feldspato - PR, 3. Zeólita - Londrina-PR, 4. Barita - MG, 5. Calcita - PR, 6. Quartzo - RS, 7. Ilmenita - MG, 8. Galena - Adrianópolis-PR, 9. Calcopirita - Carajás-PA, 10. Piroxênio - MG.

1º- Análise de dados geofísicos para mineral ouro
O primeiro passo é fazer uma pré análise de dados aerogeofísicos já existentes para identificar possíveis alvos. Esses dados são disponibilizados gratuitamente pelo Serviço Geológico do Brasil (CPRM).


Mapa de satélite sobre levantamentos Aerogeofisicos do Brasil,
o chamado mapa do ouro do Brasil.

Mas antes disso o que é Geofísica?
Geofísica é o ramo que estuda determinadas propriedades físicas das rochas e minerais e os fenômenos associados a essas propriedades. Tem por objetivo determinar a distribuição espacial dos materiais e estruturas que compõe o nosso Planeta. As principais áreas de aplicação da geofísica são:
Prospecção de Petróleo; Estudos Ambientais; Mineração; Arqueologia e Geologia de Engenharia.

Na prospecção mineral, tem os seguintes objetivos:
Estudo geológico das regiões, definindo, assim, as províncias mineralizadas;
Determinação da geometria de depósitos minerais aluviais, como o ouro, diamante, cassiterita, etc;
Determinação da orientação de fraturas e veios mineralizados;
Detecção da presença de minérios disseminados (sulfetos); e
Determinação da capa de matéria estéril.

As técnicas mais utilizadas na prospecção dos produtos de mineração são: meios elétricos, eletromagnéticos e potenciais. É importante, e viável, na busca pelo ouro, utilizar-se dos ensaios geofísicos, visto que colaboram com maior rapidez para o resultado desejado já que indica o caminho a ser seguido.

2º- Solicitar autorização de pesquisa pelo DNPM
Em posse do resultado das análises dos dados aerogeofísico que determina o que e onde explorar, o segundo passo é solicitar a autorização para a pesquisa no DNPM – Departamento Nacional de Produção Mineral que se encontra no link a seguir:

Para requerer a autorização de pesquisa e lavra de recursos minerais é preciso ser brasileiro, pessoa natural, firma individual ou empresa legalmente habilitada; deve estar cadastrado no CTDM – Cadastro de Titulares de Direitos Minerários – e precisa seguir uma lista de afazeres devidamente divulgada pelo site do DNPM no link a seguir:

O título a ser recebido, após o cumprimento legal de todas as solicitações, é o “Alvará de Pesquisa”, outorgado pelo Diretor Geral do DNPM e publicado no DOU – Diário Oficial da União. O prazo concedido para as pesquisas varia entre 2 e 3 anos e as áreas máximas cedidas para estudo, de 5 a 2.000 hectares, exceção apenas para a Amazônia Legal, que pode chegar a 10.000 hectares devido a dificuldade de acesso.

3º- Mapeamento geológico
O mapeamento geológico da área a ser estudo constitui o terceiro passo e é imprescindível para a mineração. Uma das ferramentas mais importantes do sistema de estudos, além de possibilitar a identificação dos depósitos minerais, contribui na tomada de decisão da escolha dos locais apropriados para a abertura de minas e, em parceria com o planejamento de lavra, otimiza as atividades fornecendo informações básicas sobre o modo de ocorrência do minério, sua distribuição na área geográfica, variações dos teores, entre outras. Tudo isso garante um direcionamento de qualidade na corrida pelo ouro, ou por outros tipos de minerais, é claro.

4- Amostragem de sedimentos de corrente para minerais pesados
O Sedimento de Corrente é o principal método nas pesquisas regionais e tem como principal objetivo a definição do tópico a ser analisado posteriormente. Já as amostras, que são coletas nessa fase de estudo, tendem a informar possíveis anomalias do território.

A coleta para amostragem dos sedimentos de corrente deve obedecer a um planejamento previamente estabelecido e que se baseia nas seguintes questões:
O que coletar?
Como coletar?
E, quanto coletar em cada estação de amostragem?

No geral, o mínimo a ser coletado deve ser 4 vezes maior que a alíquota a ser enviada ao laboratório de análise e, a maioria das empresas que trabalham na área recomenda, de 1 à 2 litros de amostra de sedimento de corrente.

As amostras de minerais pesados, quanto a sua representatividade, não diferem das demais, exceto no que diz respeito aos seus constituintes que, muitas vezes, contêm minerais seletivos das unidades litológicas da área de estudo e capitação.

Nesta etapa também é indicado a realização de amostragem de concentrados de bateia.
Amostras de sedimento de corrente e concentrado de bateia devidamente identificadas e codificadas.

Saiba mais sobre Amostragem Sedimento de Corrente no video a seguir:

5- Amostragem de rochas e solos na prospecção mineral para ouro
Indo para o próximo item imprescindível na pesquisa, de acordo com a NBR 6502, Rocha é um “material sólido, consolidado e constituído por um ou mais minerais, com características físicas e mecânicas específicas para cada tipo”. Sobre solo, a mesma norma define como “material proveniente da decomposição das rochas pela ação de agentes físicos ou químicos, podendo ou não conter matéria orgânica”.

O solo é um dos mais importantes e, consideravelmente, um dos mais fáceis meios para se coletar amostra. Entretanto, é preciso precauções, já que é o meio mais comum de erro. Antes de tudo, é preciso assegurar que as amostras são do próprio terreno e não as de transporte, que são levadas por eventos naturais ou humanos; também é preciso adequar à linha horizontal para, assim, garantir que as poções remontam uma mesma época.

No que interesse aos estudos para pesquisa e prospecção mineral do ouro, o volume mínimo recomendado, pelas referências históricas e geográficas, é de 300 g no horizonte B de solo residual. Esse número pode variar.

Quanto a amostragem de rochas, comumente chamada amostragem litológica pode ser classificada segundo sua forma de coleta: pontuais, que podem ser em blocos (simples) ou lascas e punhados (compostos); lineares, que podem ser obtidas por meio de canal, testemunho de sondagem ou perfuratriz (Veja "Sondagem e definição da jazida/depósito"); planares que correspondem as amostras em camadas; e, por fim, de volume, que podem ser coletadas em poços, galerias ou pilhas de estoque.

Neste passo também é indicado a realização de uma geofísica terrestre. Os métodos geofísicos elétricos são particularmente promissores em estudos voltados a busca de sulfetos, devido ao contraste das propriedades físicas resistividade elétrica e cargabilidade.

6- Sondagem e definição da jazida/depósito
Por fim, é hora de definir a malha de sondagem baseada na análise de todos os dados coletados anteriormente (Dados Geofísicos, Geológicos e Geoquímicos). Neste contexto a sondagem visa indicar o tipo de rocha e teor em profundidade, o grau de alteração, fraturamento, coerência, xistosidade, e muitos outros fatores. Além disso, com a sondagem é possível determinar com precisão toda a extensão e profundidade de um depósito mineral, seja ele aurífero ou não. Sendo assim, a sondagem é o último passo na definição da jazida.

Jazida, portanto, é um depósito natural de substâncias, minerais ou fósseis, que são encontradas tanto na superfície quanto no interior da Terra. Uma jazida mineral, ou um depósito, agrega grande valor econômico à região em que está inserido.

Lista de laboratórios de análises de rochas e minerais:
Brasília e região:

Paraná e região Sul:

Espírito Santo e região:


Serviços:

Consulte sempre o Guia do Minerador:
http://www.dnpm-pe.gov.br/Legisla/Guia/indice.php

Fontes:

Detector iônico (métodos de detecção)

Além do já conhecido detector de metais para detectar ouro, há outros tipos de detecção para você tentar descobrir onde encontrar tesouro.
Há vários tipos de detecção como a por pêndulos, detecção biônica, com eletroscópio ou até mesmo por radiestesia, porém neste artigo vamos falar do detector iônico.

Método de detecção iónica (Ions-Chamber-System)
O Método de Detecção Iônica mede a radiação de íons (absorvente de íons) de objetos de ouro enterrados. Este método de detecção só é capaz de localizar artefatos de ouro enterrados há muito tempo.

Detecção iônica

A seguir ao detector de metais o tipo de detecção mais comum para procurar ouro é por meio do chamado detector iônico.

Segundo informações, estes tipos de detectores são capazes de detectar a longa distância. Também são chamados de detector de campo iônico eletrostático, localizadores de longo alcance ou dispositivo de localização iônica (detectores Iônicos).

A maioria dos detectores de metais e minerais iônicos tem uma câmara fechada onde é colocado uma amostra da substancia a ser detectada. Esse depósito é chamado de câmara iônica. 

O seu funcionamento consiste em se colocar um pedaço de ouro ou outro mineral qualquer dentro da câmara iônica para que o equipamento indique onde tal mineral se encontra apontando a ponta na direção deste.


A ciência por detrás da Detecção Iônica:
No que se baseia este conceito de detectar tesouros ou mesmo ouro?

Toda a matéria se degrada com o tempo e libera íons com eles... 
Os átomos são átomos modificados. Quando o átomo perde elétrons ou ganha elétrons neste processo de troca de elétrons, é dito ser IONIZADO. Para que a ionização ocorra, deve haver uma transferência de energia que resulte em uma mudança na energia interna do átomo.
A Terra age assim.
Um átomo que tenha mais do que a sua quantidade normal de elétrons
adquire uma carga negativa, e é chamado de ÍON NEGATIVO.
O átomo que abandona alguns de seus elétrons normais é deixado com menos cargas negativas do que cargas positivas e é chamado de ÍON POSITIVO. 

A eletricidade estática atua como um "veículo" que transporta os íons em um campo de forma elipse e o detector captura o sinal. 

Talvez seja muito difícil demonstrar a detecção iónica. Mas tenho certeza de que a
detecção ocorre por meio da diferença de micro ou milivolts entre a antena e o metal
condutor enterrado há muito tempo. Este metal condutor enterrado durante muito tempo afeta o solo e muda seu potencial natural, sendo que a pressão atmosférica e a umidade causam influências, tambem as linhas de condução eletrica causam grande interferências.
Porém, quando a pressão atmosférica é mais baixa, a detecção é melhor.

Detector LRL (Long Range Locator) de Detecção Iônica:
Esta versão LRL avançada é baseada na eletrônica e usa o chamado fenômeno eletrostático iónico para fornecer detecção direcional de longo alcance de objetos metálicos. 
Uma amostra do metal alvo deve ser colocada na câmara de substância do SCAM, onde sofre um processo de calibração automática. O detector usa um fenômeno físico conhecido como Ionic-Electrostatic BS para detectar alvos de longo alcance. Embora esta unidade ainda seja experimental, caracterizou-se como tendo um alcance máximo de 500m e profundidade de 50m, mas pesa apenas 1kg, incluindo baterias.

Controvérsias:
Este é um assunto polêmico e cientificamente falando, um depósito de metal ou jazida não pode ser localizada com esse tipo de equipamento. Não há nenhuma evidência de que o ouro produza tantos íons que seja capaz de ser detectado a mais de 1 metro.

Então, um localizador de longo alcance é uma classe de dispositivos fraudulentos que se supõe ser um tipo de detector de metais, supostamente capaz de detectar uma variedade de substâncias, incluindo ouro, drogas e explosivos. A maioria destes detectores é dito para operar em um princípio de ressonância com o material que está sendo detectado, emitindo um sinal eletromagnético, seja através de uma antena ou uma sonda, que responderá a uma substância específica, como ouro, prata, diamantes ou às vezes até papel moeda, e que o dispositivo indicará a presença de tal material indicando a direção ao operador.
A teoria da operação destes equipamentos não é suportada pela teoria científica, não foi demonstrado que os dispositivos funcionam em testes cegos, e o princípio de ressonância invocado não foi demonstrado para funcionar em laboratórios (e não é consistentemente empregado por fabricantes de LRL). Além disso, a Lei do Quadrado Inverso limita a força de sinal efetiva possível de qualquer LRL putativo. Além disso, não só esta atenuação se aplica às supostas emissões dos dispositivos LRL, mas os sinais de retorno dos alvos procurados são ainda atenuados pelas mesmas restrições. Uma vez que a maioria destes dispositivos LRL são alimentados por células de baixa voltagem, baixa corrente de AA, AAA ou 9v, a potência resultante disponível para as emissões é bastante mínima, e o sinal de retorno sofreria uma atenuação ainda maior. Exemplos existem de dispositivos LRL sem fonte de energia interna, e estes são anunciados como auto-alimentados ou alimentados por eletricidade estática ambiente, estes são indistinguíveis das hastes de radioterapia.

Não há nenhuma razão para que esse detector funcione, seja com base em quaisquer princípios científicos, eletrônico, físico ou químico. A Detecção de Íon, mesmo que fosse possível, não poderia fornecer informações direcionais.
Não há conclusão que a detecção de metais por íons funcione em espaço aberto, somente em um lugar isto é possível, mas num ambiente fechado e controlado onde várias partículas foram identificadas como Íons, Cátions e Ânions, pelos laboratorios que tem Aceleradores de partículas.

Avaliação científica:
Muitos desses dispositivos contêm circuitos não funcionais ou aproximações ingenuamente construídas de transmissores de rádio. Alguns têm circuitos funcionais, colocando um sinal fraco com um gerador de função ou um circuito de temporizador simples, mas ainda são inúteis em comparação com um detector de metal baseado em bobina, outros foram fabricados para conter componentes intencionalmente ofuscados ou completamente supérfluos (de componentes individuais como indutores ou até cabos de fita tipo ribbon ou flat, em alguns casos, calculadoras de bolso), muitas vezes indicativos de fraude intencional, incompetência ou ambos. Tais circuitos de funcionamento que existem nestes dispositivos geralmente não têm forma óbvia (motor, solenóide, etc.) para se conectar a qualquer junta rotativa no dispositivo, o que significa que os dispositivos são muitas vezes inteiramente dependentes do efeito ideomotor para funcionar.

Exposição, fraude e controvérsia da mídia:
Um estudo realizado por Sandia National Laboratories provou que o modelo de LRL, o Lifeguard era completamente inútil, entre outros projetos do criador do DKL Lifeguard, Thomas Afilani, demonstraram conter inúmeros componentes falsos sem função clara, estes modelos de detectores iônicos de pessoas eram vendidos para várias agências governamentais de vários países com a finalidade de detectar a presença de seres humanos até 500 metros de distância.

Acusando os fabricantes de fraude, o Reino Unido proibiu a exportação do GT 200, usado pelo governo da Tailândia para detectar várias substâncias explosivas e drogas, e o ADE 651, usado pelo governo do Iraque para detectar bombas, em janeiro de 2010.

Onde comprar detector iônico:

Oficineiros

oficina
em 19 de Setembro (2014/2017)
oficina
1 MILHÃO de oficineiros já visitaram

Obrigado a todos e SUCESSO
J. Charles Silva

Oficineiro:
O oficineiro é um profissional que ministra oficinas. Desempenha um papel que não se limita a uma efetividade na resolução de problemas, mas que também envolve a capacidade de fazer surgir questões emergentes.

Ao ministrar uma oficina, o oficineiro é quem apoia a reflexão sobre a problemática apresentada e mede a produção de conhecimento coletivo dos envolvidos. Ele é componente de uma rede contínua pautada pelo diálogo entre todos os que participam do processo, em uma teia sob a qual se desenham possibilidades de relação e identificação.

Essa dinâmica dialoga com o pensamento do filósofo chileno Francisco Varela sobre o processo de cognição: “…o ato de comunicar não se limita a uma transferência de informação de um remetente a um destinatário, mas pela modelagem mútua de um mundo comum por meio de uma ação conjugada”.

A atividade cognitiva, da qual o oficineiro é um possível condutor, se dá por meio de vivências e experimentações e é, portanto, construtiva uma vez que os caminhos aparecem conforme se percorrem os processos de aprendizagem, considerando como fundamental a troca de saberes e a construção coletiva.

A partir de uma dinâmica lúdica e informal, as oficinas e os oficineiros permitem uma participação pautada, sobretudo, no desejo de experimentar e vivenciar, o que pode diferenciar o processo de ensino e aprendizagem e somar a métodos formais de educação.


Fonte:

Como cupins e formigas podem ajudar a encontrar ouro

Cupins e formigas mineiros


Minas normalmente são encontradas por geólogos, usando técnicas como geoquímica e geofísica.
Mas agora eles estão recebendo uma mãozinha dos entomologistas, biólogos especializados em insetos.
Entomologistas australianos descobriram que cupins e formigas são excelentes indicadores da existência de minas de ouro e outros minerais.
No primeiro teste da nova técnica, um cupinzeiro com uma concentração anormal de ouro indicou a existência de um grande depósito aurífero até então desconhecido no subsolo do local.

Assinaturas minerais
"Estamos usando insetos para ajudar a encontrar ouro e outros depósitos minerais. Estes recursos estão se tornando cada vez mais difíceis de encontrar porque grande parte da paisagem australiana é coberta por uma camada de material erodido que mascara o que está escondido nas profundezas," disse Aaron Stewart, do centro de pesquisas CSIRO.

Mas nada fica escondido dos cupins e formigas, que escavam profundamente abaixo da camada erodida, alcançando estratos que revelam traços daquilo que está escondido ainda mais abaixo.

E, para sorte dos mineradores, eles trazem essas "assinaturas minerais" para a superfície.

Cupins são usados para encontrar ouro na Austrália
Termites are used to find gold in Australia
Imagens do corpo de um cupim mostrando a concentração de outros cinco metais - cobre (Cu), zinco (Zn), ferro (Fe), cálcio (Ca) e manganês (Mn). [Imagem: Stewart et al./Plos]

A expectativa dos pesquisadores é que a análise química dos cupinzeiros e formigueiros, e mesmo dos insetos, evite as caras e frequentemente infrutíferas perfurações de sondagem que são feitas em busca dos minerais no subsolo.

Afinal, os insetos já fizeram toda a perfuração e trouxeram os testemunhos de sondagem para a superfície.

Cálculos de ouro
O Dr. Stewart demonstrou também que os insetos trazem a assinatura dos metais presentes no solo bem impressa em seus corpos.

"Nós descobrimos que os metais se acumulam no sistema excretor dos cupins," diz ele.

"Ainda que os insetos não concentrem metais em seus corpos, eles se livram ativamente dos metais em excesso. Este processo se revela pela formação de pequenas pedras, muito parecidas com as pedras nos rins das pessoas. Esta descoberta é importante porque essas excreções são uma força atuante na redistribuição dos metais próximo à superfície," explicou Stewart.

E um indicador muito forte de que algo valioso pode estar se escondendo por debaixo dos cupinzeiros.

Os resultados deverão atrair a atenção de cientistas de outras partes do mundo, sobretudo em países ricos em minerais como o Brasil e a África do Sul.
Áreas de exploração de ouro com cupins na Guiné Conakri.

Notas:
Da próxima vez que ver um cupinzeiro não o ignore, observe o material de terra que agrega o cupinzeiro, retire um pedaço e leve para fazer testes caseiros moendo o agregado e utilizando o método de garimpo com bateia.

Fontes:

Como transformar celular ou tablet em um detector de metais

Transforme seu smartphone ou tablet em um sensor de detector de metais


Mas antes...
O que é um sensor de metais?
Um detector de metais é um instrumento eletrônico portátil que detecta a presença de metal próximo. Os detectores de metal são úteis para encontrar inclusões de metal escondidas em objetos como objetos de metal enterrados no subsolo. Eles geralmente consistem em uma unidade de mão com uma sonda de sensor que pode ser varrida pelo chão ou outros objetos. Se o sensor chegar perto de um pedaço de metal isso é indicado por um tom de mudança nos fones de ouvido ou uma agulha movendo-se em um indicador. Normalmente, o dispositivo dá alguma indicação de distância, quanto mais perto estiver do metal, maior será o tom no fone de ouvido ou maior será a agulha.
Outro tipo comum são os detectores de metais "walk through" estacionários usados ​​para triagem de segurança em pontos de acesso em prisões, tribunais e aeroportos para detectar armas de metal escondidas no corpo da pessoa.

Sensores giroscópios, geomagnéticos e acelerômetros no centro de uma moeda de 5 cêntimos de euro.

Se você não tem meios financeiros para comprar um detector de metais ou um detector para iniciantes ou então não tem tempo para fazer um detector de metais caseiro então esta é a melhor opção.
Ele vai te ajudar como inicialização e para uma aprendizagem em campo, porém, vai depender muito do tipo e da qualidade de smartphone que você tem, portanto celulares baratos podem não ter o sensor adequado.

NOTA:

Este aplicativo mede o valor do campo magnético usando o sensor magnético que está incorporado em seu dispositivo. O nível de campo magnético (EMF) na natureza é de cerca de 49μT (micro tesla) ou 490mG (mili gauss); 1μT = 10mG.

Como fazer um detector de metais caseiro

Se houver algum metal na área, a força do campo magnético deve aumentar. Às vezes, esse aplicativo costuma encontrar fios elétricos em paredes (como um localizador de galhardetes) ou tubos de ferro no chão, por exemplo.

O uso é simples: abra este aplicativo em seu dispositivo e mova-o. O nível do campo magnético flutuará constantemente.

A precisão depende inteiramente do sensor que vem de fábrica no seu dispositivo.
E nem todos os telefones possuem estes sensores, portanto é possível que ele não funcione em certos tipos de aparelhos.

Depois de instalado um aplicativo detector de metais, faça um teste com diferentes tipos de metais e diferentes distâncias.

Os aplicativos também podem ser instalados em tablets, desde que tenham os sensores corretos a aplicação vai correr bem.

ATENÇÃO que o sensor magnético é afetado por equipamentos eletrônicos (TVs, PCs, etc.) devido a ondas eletromagnéticas, portanto não os use próximos a eles.

Se este aplicativo não funcionar corretamente, isso pode significar que os sensores do seu telefone estão danificados, com temperatura alta ou  simplemente não existem.

Calibrar os sensores:
Antes de usar a app terá que calibrar seu telefone inicializando os sensores, aponte seu telefone para o céu e mova-o em um padrão do número "8".
É possível que para outros tipos de aplicações a calibração seja diferente.

Smartphones com capa de metal ou com um ímã ou uma capa de couro com um encaixe magnético pode causar resultados indesejados dando indicações não precisas.
Caso não siga as instruções acima indicadas não culpe a aplicação.

Antes de instalar a aplicação, certifique-se se há espaço suficiente na memória do seu telefone.

Links para instalar a aplicação:



Do autor:
Não quer dizer que você vá optar por algum deste acima, esteja à vontade para poder baixar outra aplicação. Meu sistema é Android e usei com satisfação e aprovei isto porque o smartphone que tenho é relativamente bom, porém devido à capacidade de memória tive que apagá-lo para dar prioridade à outros tipos de aplicações.

Como encontrar ouro nos rios auríferos

Para encontrar ouro nativo, ou seja, pepitas ou flocos, os rios auríferos irão transportá-lo ao longo de seu trajeto até outro rio não aurífero ou até mesmo até o mar, porém parte deste ouro poderá ficar por curvas ou cavas mais profundas de seu leito.

Podemos recuperar ouro de aluvião aleatoriamente ao longo de um rio usando uma pá ou uma picareta e gradualmente passar a areia por uma bateia ou em uma eclusa.
As estatísticas dizem que se remover 2 toneladas de cascalho por dia, um trabalho duro, só irá recuperar com sorte três gramas deste metal precioso. Você também pode encontrar pepitas com um bom detector tipo VLF que são extremamente sensíveis para o cascalho e areia preta. É um trabalho que exige muita paciência e prática.
O detector recomendado para este trabalho em rios é o Deepers X5 com antena "Goldrio" especial para pepitas.

Os melhores locais para buscar e ou pesquisar ouro em um rio é procurar um pouco acima de seu leito rochoso (Rock Bed em Inglês) e nas curvas fechadas do rio.


Na verdade, com o tempo as partículas de ouro que são mais densas do que o resto do aluvião vão se mover gradualmente para baixo e se concentrar um pouco acima de um leito duro e impermeável, que pode ser de pedras sólidas, placas de pedra, argila compactada muito dura e resistente à erosão.

Em todos os casos, a busca de ouro apenas acima da camada de sólidos do leito de um rio ou riacho dá 5 a 10 vezes mais resultados do que uma busca de aluvião aleatório nas curvas do rio.


Fonte:

Melhores Detectores para prospecção de Pepita de Ouro

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 Pará Detectores

A corrida ao ouro esta aberta
e se tiver um equipamento de qualidade poderá ser o campeão.

DETECTOR MINELAB GPZ 7000

DETECTOR MINELAB GPX 5000

DETECTOR DE METAL GARRETT ATX DEEPSEEEKER PACKAGE

DETECTOR DE METAL GARRETT ATX EXTREME RETRATIL

DETECTOR DE METAL WHITE'S PULSESCAN TDI PRO

DETECTOR DE METAL MINELAB 22000

DETECTOR DE METAL WHITE'S PULSESCAN TDI SL

DETECTOR DE METAL FISHER GOLD BUG 2

DETECTOR DE METAL WHITE'S GMT

10° DETECTOR DE METAL WHITE' GMZ

11° DETECTOR DE METAL MINELAB EUREKA GOLD
Detector de Metais Minelab Eureka Gold
(clica na imagem para obter informações sobre este produto)

12° DETECTOR DE METAL WHITE'S SPECTRA VX3

13° DETECTOR DE METAL FISHER GOLD BUG PRO PLUS

14° DETECTOR DE METAL GARRETT AT GOLD

15° DETECTOR DE METAL GOLDBUG


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Como fazer um detector de metal Pinpointer caseiro

Como fazer um detector de metais Pinpointer Digital de Baixo Custo
Se você é um novato ou experiente com detector de metais, esta será a oportunidade de entrar na área do detectorismo e encontrar exatamente o que você precisa e que fica inicialmente dentro do seu orçamento, pois um Pintpointer pode ser muito caro.

Se não quer comprar por sites como amazon.com e ter muitas vezes que pagar portes então talvez você poderá comprar algo similar e bem mais barato, estamos falando daqueles detectores de materiais que se usam em obras para detectar algo na parede quando vamos fazer um furo. Sim, estes são mais em conta e fazem o mesmo trabalho que os pinpointer profissionais com a diferenças de serem bem mais baratos.

Pesquisando um pouco por sites como americanas.com.br ou no mercadolivre.com.br por "detectores de materiais"
encontrei desde os mais caros como da marca Bosch Professional e que para metais ferrosos detecta até 12 cm de profundidade, bom para quem quer começar na areia seca de praia mas com algumas alterações.
Detector De Materiais Gms 120 Professional

No entanto, se quer algo mais barato sugerimos o "Detector Eletrônico De Obstáculos Madeira E Metal 8yx Eda" que detecta metais, entre outros materiais, embora com uma margem de apenas 3cm (o que não é nada bom) mas com algumas alterações sobretudo da bobina poderá ter um alcance muito maior.
Detector Eletrônico De Obstáculos Madeira E Metal 8yx Eda

Agora o detectorsantista vai nos ensinar como fazer as alterações necessárias para que você possa ter um Pintpointer que funciona por um um preço bem bacana.

Passo 1:
Depois de adquirir um Detector de Obstáculos EDA 8yx.


Passo 2:
Desmonte o aparelho assim:
Retire a tampa da bateria e a bateria.
Com a ajuda de uma chave de fenda pequena, remova (com cuidado!) as laterais pretas que são encaixadas. Há um pouquinho de cola que deve prender um pouco.
Remova também a parte frontal prateada, que também é de encaixe.
Remova os parafusos indicados na imagem. Dois parafusos estão à vista, outros dois estão sob a capa frontal prateada, e o último está sob o feltro preto que precisa ser descolado.
Posição dos parafusos

Desmontagem completa

Passo 3:
Note que ao abrir o aparelho, há duas metades de carcaça, uma com a placa principal + display LCD, e a outra com os sensores: Uma bobina e uma placa.
Montagem dos sensores

Desmonte os sensores, separando-os da carcaça.
Sensores desmontados

Carcaça inferior

Passo 4:
Corte 25 cm de um tubo de PVC de 20 mm de diâmetro. Se encontrar um mais fino é melhor. 
Compre também um Cap (tampa de tubo).
Cano PVC 20mm de diâmetro e Cap

Passo 5:
Marque na frente das carcaças o local onde vai passar o tubo. Veja que o final do tubo será ancorado no compartimento da bateria, e por isso não ficou centralizado.
Marcação para cortar o furo de passagem do tubo

Furo de passagem cortado

Teste de montagem do tubo

Passo 6:
Faça uma abertura de 35mm no tubo para passar a bobina e fios.
Abertura no tubo para passagem da bobina

Corte um pedaço de 25mm de um cilindro de madeira (utilizei um pau de banner) com um diâmetro que caiba dentro do tubo sem folgas.
Toco de madeira para fixação do tubo

Insira no fundo do tubo e fixe com um parafuso pequeno. Eu tive que passar uma camada de fita isolante no toco para que coubesse com perfeição.
Tubo montado com o toco fixado com parafuso

Passo 7:
Teste a posição onde ficará o tubo e marque o local onde o tubo será fixado por um parafuso, dentro do compartimento da bateria.
Faça o furo no local marcado. Cuidado para não estragar a carcaça!
Para fixar o tubo, utilize um parafuso para madeira de 15mm. Atente que o parafuso deve ter a cabeça bem chata para não atrapalhar a entrada da bateria.
Teste de fixação do tubo

Marcação da posição do furo para fixar o tubo

Tubo fixado

Passo 8:
Feche as carcaças sem o tubo e recoloque a capa prateada. 
Marque com uma caneta por dentro, o local onde passa o tubo.
Faça o furo na capa o mais bonito e justo que conseguir.
Marcação do furo para passar o tubo pela capa superior

Capa superior furada

Passo 9:
Solte os fios da bobina, marcando a posição de cada um.
Solde extensões na placa sensora, de tamanho suficiente para que a bobina chegue até a ponta do tubo. Não deixe muito fio sobrando para que não gere interferência.
Passe fita isolante em torno da bobina e fios para que não quebre ou fique frágil.
Bobina remontada com fios e protegida com fita isolante

Passo 10:
Insira a bobina pelo furo do tubo
Faça mais uma vez o teste de montagem com as placas, tubo montado com a bobina, etc. Verifique que tudo vai conseguir fechar quando for remontar o aparelho.
Teste de posicionamento do tubo montado com a bobina e placas

Passo 11:
Remonte o aparelho, fixando o tubo, fechando as carcaças e parafusando tudo.
Não monte as capas ainda.
Corte um pedaço de espuma fina e faça um furo de 15mm de diâmetro. (Usei um pedaço de espuma de isolamento de ar-condicionado)
Enfie a espuma no tubo até chegar no topo do aparelho. Ela servirá para "vedar" o furo do tubo para evitar a entrada de pó, terra, etc.
Recoloque as capas laterais e superior.
Espuma para isolamento do furo

Colocação da espuma de isolamento

Quase pronto! Só falta fixar a bobina

Passo 12:
Enfie a bobina na ponta do tubo enrolada por um pouco de espuma, para que não fique solta dentro.
Não utilize colas para que fique fácil desmontar em caso de problemas.
Fixe o Cap do tubo com um pouco de cola leve. O cap já entra bem justo e não precisa uma cola muito forte, senão não conseguirá tirar se precisar. A cola é só para garantir e evitar a entrada de água.
Detalhe da bobina colocada com espuma

Último passo... fixar o cap no tubo.

Passo 13:
Teste a utilização. Se ficar um pouco insensível, tente colocar a bobina mais para frente e mais colada à borda do tubo, para que fique mais perto do alvo.

Testando:

Fonte:
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