O ouro romano de Portugal

As minas de ouro romanas em Portugal
A riqueza e a opulência da Península Ibérica são exaltadas na literatura latina, e foi continuamente explorada pelas suas valiosas jazidas minerais.
Hoje, minas abandonadas das épocas romana e pré-romana podem ser encontradas em todo Portugal; os mais significativos são o vale do Tejo, o Vale do Ceira e outras áreas do norte de Portugal.
minas de ouro romanas em Portugal
A região já foi uns dos maiores centro de produção de ouro para o império romano. A parte norte de Portugal produziu toneladas de ouro por centenas de anos, mas a produção cessou logo após a saída dos romanos. A mineração de ouro voltou a Portugal em 1800, mas diminuiu devido aos altos custos de produção. A última mina comercial, 'New Jales Mine', fechou em 1992.

Hoje, Portugal ainda é considerado uma terra de minerais e tem uma forte indústria mineira. Neste artigo, exploraremos a história da mineração de ouro de Portugal antigo e moderno.

Mineração de ouro do Império Romano em Hispania
Os romanos invadiram a Península Ibérica (Hispania) no século II aC e, em 27 aC, a dividiram em quatro províncias. Portugal fazia parte da província da 'Lusitânia'.
minas roamanas da lusitania
Minas roamanas na lusitania.

Nos tempos pré-romanos, os lusitanos trabalhavam na mineração artesanal nos ricos paleoluviadores de ouro ou no antigo minério aluvial. Por volta do início do século I d.C., os romanos começaram a explorar as jazidas auríferas dos rios Tejo e Alva e seus afluentes. Várias minas foram estabelecidas em toda a região nos próximos cem anos, e a Lusitânia tornou-se uma importante província produtora de ouro na Europa Ocidental. Os engenheiros romanos melhoraram as antigas técnicas de mineração aluvial, introduziram sistemas avançados de aquedutos, melhoraram as minas a céu aberto e começaram a cavar mais fundo para encontrar ricos veios de ouro.

Portugal tem vários sítios mineiros antigos bem preservados. Complexos mineiros como São Domingo, Mina Escádia Grande, Tresminas, minas de ouro de Castromil e muitos mais dão um vislumbre das técnicas de mineração usadas pelos romanos. Pesquisas exploraram muitos desses locais e estimaram a produção total das minas portuguesas em cerca de 9 toneladas de ouro durante o período romano.
A maioria das minas localizam-se principalmente no vale do Tejo e seus afluentes: o Erges, o Ponsul, o Ocreza e o Zêzere”, sendo que no Zêzere uma boa parte das minas situam-se abaixo das barragens e só podem ser reconhecidas em fotografias aéreas tiradas pelo exército na década de 1940.
minas romanas de Covão do Urso e Mina da Presa
Minas romanas de Covão do Urso e Mina da Presa

No vale do rio Alva havia uma grande área mineira e que até a pouco tempo era quase desconhecida, e que alberga uma das maiores concentrações de explorações auríferas romanas em todo Portugal.
Escavações realizadas encontraram ali o complexo mineiro Covão do Urso e Mina da Presa.
As escavações foram realizadas nas caixas d'água da rede hidráulica utilizada na operação. Desta forma, foi possível demonstrar que as minas estiveram em funcionamento entre os séculos I e III d.C. Além disso, o estudo dos registros paleoambientais preservados na rede possibilitou compreender as mudanças nos usos da terra decorrentes do início da mineração de ouro.
No interior do complexo mineiro de Penamacor realizaram-se também escavações no arraial romano situado junto à Mina da Presa. Os dados obtidos mostram que a cronologia do acampamento situa-se na época júlio-claudiana, por volta da primeira metade do século I d.C. Na época, o território lusitano já havia sido conquistado por Roma há muito tempo. Assim, a presença do exército não estaria relacionada à conquista, mas ao controle do território e à exploração dos recursos.

Conheiras romanas
Ainda hoje se avistam as chamadas "Conheiras", resultantes de exploração mineira romana ao ouro português.
conheira romana em Vila de Rei, Portugal
Conheira romana em Vila de Rei, Portugal.

As conheiras são amontados de seixos rolados, resultante de escavação ao céu aberto de exploração mineira de ouro aluvionar pelos Romanos, cujas dimensões podem atingir 200-500 metros de Extensão superficial e 10–20 metros de profundidade.
Portugal preservou algumas destas conheiras e hoje em dia há espaços destes que podem ser visitados, havendo até mesmo uma rota das conheiras.
Veja AQUI a "Rotas das Conheiras".

O ouro que os romanos levaram de Portugal
Nos dois primeiros séculos do I milénio d.C. a Península Ibérica foi o principal abastecedor de ouro para o Império Romano, como aliás também de prata e estanho. Estes minerais eram de tamanha importância para o império que até se montou um assentamento militar romano na Serra do Marão, ao lado de uma mina de estanho, e que se chamava Castra Oresbi.
Depois que os romanos foram expulsos da Península Ibérica pelos "Mouros", a mineração de ouro parou e a maioria das minas foi fechada. Apenas a população local continuou a trabalhar na mineração de pequena escala, que era em grande parte de forma artesanal. A condição continuou por vários séculos até o século XIX, quando algumas empresas de mineração se apresentaram para estabelecer operações e reexplorar o potencial da região.

Exploração de ouro em Portugal na era moderna
Em meados de 1800, quando a Revolução Industrial estava em pleno andamento, Portugal viu outra onda de exploração de ouro. Embora o foco permanecesse nas minas romanas existentes, várias empresas estabeleceram operações de pequena escala e exploraram os recursos. A atividade continuou ao longo do início do século 20, mas a produção permaneceu baixa porque as técnicas de mineração de pequena escala existentes não eram viáveis ​​em grande escala. Poucos locais lucrativos que reabriram enfrentaram uma forte reação por causa dos danos ambientais. Nenhuma das empresas manteve a produção por muito tempo e, finalmente, a última mina de ouro fechou em 1992.
Listamos algumas minas importantes que operaram nos séculos 19 e 20.

Tresminas
Tresminas foi uma das maiores explorações mineiras de ouro do mundo romano, com registos de actividade desde o reinado do Imperador Augusto (27 a.C - 14 d.C.) até à época de Sétimo Severo (193 - 211 d.C.).
As minas eram constituídas por um sistema a céu aberto, originando crateras de grandes dimensões que testemunhavam o esforço humano ali empreendido, e por um complexo de galerias para transporte, escoamento e tratamento dos minérios. O abastecimento de água era feito por aquedutos desde o Rio Tinhela e da Ribeira da Fraga.
A antiguidade da presença humana na região é evidente pela existência de muitos vestígios arqueológicos, como pontes e estradas romanas ou o Castro da Cidadelha de Jales.

Tresminas esta aberto a visitação contando também há um centro de interpretação.

Minas de São Domingos
Por 400 anos, os romanos mineraram ouro em São Domingos. O local foi abandonado em algum momento durante o século IV dC. Em 1854, um mineiro italiano o reexaminou, e uma firma inglesa começou a minerar aqui em 1856, mas trabalhava principalmente com minério de cobre. Eles converteram a mina em uma operação a céu aberto em 1867, o que resultou em alta lixiviação de ácido sulfúrico e contaminação do ar, e forçou seu fechamento em 1866.

Minas de Castromil
Outro antigo local de mineração onde os romanos extraíam ouro tanto por escavação a céu aberto quanto por operações subterrâneas. Até o século 19, garimpeiros locais e algumas empresas de mineração continuaram a explorar a área. No entanto, em 1940, a exploração foi totalmente encerrada devido à contaminação excessiva de chumbo e arsênico das águas subterrâneas.

Minas de Jales
A mina de ouro de Jales foi explorada desde o tempo dos romanos (séculos I e II). Os trabalhos desenvolveram-se ao longo de 4 a 5 Km de extensão na região de Vila Real, atingindo os 120 m de profundidade. Segundo estimativas, 25 toneladas de ouro foram extraídas dessas minas.
Possuía enorme impacte visual e de enquadramento, destacando-se da envolvente. A exploração recente foi retomada em 1929, com a exploração do sistema filoniano da Gralheira e, mais tarde, em 1933,  os trabalhos deslocaram-se para o Filão do Campo. Por insolvência da empresa exploradora a New Jales minas parou a produção em 1992, principalmente devido aos altos custos da mineração, o que a tornou não lucrativa sendo encerrada em 1993, muito embora já desde 1992 a exploração e atividade mineiras se tenham praticamente limitado a simples trabalhos de manutenção e de conservação.
Semelhante a outras minas, as minas de Jales também sofreram degradação ambiental. 

Garimpo de ouro recreativo em Portugal
Garimpo de ouro recreativo em Portugal
O garimpo de ouro como hobby parece que ainda permanece a correr nas veias de alguns lusitanos onde se veem alguns a aventurarem-se e até por vezes terem êxito ao encontrar ouro nativo quer seja ouro fino, fagulhas ou até mesmo pequenas pepitas.
Garimpo de ouro recreativo em Portugal
Se quer começar nesta aventura romana do garimpo de ouro poderá começar por seguir alguns dos grupos de garimpo de ouro em Portugal no Facebook.

Veja mais sobre onde começar a garimpar ouro em Portugal nos links a seguir:

Parque Arqueológico de Tresminas

Vias Romanas em Portugal:

Cidades Romanas em Portugal:

Exploração romana do ouro em Portugal:

Fontes:

Recuperação de diamante, métodos

Conheça os métodos de separação de diamantes
O método de extração de diamantes é orientado principalmente pela geologia da mina, topografia e formação, considerações econômicas e quaisquer leis e regulamentos aplicáveis ​​em cada país produtor de diamantes. No entanto, é importante notar que, na maioria das circunstâncias, os mineradores não extraem apenas diamantes do solo. A extração geralmente envolve minério de diamante e cascalho. Uma vez que esses materiais são trazidos à superfície, então, as mineradoras extraem os diamantes do minério hospedeiro.
Recuperação de diamante, métodos
Métodos de recuperação de diamantes

A recuperação de diamantes requer um sistema sofisticado que evoluiu muito ao longo dos anos e que se beneficia da tecnologia avançada de hoje.

O grau de uma mina de diamantes é frequentemente um dos fatores mais críticos na determinação da viabilidade econômica de um projeto. Muitas minas de diamantes têm menos de 1 quilate de diamantes por tonelada métrica de rocha. Isso significa que o teor de diamante em uma tonelada de rocha é normalmente inferior a 1 parte por 5 milhões. Existem muitos outros minerais e rochas que são transportados para a superfície junto com os diamantes, o que exige a extração desse pequeno volume de diamantes do material circundante.

Esmagamento
Como o kimberlito é formado no subsolo, é uma rocha relativamente dura, semelhante ao granito. O primeiro passo para encontrar o diamante 'agulha no palheiro' é esmagar o minério de kimberlito. Isso deve ser feito de forma controlada para evitar quebrar ou danificar os diamantes presos no interior. Algumas minas aluviais podem pular completamente a etapa de britagem se os diamantes forem encontrados em areia, terra ou cascalhos finos.

A britagem é um processo de vários estágios de quebrar as rochas em pedaços cada vez menores e recircular pedaços maiores até que tudo tenha o tamanho certo para entrar na planta de processamento. Na verdade, começa com a liberação da rocha, onde os engenheiros de explosivos devem projetar cuidadosamente suas explosões de uma forma que resulte em peças pequenas o suficiente para serem transportadas por caminhão até o britador primário. A britagem primária geralmente utiliza a gravidade e uma máquina em forma de cone invertido que força as rochas maiores através de uma pequena abertura, quebrando-as umas contra as outras.

Os estágios secundários de britagem geralmente utilizam britadores de mandíbulas, apropriadamente chamados por sua semelhança com uma mandíbula humana, enquanto mastigam as rochas e passam por uma abertura. A britagem é um processo sujo que gera muita poeira e detritos e requer várias etapas de lavagem e peneiramento. Esta é uma operação de uso intensivo de água, e as minas geralmente desenvolvem instalações sofisticadas de tratamento de água no local para reduzir a necessidade de água doce subterrânea.

Métodos de processamento RPP e DMS
Existem 2 métodos principais de processamento mineral usados ​​na recuperação de diamantes, o RPPe o DMS.
Ambos os métodos têm o mesmo objetivo, ou seja, reduzir bastante o volume de material mineral que deve ser processado para encontrar diamantes. Ambas as técnicas baseiam-se no princípio de que o diamante é um mineral relativamente pesado com uma gravidade específica de 3,52 g/cm3 (comparada com a água, que tem uma gravidade específica próxima de 1 g/cm3). Os diamantes são mais pesados ​​do que a maioria dos minerais que os cercam dentro do kimberlito. Este fato pode ser usado para separar diamantes de outros minerais e simplificar o processo de recuperação.
processamento de diamantes por flutuação
O primeiro tipo de processo, que geralmente é usado em operações aluviais, é chamado de Planta Rotativa (RPP). Em um RPP, o cascalho com diamante, areia e terra são misturados com água para criar uma pasta, muitas vezes conhecida como 'poça', com uma gravidade específica na faixa de 1,3 a 1,5 g/cm3. A poça é então agitada na panela girando 'dentes' em ângulo. Os minerais mais pesados ​​se depositam no fundo da panela, onde são forçados a descer para uma área onde o concentrado pode ser extraído. Muitos dos minerais mais leves transbordam da panela e podem ser removidos para o lixo.

O método de separação mais comum é chamado de separação de mídia densa ou DMS. Uma planta DMS também usa o princípio de que os diamantes são mais pesados ​​do que a maioria das rochas e minerais circundantes. A maioria das plantas modernas de DMS utiliza um hidrociclone (ou 'ciclone'), que é essencialmente uma grande centrífuga. Uma vez que todo o kimberlito tenha sido esmagado em um tamanho apropriado, a mistura resultante de minerais é combinada com água e ferrosilício, um pó de grão fino que aumenta a densidade da solução aquosa resultante. O ciclone gira em alta velocidade e os minerais mais leves fluirão para o topo do ciclone, enquanto os minerais mais pesados, incluindo diamantes, afundarão no fundo, onde podem ser recuperados.

Mesmo depois que a maioria das rochas e minerais mais leves são removidos, apenas uma pequena porcentagem do concentrado de minerais pesados ​​é, na verdade, diamante. Este concentrado ainda deve passar por várias rodadas de extração de diamantes. A recuperação final do diamante aproveita duas outras propriedades físicas únicas dos diamantes que são hidrofóbicos e fluorescem quando expostos a raios-x.

Classificação de Raios-X
Vários minerais diferentes fluorescem quando expostos à luz ultravioleta, raios X ou feixes de elétrons, entre eles os diamantes. Tecnologia sofisticada foi desenvolvida para tirar vantagem deste fato.
processamento de kimberlitos
Em um classificador de fluxo de raios X, um fluxo fino de concentrado de mineral pesado é alimentado em uma unidade onde os diamantes e o minério restante são conduzidos em uma esteira transportadora. Quando exposto a raios-X, um diamante fluoresce e ativa um fotodetector que aciona um jato de ar que desvia o diamante para uma caixa coletora. Este sistema também é completamente fechado ou sem intervenção e oferece segurança significativamente aumentada, bem como segurança durante o processo de recuperação final.

A recuperação de classificação por raios X tem um fator de recuperação de +- 98% em diamantes entre 1 mm e 25 mm. No entanto, provou ser menos eficaz na recuperação de diamantes muito grandes e alguns diamantes têm revestimentos de superfície que impedem que os diamantes fluoresçam de uma maneira que os classificadores possam detectar.
classificação de diamantes por Raios-X
A TOMRA, uma empresa norueguesa especializada no desenvolvimento de soluções baseadas em sensores para recuperação ideal de recursos, desenvolveu uma tecnologia muito promissora conhecida como transmissão de raios X ou XRT. Esta tecnologia XRT é utilizada na Mina de Diamantes Karowe em Botswana e foi usada para a recuperação do diamante Lesedi La Rona de 1.111 quilates em novembro passado . O XRT usa a assinatura de carbono exclusiva dos diamantes para recuperar cada pedra. A empresa afirma que o estágio DMS pode ser totalmente ignorado e que os fatores de recuperação excedem as máquinas tradicionais de classificação por raios-X. No momento, o XRT está em uso apenas para recuperação de diamantes grandes (+6 mm), no entanto, isso pode mudar à medida que a tecnologia se desenvolve.

Saiba como a luz UV incide sobre os diamantes ajudando-o na identificação:

Mesa de graxa
Os diamantes também têm a propriedade física de serem hidrofóbicos, o que significa que resistem à água, mas aderem facilmente à graxa. Esta propriedade foi amplamente utilizada na recuperação de diamantes na África do Sul no final do século 19, muito antes de a tecnologia de raios-X ser aproveitada. Os mineiros lavam o concentrado mineral pesado com água, pois as pedras molhadas são vibradas sobre uma película de graxa. Os minerais úmidos repelirão a graxa e continuarão sendo desperdiçados, enquanto os diamantes permanecerão presos na graxa. A mistura de graxa pode ser descartada e fervida para remover os vestígios de graxa e deixar principalmente diamantes pequenos para trás. Estes diamantes minúsculos são aproveitados para a indústria.
mesa de graxa caseira para diamantes
Mesa de graxa caseira para diamantes

Algumas variações de recuperação de graxa se desenvolveram ao longo dos anos.
O desafio das mesas de graxa é que elas fornecem um processo muito exposto, o que cria preocupações de segurança. Também é muito confuso e requer muitos funcionários treinados, agravando ainda mais o desafio de segurança. Embora a graxa ainda esteja em uso em muitas operações de diamante de classe mundial, ela está sendo gradualmente eliminada à medida que novas tecnologias a substitui. Muitas operações realmente utilizam recuperação de graxa e raios-X. Normalmente, o raio-X seria empregado primeiro, para recuperar a grande maioria dos diamantes do concentrado. Em seguida, a graxa pode ser usada em uma escala muito menor para tentar recuperar qualquer coisa perdida pelos raios-X.
mesa de graxa caseira para diamantes
Mesa de graxa caseira para separação de cascalhos de diamantes

Apesar de todo o esforço e tecnologia, a alimentação concentrada resultante ainda terá material não diamantado. Portanto, este concentrado é então alimentado em uma instalação de triagem segura, onde classificadores de diamantes especialmente treinados separam diamantes de não diamantes.

Mesmo após várias fases de recuperação e peneiramento, o concentrado não-diamante resultante normalmente será realimentado através do circuito de recuperação pelo menos uma vez antes de ser designado como 'resíduo' e transportado para o depósito de rejeitos.

Video do funcionamento de uma mesa de graxa vibratória para separar Diamantes:

Dissolução de fusão cáustica
Outro método de recuperação de diamantes é a dissolução cáustica. Este método é um processo especializado, que é usado apenas para a recuperação de micro-diamantes normalmente encontrados em pequenas amostras de kimberlito de projetos de exploração de base. A dissolução cáustica é projetada para dissolver completamente todas as rochas e minerais circundantes, exceto diamantes, produzindo 100% de recuperação de diamante. Isso é feito submetendo a rocha a uma solução básica de soda cáustica em altas temperaturas. Isso torna quase todos os minerais hospedeiros solúveis, exceto os diamantes, que podem ser visivelmente detectados e extraídos.

Embora eficaz na recuperação de diamantes, esse processo é trabalhoso, caro e normalmente usado apenas com pequenas amostras de apenas alguns quilos. Não seria economicamente viável para uma operação de mineração comercial.

Conheça as duas principais fonte de diamantes no Mundo:

NOTA:
A incrível complexidade das modernas minas de diamantes.
Muitas pessoas na indústria, mesmo aquelas que estão no mercado há muito tempo, muitas vezes não conseguem entender até onde as empresas devem ir para extrair diamantes da terra. Talvez ainda mais maravilhoso seja como esses depósitos de diamantes são encontrados.

Quer saber mais sobre Diamantes?
Clica no link a seguir:


Fonte:

Ouro em Minas Gerais

Principais ocorrências de ouro no estado de Minas Gerais
Cidades e locais onde há ouro em MG.
Mapa das ocorrências de ouro em Minas Gerais
Mapa das ocorrências de ouro em Minas Gerais

Onde achar ouro em Minas Gerais
Minas Gerais é um dos principais produtores de ouro do Brasil.
Prevalecem as jazidas do tipo orogênico, que de fato constituem o maior número de jazidas, minas e ocorrências em todo o estado.
O ouro em Minas Gerais é mais bem distribuído que o ferro, no sentido de que não se restringe aos depósitos do quadrilátero. Ainda assim, nas regiões do quadrilátero ferrífero as ocorrências de ouro estão situadas em rochas quartzo-carbonáticas xistosas do supergrupo Rio das Velhas, disseminadas com os sulfetos de ferro, cobre e arsênio.
Quando ocorre de maneira diferente é encontrado nas zonas de falhamento dos itabiritos do supergrupo Minas.

A cidade de Ouro Preto tem esse nome devido à coloração negra do ouro encontrado na região. Essa coloração se deve a presença de uma fina película de óxido férrico que as envolve.

A maioria das minas de ouro localiza-se na região do Quadrilátero Ferrífero.
Mapa das ocorrências de ouro no Quadrilátero Ferrífero
Mapa das ocorrências de ouro no Quadrilátero Ferrífero

Quanto ao Quadrilátero Ferrífero, não fique preso ao ‘’ferrífero’’ achando que só se encontram ferro por lá, isto porque apesar das maiores reservas realmente corresponderem aos depósitos de ferro, o quadrilátero possui grandes reservas de ouro, bauxita, calcário, manganês, caulim e argila. Dentre esses se destacam o ouro o manganês, além de, claro, o ferro.

Principais ocorrências de ouro no estado:
Status por Mina e Escavações Históricas, sendo que as minas podem estar ativas ou desativadas.
Onde só consta o nome da cidade ou da localidade não é descrito nos bancos de dados o tipo de status ou se o ouro só foi mérito que constou de pesquisas minerárias ou é ouro de garimpos ou aluvião.

Barão de Cocais
Cocais - Mina
Gongo Sôco - Mina

Caeté
Caeté - Mina
Roça Grande - Mina
Catita -Mina
Juca Vieira - Mina

Campanha
Campanha - Escavações Históricas

Caraí
Marambaia (Ponto do Marambaia) - Mina

Catas Altas
 Água Quente - Mina (mina Bananal)
Fazendão - Mina
Morro das Almas - Mina
Pitangui - Mina
Quebra Osso - Mina

Conceição do Pará
Turmalina - Mina
Faina - Mina

Congonhas/Ouro Branco/Conselheiro Lafaiete
Congonhas - Escavações Históricas

Coronel Murta
Freire Cardoso (Ouro Fino)
Riacho dos Machados - Mina ( mina Ouro Fino)

Datas
Datas

Diamantina
Diamantina - Escavações Históricas
Inhaí
Areinha (mina Rio Novo)
São João da Chapada
Sopa

Fortaleza de Minas
Depósito de O'Toole (Ni-Cu)

Guanhães
Candonga - Escavações Históricas

Gouveia
Capitão Felizardo - Escavações Históricas
Cuiabá - Mina Casa de Pedra

Itabira
Itabira - Mina
(nesta mina o ouro ocorre na variedade Porpezite (Au,Pd) uma variedade de ouro palladiano de cor castanha contendo 5-10% em peso de Pd.)
A variedade Ouro Palladiano (ouro com paládio) ocorre nas 
Mina de Cauê e Mina da Conceição.

Itabirito
Paciência-Santa Isabel - Mina
Cata Branca - Escavações Históricas
Ouro Fino - Mina
Palmital - Mina

Itambé do Mato Dentro
Mombuca - Mina

João Monlevade
Andrade - Mina

Lagoa Dourada
Lagoa Dourada - Escavações Históricas

Mariana
Passagem de Mariana - Mina
Fazenda do Cibrão - Mina
São José - Mina (mina Tesoureiro)
Santana - Mina
Maquiné Del Rey - Mina
Samarco - Mina (mina Morro do Fraga)
Cata Preta - Escavações Históricas

Minas Novas/Chapada do Norte
Minas Novas - Escavações Históricas
Rio Fanado

Morro do Pilar
Morro do Pilar - Escavações Históricas

Nova Lima
Faria - Mina
Bela Fama - Mina
Morro da Glória - Mina
Coelho - Mina
Santana - Mina

Nova Lima/Raposos
Moro Velho - Mina

Onça de Pitangui
São Sebastião - Mina

Ouro Preto
Ouro Preto - Escavações Históricas
Amarantina: Tripuí (Tripuhy) e Fazenda Três Cruzes
Antônio Pereira
Cachoeira do Campo
Rodrigo Silva

Paracatu
Paracatu - Mina (mina Morro do Ouro)

Raposos
Raposos - Mina
Bicalho - Mina
Luzia da Mota - Escavações Históricas

Riacho dos Machados/Porteirinha
Riacho dos Machados - Mina

Rio Acima
Engenho d´Água - Mina
Rio de Peixe - Mina

Sabará
Cuiabá - Mina
Lamego - Mina
Descoberto de Cuiabá - Mina

Santa Bárbara
São Bento - Mina
Santa Quitéria - Mina
Córrego do Sítio - Mina
Pary - Mina
Pilar-Brumal - Mina

São Gonçalo do Sapucaí
São Gonçalo do Sapucaí - Escavações Históricas

São João Del Rey
Serra do Lenheiro - Escavações Históricas

Serro
Serro - Escavações Históricas
Riacho Bom Sucesso (Serro Frio; Cerrado Frio)

Tiradentes/Prados/Coronel Xavier Chaves
Serra de Tiradentes - Escavações Históricas


 >>> Sul de Minas <<<
As descrições que se seguem para ocorrências e jazidas do Sul e Oeste de Minas, e também da Faixa Araçuaí, podem ser todas englobadas dentro da classificação lode-gold, orogênico.

Em São Gonçalo do Sapucaí, sul do estado, rochas supracrustais proterozoicas do Grupo Andrelândia têm mineralizações auríferas em zonas de cisalhamento junto ao Rio Sapucaí. Ouro ocorre em veios de quartzo com pirita, em bandas biotíticas e disseminado nos gnaisses.

Na região de São João del Rei, depósitos de ouro concentram-se nas serras do Lenheiro e São José. Constituem enxames localizados de veios de quartzo com sulfetos, pirita dominante, em quartzitos da Formação Tiradentes do Grupo São João del Rei.

Em Lagoa Dourada, ocorre em veios auríferos encaixados em rochas gnáissicas e apresentam alteração hidrotermal moscovítica e silicificação, tendo pirita associada.

>>> Faixa Araçuaí <<<
Em Diamantina e arredores, os principais depósitos de ouro relacionam-se, direta ou indiretamente, a zonas de cisalhamento dúctil ou rúptil, desenvolvidas durante os eventos tectono-metamórficos que afetaram as sequências arqueanas e proterozoicas da região.

No Supergrupo Espinhaço são conhecidos filões auríferos nas unidades metapelíticas em inúmeros pontos, notadamente nos filitos das formações São João da Chapada e Sopa-Brumadinho, além de ocorrências nos xistos arqueanos.

Ouro filoneano ocorre em intercalações entre quartzitos puros e filitos hematíticos pertencentes à Formação São João da Chapada, na cidade de Diamantina. Os depósitos foram hidrotermalizados e se desenvolveram ao longo de zonas de cisalhamento. Assemelham-se a jazidas do tipo ouro orogênico.

Associados ao complexo granito-gnáissico de Gouveia há veios de quartzo com Especularita e Turmalina.

Na região de Serro ocorrem rochas metaultramáficas e metamáficas, associadas a rochas metassedimentares (Complexo Serro), que contêm cromo e ouro. Há diversas escavações em depósitos auríferos de pequenas dimensões, sendo a Mina Zagaia a área mais conhecida. Nessa mina, os veios mineralizados encaixam-se em talco-carbonato xistos sulfetados e metacherts ferríferos com magnetita. Ouro de aluvião também é conhecido na região e foi motivo de exploração por garimpagem.

Em Riacho dos Machados, ouro associa-se a sequência metavulcano-sedimentar de idade incerta, em janela estrutural do Complexo Porteirinha, no norte do estado. São veios de quartzo em zonas de cisalhamento com alteração hidrotermal, caracterizando mineralização orogênica, com protólitos tais como metagrauvaca e metadacito.

Na região de Minas Novas a Araçuaí, ocorrências de ouro primário. O ouro se encontra em veios de quartzo encaixados nos xistos grauvaquianos da Formação Salinas, cuja alteração hidrotermal é muito limitada a inexistente. Estes veios alimentaram os depósitos coluviais e aluviais que foram motivo de intensa exploração entre 1727 e 1760, as chamadas Minas Novas do Araçuaí, mas depois se tornaram apenas motivo de garimpagem esporádica. Ainda no Vale do Jequitinhonha, ouro também é esporadicamente garimpado em aluviões entre Baixa Quente e Ribeirão da Folha. A origem primária deste ouro parece ser veios de quartzo encaixados em zonas de cisalhamento intensamente sulfetadas por alteração hidrotermal, relacionadas ao Complexo Ofiolítico de Ribeirão da Folha.

>>> Oeste de Minas <<<
Em Paracatu, na Mina Morro do Ouro, encontra-se um dos maiores depósitos auríferos do Brasil, mas com o menor teor de ouro. Embora a maioria dos sistemas conhecidos no Brasil esteja em terrenos do Neoarqueano e Paleoproterozoico, o depósito de Morro do Ouro é de idade neoproterozoica. Trata-se de um depósito de ouro do tipo orogênico, hospedado em filitos carbonosos e quartzitos da Formação Paracatu (Grupo Canastra), situada na Faixa Brasília.


Artigo sobre previsão de ouro no Quadrilátero Ferrífero:

NOTA:
(qualquer informações de minas e outros locais auríferros em Minas Gerais podem ser acrescentadas nos comentários).


Principais Pedras Preciosas e minerais em Minas Gerais.



Fontes:

Gemstones found in UK

Find gemstones in the UK
How and where to find gemstones in the UK
The United Kingdom is a densely populated country that encompasses a small area of approximately 243,000 square kilometers. The UK includes England, Scotland, Northern Ireland and Wales.
Gemstones found in UK
The most of the gemstone materials of the UK have been found in Scotland. In fact, even a diamond was found in Northern Scotland in the 1870s by Scottish mineralogist, Professor M F Heddle. Other gemstone materials that have been discovered in Scotland include sapphire that was found on the Isle of Harris, but a protection order prohibits its removal. Small amounts of ruby and beryl (including aquamarine) have also been found in Scotland. There is a place in Fife known as "Ruby Bay", but it is garnet, rather than ruby that is found here. Larger amounts of "blue hole agate", amethyst and smoky quartz were also found in Scotland, and some red and yellow jasper. Zircon has also been found in Scotland.

Before the Scottish diamond was found, in 1816 1813, a diamond was discovered in the Colebrooke River of County Fermanagh, Northern Ireland. Many years later, in 1996, a Canadian company investigated areas of County Tyrone and County Fermanagh. Their exploration suggested that there may be untapped potential. Gemstone quality ruby, sapphire, aquamarine, opal, hematite, calcite and quartz have also been discovered in Northern Ireland. County Tyrone in Northern Ireland is also home to one of the UK's last remaining gold mines.

Wales has also been known as an important source of gold, rather than gemstones in the UK, especially in Roman Britain. Dolaucothi is the first such Roman gold mine that is now a museum. Welsh gold is highly sought after and is the material of choice for gold wedding bands worn by the British Royal Family. With regard to gemstones, quartz, but not many other well-known gemstone materials have been found in areas of Wales.

With regard to England, several gemstone materials have been found. In the North of England, on the Isle of Man and also on the north-eastern coast of England, agate has been found. Also found on the east coast, especially in Whitby, Yorkshire, is jet, which was popular in the 19th century when mourning jewelry was fashionable. Jet is made of fossilized wood and is no longer popular since other black gems have superior gem qualities such as durability. Further down the east coast of England and in the Isle of Wight in the south, amber has been found. Some of this has a rich color that was caused by forest fires in the Cretaceous period, it is sometimes known as "Hastings firestorm amber".

The middle of England is most famous for fluorite. The best-known source for fluorite is Derbyshire, the source of highly regarded "blue John" fluorite, which occurs in purple to blue and yellow to white bands. This is also known as "Derbyshire Spar" or "Derbyshire Blue John". This fluorite was popular during the 1800s when it was sent all over the world.

The two south-western counties known as Devon and Cornwall have seen some interesting gemstone discoveries, such as topaz, tourmaline, beryl, fluorite and amethyst. Cassiterite, which is tin ore, was also mined from this area and is said to have been mined since the Bronze Age. Other metals such as silver and copper were mined here too.

Although the UK is a small place, some unique and interesting materials have been unearthed from its mountains, valleys and shores. Perhaps there are more hidden treasures in the UK, just waiting to be discovered.

Gemstones in the UK

Agate
Gemstones found in UK
Although found all over the world and in many different types, agate is also easily found in the UK, particularly off the coast of Cornwall and northern Scotland.
Reminiscent of Scottish wild lakes and the high rugged mountains of Scotland. Much of Scottish agate was formed by volcanic eruptions, with the yolk forming within the silica-rich gas bubbles of the cooling lava.
The most well-known places to find authentic Scottish Agate is the Blue Hole in the Usan and Lunan Bay.

Amber
Gemstones found in UK
One of the most revered gemstones, Amber, specifically Baltic Amber can be found on the “Amber Coast” of Norfolk and Suffolk, between Felixstowe and Southwold. Little globules of orange, Baltic Amber is sought after for both its rarity and its healing properties. 
Amber is actually fossilised tree sap, which would have been trapped within the ancient Baltic forest (now all underwater in the Baltic sea). Melting glaciers from the last ice age bring these little gems to the surface, which is why they make their way to our shores. 
What is incredibly fascinating is that Amber can even have fossilised critters inside, which is very illuminating as to what kind of species lived millions of years ago. 
Baltic Amber
They say that the best time to go searching for Amber is after a storm, as rough seas shake up the seabed and mover the amber towards the shore. However, the bright and fiery glow that we associate with Amber is actually when the stone is polished. Rough amber is actually a dark rusty brown colour, which is why it can be easily overlooked.

Blue John Fluorite
Gemstones found in UK
Another popular gemstone found in the uk, Blue John Fluorite is native to the Blue John Cavern in Derbyshire. So much so that it is also known as Derbyshire Spar! This type of mineral is distinguishable by its bands of blue and yellow, and it is one of the few gemstones that can ONLY be found in the UK! 
It remains one of the few gemstones found in the UK, and it is still mined on a small scale today.

Cairngorm Quartz
Gemstones found in UK
Another native Scottish gemstone, Cairngorm Quartz is a variety of smokey Quartz exclusively found in the Cairngorm mountains of Scotland. A very desirable variety of Quartz, Cairngorm Quartz is actually considered to be Scotland’s national gem.
This type of Quartz gem is noticeable for its signature slightly yellow colour, due to a small mount of ferric oxide within its structure. ‘Invercauld cairngorm’, is a variety crystal of smoky quartz. Cairngorm Quartz was widely used in Scottish and English jewellery, embellishing weapons, kilt pins, necklaces, earrings and brooches. For some time, Cairngorm Quartz was known as the Scottish Topaz, a testament to its rarity and signature nature.
These miners of Cairngorm would sometimes discover other precious gemstones such as beryl and topaz.
The largest known cairngorm crystal is a 23.6 kg (52 lb) specimen kept at Braemar Castle.

About The Cairngorms
The Cairngorms are the most extensive area of high mountain terrain in Britain. The area has given its name to gem quality smoky quartz, and has also produced spectacular specimens of beryl and topaz.
The Cairngorm Granite lies at the heart of our story. This tough igneous rock is highly resistant to erosion and forms the dissected highland plateau which is the Cairngorms. The distinctive shape of the mountains owes its appearance to the properties and distribution of this rock, and the minerals which occur in it are directly related to its geological origin and history. Within the granite occur cavities, and veins or pockets of pegmatite which contain the gem minerals. These are yellow, smoky or dark cairngorm quartz; yellow-green or blue beryl; and colourless to pale blue topaz.

Jet
Whitby Jet
Jet was one of the most sought after materials in the 19th century for Victorian mourning jewellery. Specifically, Whitby Jet. Similarly to Amber, Jet is actually fossilised tree wood that is washed up on the shores of Whitby in England.
Formed into a coal-like structure from millions of years of pressure, Jet’s inherently dark colour has etymologically earned itself the originating influence behind “jet black”. The Jet found in Whitby formed over 181 million years ago during the Early Jurassic period. Whilst it's still incredibly rare to find today, W.Hammond, a jeweller in Whitby, is completely devoted to creating true Whitby Jet jewellery today. Whitby beach in Yorkshire is world famous for its jet which was popular in Queen Victoria’s reign. True Victorian Whitby Jet is even rarer to come by, and it is very expensive.

Bristol Diamonds
Bristol Diamonds
Whilst there are a few regional varieties of gemstones, have you ever heard of Bristol Diamonds? Not to be confused with the glittering highly prized precious gemstone, “Bristol Diamonds” are actually a type of Quartz that is found in the Avon Gorge caves. These Quartz gems were sought after as a novelty gemstone in the 18th and 19th century, as many persons visited the Hotwells spa (marketed to have rivalled the towns of Bath and Cheltenham). 

The “Bristol Diamonds” as they were colloqually known in the 18th and 19th century were actually called Diamonds in the 1586 Topographical survey by William Camden. In fact, he described them as the following: “for in bright and transparent colour, they match the Indian Diaments, if they passe them not; in hardness onely they are inferior to them.”

But what about real diamonds, have they ever been found in England?

Diamond
Yes that’s right even diamond has been found in the United Kingdom, admittedly only a very very small amount. In 1813 ‘The Brookeborough’ diamond was discovered in a stream in Co Fermanagh.
In the 1870s teacher M. F. Heddle of St Andrews University discovered a small diamond 5km north of Ben Hope in Scotland.

Recently, some mining companies are carrying out studies and prospecting of samples to see if it is feasible to extract diamonds in England.
See who these companies are in the links at the end of this article.

Other minerals found in England
There include rare and common minerals such as chalcocite, arsenopyrite, calcite, apatite, liroconite, wavellite, botallackite, cerussite, hematite, barite, boracite, pyromorphite, pyrrhotite, scheelite, linarite, mimetite, turquoise, copper, witherite, chalcocite, galena, and others.
See more Mineral and gemstones in UK:

Gold and Gemstones prospecting UK:

Welsh Gold
Although not officially a gemstone, we couldn’t NOT include Welsh Gold in this list of gemstones found in the UK. Welsh Gold is one of the rarest and most sought after types of Gold in the world. Not to mention, it is a type of Gold that many of the Royal Families engagement and wedding rings have been crafted from, including Queen Elizabeth II, Princess Diana, Kate Middleton and Meghan Markle.
Welsh Gold is the first known mined Gold in the UK, dating back to the Bronze Age in Dolau Cothin Wales. Welsh Gold was in regular use until 1938, today only surviving in small increments with a small yield. For instance, in the late 1990s it would cost over £1000 an ounce to extract, and the value of Welsh Gold today is estimated to be up to 30,000 times more than standard Gold. You can still pan for gold in the nearby river Cothi.

Where to find and gold prospecting in England:


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Sources:


Diamond in UK: