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Recursos minerais do estado do Maranhão

Principais Ocorrências Minerais do Estado do Maranhão

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As ocorrências minerais do Estado do Maranhão são variadas como o calcário, gipsita, bauxita, urânio, e manganês, no entanto vamos falar aqui somente sobre o ouro, o diamante o cobre e a opala.

Mais informações sobre os vários recursos minerais do Maranhão poderá ver nos links no final deste artigo.

Cobre:
São poucas as ocorrências registradas e estas estão relacionadas ao magmatismo básico, ocorrendo ao longo da bacia do Parnaíba.

Diamante:
São encontrados nos conglomerados básicos cretáceos nos depósitos aluvionares terciários, em palio e em neo-aluviões.

Opala:
É encontrado nos estratos arenosos, constituindo um exemplo de mineralização epigenética, relacionada aos diques e soleiras de diabásio e fraturas de arenito.

Ouro:
Recursos minerais do estado do Maranhão
O Estado do Maranhão possui potencial relevante de ouro, com ocorrências na região do Gurupi, – Maracaçumé são conhecidas desde o século XVIII e que se constitui uma província aurífera com área superior a 30.000 km², destacam-se os vales dos ros Turiaçu, Maracaçumé, Grajaú e Gurupi. A faixa de ocorrência deste metal (sentido NE-SO) estende-se desde Montes Áureos até próximo a Serra dos Macacos (proximidades da BR-316), seguindo as aluviões dos rios que compõem as Bacias Gurupi.
Calcula-se que a relação da área conhecida para a área mineralizada seja de cerca de 1/ 33. Segundo geólogos que estudaram a área, são três os tipos de jazimento de ouro na região: filonianos (associados a veios de quartzo, contendo os metassedimentos do Grupo Gurupi), coluviões e placers.
A faixa de ocorrência deste metal apresenta uma direção grosseiramente NW – SE, estendendo-se desde Montes Áureos até a Serra dos Macacos (proximidades da BR – 316), daí seguindo os aluviões dos rios que compõem as bacias Gurupi – Maracaçumé, até as proximidades da costa atlântica.
Não foram realizados estudos visando o conhecimento da potencialidade econômica dessa província aurífera, mas acredita-se que seja uma das maiores do país, por referências históricas e pelo grande número de garimpos outrora existentes.

Cinturão aurífero no cráton de São Luís
Os fluidos mineralizadores nos depósitos auríferos Piaba e de Tatajuba, no fragmento Cratônico São Luís (NW-Maranhão, Brasil), com base em estudos, são de inclusões fluidas em veios de quartzo.
Além das duas atuais minas, Piaba e Tatajuba, levantamentos geológicos com pesquisa magnética e programas de perfuração descobriram mais 15 alvos mineralógicos próximos aos depósitos atuais. São eles: Agenor; Barriguda; Boa Esperança; Conceição; Ferradura; Ferradura Sul; Genipapo; Juiz de Fora; Lúcio; Micote; Pico; São Lourenço; São Lourenço do Sul; Tatajuba Leste; e Tatajuba Oeste.

Fontes:
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